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Fevereiro 2012

Porto de Leixões - O melhor ano de Sempre

Porto de Leixões - O melhor ano de SempreO Norte exportador olha-se ao espelho do Porto de Leixões e recebe uma imagem muito lisonjeira. 2011, o ano zero da grande e terrível crise que ninguém sabe quando nem como acabará, foi o melhor ano de sempre daquela infraestrutura portuária. Até apetece citar o saudoso Fernando Pessa: "E esta, ein?!
No ano passado, o porto de Leixões bateu o recorde de mercadorias movimentadas (16,3 milhões de toneladas), o que representa um crescimento de 12%, o que é fantástico em ambiente de recessão.

Ainda por cima, este crescimento é virtuoso, porque é rebocado pelas exportações, que subiram 27,3%, e não pelas importações, que registaram uma progressão bastante modesta (2,7%) e são, no essencial, constituídas por matérias-primas que depois de receberem valor acrescentado nacional são reexportadas - a siderurgia importa sucata e exporta aço, a Portucel importa estilha (aparas de madeira) e exporta papel, a Galp importa petróleo e exporta gasolina e aromáticos, a Barbosa e Almeida importa casco de vidro e exporta garrafas e assim por diante.

Não importa o lado por que é analisado, o desempenho do porto é sempre positivo, com crescimentos significativos em todas as esferas de actividade: a carga geral fracionada aumentou 56% (sendo que dois terços desta progressão dizem respeito à exportação), os granéis sólidos 12% e a carga contentorizada 8%, o que permitiu ao porto estabelecer um novo máximo de 512 mil TEU (Twenty-foot Equivalent Unit, ou seja, o equivalente a um contentor de 20 pés).
Ler mais/Fonte: Dinheiro Vivo

 

Sines recebe mais um megacarrier em viagem inaugural

Sines recebe mais um megacarrier em viagem inauguralO Terminal XXI do Porto de Sines recebeu, dia 24 de Janeiro, a viagem inaugural do porta-contentores “MSC Cristina”, um gigante dos mares com capacidade para transportar 13.092 TEU.
Construído na Coreia do Sul, o navio saiu dos estaleiros em Dezembro de 2011, ficando inserido no serviço regular da MSC–Mediterranean Shipping Company que liga o Extremo Oriente à Europa, onde Sines é o primeiro porto a ser escalado.

Proveniente de Chiwan, na República Popular da China, este porta-contentores movimentou 2.881 TEU no Terminal XXI do Porto de Sines, antes de continuar a sua viagem com destino ao porto francês de Le Havre. O Terminal XXI, com as condições operacionais que oferece, é a única infraestrutura portuária nacional capaz de receber este tipo de navios. O “MSC Cristina” apesenta um comprimento de 366,4 metros, boca de 48,2 metros, exigindo um calado máximo de 15,5 metros.

Como é habitual nestas ocasiões, a Administração do Porto de Sines ofereceu uma placa comemorativa ao comandante do navio, com a referência à escala do “MSC Cristina” no Porto de Sines, na sua viagem inaugural.
Ler mais/Fonte: Porto de Sines

 

Molhe norte do porto de Aveiro prossegue a bom ritmo

Molhe norte do porto de Aveiro prossegue a bom ritmoAs obras de prolongamento do molhe norte do porto de Aveiro prosseguem a bom ritmo e a contestação ao concurso em tribunal não interrompeu o arranque dos trabalhos, confirmou José Luís Cacho à Rádio Terranova.

“É uma obra considerada prioritária para o futuro da acessibilidade marítima. Trata-se de um investimento de 26 milhões de euros nas obras de dragagem e prolongamento do molhe norte com fundos da Administração do Porto de Aveiro e fundos comunitários”, referiu o presidente do porto.

Com a obra será permitido alargar a operação do porto com navios acima dos 150 metros de comprimento até um máximo de 200 metros. José Luís Cacho confirma o avanço da obra com camiões no terreno, transporte de pedra e colocação de guindastes em São Jacinto.

“A obra já começou em Dezembro. Foi feita a consignação em Dezembro e os trabalhos estão a decorrer dentro da normalidade. O processo segue trâmites legais normais e não há nada a dizer sobre isso”, referiu o presidente do porto de Aveiro.
Ler mais/Fonte: Cargo Edições

 

   

Janeiro 2012

Câmara encontrada no oceano é devolvida ao dono

Câmara encontrada no oceano é devolvida ao donoUm mergulhador canadiano encontrou recentemente uma máquina fotográfica no fundo de uma baía de Vancouver, Canadá. A máquina tinha estado mais de um ano debaixo da água mas as fotos do cartão SD estavam intactas pelo que o mergulhador tentou, com sucesso, encontrar o dono da máquina, recorrendo à ajuda das redes sociais.

Uma das coisas que pode estragar umas férias é perder a máquina fotográfica onde ficaram registados os melhores momentos. E nem todos terão a sorte do seu equipamento ser encontrado por alguém como o canadiano Markus Thompson que depois de encontrar a máquina digital e de extrair as fotos, se empenhou em encontrar o respetivo dono.

Recorrendo à rede social Google +, Thompson publicou algumas fotos da máquina encontrada e descreveu também a família que aparecia nas fotografias do cartão SD, que seria aparentemente composta por um bombeiro, a sua mulher e uma filha de dois anos. As publicações foram partilhadas e comentadas por milhares de pessoas e, em poucos dias, o dono do equipamento perdido foi identificado por um dos utilizadores. Segundo informação publicada no Google +, o dono original da máquina é o bombeiro canadiano Graham MacKenzie, que pode agora, depois de um ano e alguns meses de espera, ver as fotos da sua viagem de família.
Ler mais/Fonte: Markus Thompson

 

Fundo de investimento vai financiar novos negócios no sector do mar

Fundo de investimento vai financiar novos negócios no sector do mar A economia do mar vai contar com um fundo de investimento vocacionado especificamente para o sector. O propósito foi avançado por Nuno Fernandes Thomaz, administrador executivo da Caixa Geral de Depósitos (CGD), que revelou ainda que este veículo financeiro destinado a apoiar novos projectos empresariais ligados ao mar terá o banco do Estado como "sponsor".
"O 'Fundo do Mar' é algo que tem estado na forja desde há já algum tempo. Trata-se de estruturar um veículo temático, através do qual seja possível atrair investimentos para aplicar no sector marítimo", explicou Nuno Fernandes Thomaz ao Negócios.

O administrador da CGD, que participou na conferência "Economia do Mar - Uma parceria para a competitividade", organizada em conjunto por aquele banco e pelo Negócios, lembrou, de resto, que neste campo da economia as áreas onde é possível apostar são múltiplas, pelo que quando se fala em investimentos neste área deve pensar-se em realidades tão distintas como a da náutica de recreio, dos transportes marítimos ou da aquacultura.
"Há inúmeros subsectores em que é possível investir, como o comprovam os vários estudos que têm sido feitos no sector, designadamente aquele em que o professor Ernâni Lopes identificou o 'Hypercluster da Economia do Mar', bem como a 'Estratégia Nacional para o Oceano', trabalho coordenado pelo dr. Tiago Pitta e Cunha. São estudos que indicam muitos destes subsectores que têm grande potencial em termos de negócios. A ideia seria passar à acção através de um veículo financeiro dessa natureza", explicou o mesmo responsável.

Projecto já equacionado pelo Fórum Empresarial do Mar o propósito de criar um fundo de investimento foi já antes avançado pelo Fórum Empresarial do Mar, pelo que o administrador executivo da CGD defende a conjugação de vontades em torno deste projecto. "Portugal é um país pequeno e que tem que unir esforços. Portanto, se vai haver este projecto, todos nos uniremos ou deveremos unir à volta do mesmo. Neste âmbito, a CGD funcionará como um 'sponsor'", disse Nuno Fernandes Thomaz.
O banco do Estado funcionaria, deste modo, como patrocinador e investidor neste veículo financeiro, juntando-se aos vários privados que, segundo este ex-secretário de Estado dos Assuntos do Mar, já mostraram interesse em participar no fundo.

"Já sabia desse interesse antes de assumir funções na Caixa, mas mais recentemente fui contactado por investidores, pessoas que conheço da comunidade dos operadores de mercado, e que estão interessados em apostar no sector da economia do mar. Este fundo seria um dos veículos possíveis para fazer esses investimentos", evidenciou.
Será este um novo posicionamento da instituição financeira, tendo em conta o despertar, patrocinado pelo Chefe de Estado, para a importância deste sector? O administrador executivo da CGD não encontra uma razão de causa efeito entre a defesa da economia do mar por Cavaco Silva e as apostas feitas pelo banco do Estado. Conforme adiantou, este interesse não é de agora.

"Desde há muito que a Caixa tem sido uma entidade financeira a querer a facilitar o investimento na economia marítima. Este 'Fundo do Mar' nada tem que ver com esta nova mudança. É sim uma continuidade. Sobretudo agora, num momento em que procuramos dar força às empresas de bens transaccionáveis e voltar a ter um sector produtivo", concluiu Nuno Fernandes Thomaz.
Ler mais/Fonte: portugalglobal.pt

 

Portugal e Líbia vão assinar memorando para formação militar e construção naval

Portugal e Líbia vão assinar memorando para formação militar e construção navalPortugal vai assinar um memorando de entendimento com a Líbia no domínio da construção naval e da formação militar, tendo o ministro da Defesa português defendido que "é muito importante restaurar" a cooperação com este país nesta nova fase.

""É muito importante nesta nova fase restaurar os laços de cooperação com a Líbia e, a esse nível, foi possível definirmos algumas linhas de orientação para o futuro, que serão objecto de um memorando que será feito por Portugal e que visa, por um lado, a formação de líbios em Portugal na área militar, e também nas indústrias navais, nomeadamente ao nível da construção naval, porque a Líbia precisa de recuperar a sua estrutura que durante a guerra foi destruída", afirmou José Pedro Aguiar-Branco.

O governante português falava aos jornalistas em Nouakchott, na Mauritânia, depois de um encontro com os ministros da Defesa da "Iniciativa 5+5". No sábado à noite, pouco depois de chegar ao país, Aguiar-Branco manteve uma reunião bilateral com as autoridades líbias presentes, no sentido de "alinhavar pontos de cooperação nesta nova fase da Líbia". O memorando, especificou Aguiar-Branco, "será enviado" por Portugal brevemente.

Nesta visita à Mauritânia, o ministro veio acompanhado pelo diretor-geral de Política de Defesa, Luís Faro Ramos, e pelo seu adjunto diplomático. Já questionado sobre o processo de escolha do novo chefe do Estado-Maior do Exército, cujo nome deve ser conhecido esta semana, o ministro disse que "o Governo já tem a sua posição". O substituto do general Pinto Ramalho, que deixa o cargo ao fim de cinco anos, deverá ser o general Pina Monteiro, atualmente colocado na sede da NATO, em Bruxelas, como representante militar.
Ler mais/Fonte: Diário de Noticias

 

   

Dezembro 2011

Porto de Faro reforça capacidade exportadora do Algarve

Porto de Faro reforça capacidade exportadora do AlgarveA exportação de materiais de construção de elevada qualidade, produzidos no Algarve, para o arquipélago de Cabo Verde e para o Norte de África está a ser, esta semana, reforçada com as escalas de dois navios de carga no Porto de Faro.

O navio N/M Zelek Star carregou 4700 tons de cimento e 24 tons de cimento cola, com destino ao Porto do Mindelo em São Vicente - Cabo Verde. Neste final de semana, 3000 tons de cimento e 770 tons de telha lusa serão estivados nos porões do N/M Burhan Dizman II e transportados para o Porto de Tenes, na Argélia.

Desde o início do segundo semestre de 2011, os Portos do Algarve têm intensificado as relações comerciais com a bacia do mediterrâneo e com as ilhas atlânticas da macaronésia, da Madeira, Canárias e Cabo Verde, com o Porto de Faro a ganhar uma importância acrescida no contexto dos portos comerciais nacionais.
Ler mais/Fonte: cargoedicoes.pt

 

Portugal vai receber grande parte dos 4,5 mil milhões da UE para investir no Atlântico

Portugal vai receber grande parte dos 4,5 mil milhões da UE para investir no AtlânticoA comissária europeia para os assuntos Marítimos e Pescas disse esta semana que a Europa previa gastar, entre 2007 e 2014, 4,5 biliões de euros no Oceano Atlântico, a que acrescem 16 milhões de euros para energias marítimas renováveis.

«Grande parte desse valor da Comissão Europeia virá para Portugal», afirmou Maria Damanaki aos jornalistas durante a conferência do Atlântico, acrescentando «haver a perspectiva de que o montante, numa segunda fase, seja ainda mais elevado». Uma decisão a ser tomada nos próximos dias, referiu.

A responsável adiantou ainda que é fundamental para a Europa avançar com uma política de pesca responsável e sustentável e anunciou a criação de uma linha de crédito para projectos de aquacultura, disponível também para o nosso país. Maria Damanaki, salienta que estas duas medidas têm por objectivo combater a elevada taxa de importação de peixe proveniente de países como a China e Vietname, que anualmente aumentam em 10 por cento a suas produções em aquacultura.

«Sessenta a 80 por cento do peixe que consumimos é importado. É uma situação que não podemos aceitar. É necessária uma reforma para avançar em direcção a uma pesca responsável. Além disso, iremos criar uma nova linha de financiamento para impulsionar projectos de aquacultura, disponível também para Portugal», afirmou a comissária. Sobre a estratégia marítima apresentada pela Comissão Europeia para o Atlântico, Maria Damanaki adiantou que esta «vai aproveitar as especificidades do oceano e avançar com um plano concreto de acção» para «se obter um crescimento sustentável e a criação de mais emprego, muito importante nesta altura de crise».
Ler mais/Fonte: normark.pt

 

 

Glossário Náutico por Rui Salvador

Glossário Náutico por Rui SalvadorPalavras do autor: "Ao longo do meu percurso de leitor, habituei-me a pesquisar e anotar o significado de termos desconhecidos existentes num qualquer texto. O mesmo aconteceu com a leitura da obra "A Caravela Portuguesa e as Navegações Henriquinas" do Comandante de Marinha, Quirino da Fonseca e a pesquisa resultou na elaboração de um pequeno folheto que anexei à referida obra. Mas como o interesse no tema era grande, a pesquisa não se ficou pela referida obra e partiu para "Além-mar", i.e., iniciei uma procura de todos os termos relativos ao mar e à navegação marítima, nomeadamente termos referentes ao navio (sua composição e estrutura) e à navegação, de vários tipos: recreio, mercadorias, cruzeiro, militar, desportiva, etc. Entretanto nesta busca, a obra seguiu o rumo de introduzir o maior número de termos que fosse possível encontrar bibliograficamente acerca dos assuntos do mar."

"Assim, este glossário "navega pelos mares" das: Geografia; Meteorologia; Construção Naval; Pesca; Ictiologia; Direito do Mar; Ambiente; Navegação; Náutica; Aeronáutica; Astronáutica; Tecnologia Naval e Estruturas e Organizações, públicas e privadas, relativas ao mar ou à navegação. Após pesquisa efectuada no mercado editorial, verifiquei a existência de algumas obras neste âmbito, umas com referências a termos náuticos actuais (em 1990) e antigos, outras com traduções em várias línguas, mas nenhuma com o leque de temas náuticos tão vasto quanto este "Glossário Náutico", apesar de não considerar esta, uma obra completa até porque, com o constante desenvolvimento tecnológico a que o mundo assiste diariamente, seria praticamente impossível considerá-la como tal.
Estamos portanto na presença de uma obra que será sempre alvo de revisão, mas que neste momento é a mais actual. Eis o "Glossário Náutico"."
Pode adquirir na: amazon.com

 

 

   

Novembro 2011

Lancha de Pilotos «João Vaz Corte-Real» capa da revista Maritime Journal

Lancha de Pilotos «João Vaz Corte-Real» capa da revista Maritime Journal A prestigiada revista internacional Maritime Journal escolheu para capa uma foto da lancha de Pilotos "João Vaz Corte-Real" ( Velas), constando também no seu interior um artigo sobre as quatro lanchas que estão a ser construídas no estaleiro irlandês Safehaven Marine, lanchas destinadas aos portos de Velas, Horta, S. Roque e Flores.
Ler mais/Fonte: O Porto da Graciosa

 

 

 

 

 

 

Atlânticoline alterou especificações dos novos navios para o grupo Central

Atlanticoline Os novos barcos que vão operar no Grupo Central dos Açores serão maiores do que o previsto, mas também terão motores mais lentos. O novo caderno de encargos reduz em dois nós a velocidade de serviço dos barcos e também a potência dos motores. A Atlânticoline justifica as alterações com a necessidade de poupar combustível.

O primeiro concurso ficou deserto, por isso a Atlânticoline, a empresa pública que gere o transporte marítimo, alterou as regras. A velocidade máxima dos barcos, que antes deviam atingir 16 nós e meio a 100 por cento das máquinas, foi reduzida em apenas meio nó, alegadamente para poupar combustível. Carlos Reis, presidente do Conselho de Administração da Artlânticoline, reconhece que a maior redução verifica-se na velocidade de cruzeiro dos novos barcos, que baixa de 16 para apenas 14 nós. A potência dos novos barcos poderá ser também inferior. O primeiro caderno de encargos determinava que os barcos deveriam operar, a maior parte do tempo, entre 85 a 100 por cento da sua capacidade máxima.

 

Uma exigência agora reduzida para menos de metade da potencia a 80% do tempo. Carlos Reis diz que não é na velocidade, mas sim nas manobras, que é preciso maior potência. Alterações técnicas que, a juntar ao aumento em três metros de comprimento nos novos barcos, deverá torná-los mais lentos. Os atuais cruzeiros, recorde-se, atingem velocidades na ordem dos 12 a 13 nós.
Ler mais/Fonte: RTP Açores

 

 

Tavira espera que obra do porto de pesca esteja no PIDDAC 2012

Gilao-450x300A Câmara Municipal de Tavira aguarda com expectativa que a obra do porto de pesca da cidade esteja incluída no PIDDAC (Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central) para o próximo ano, com verba suficiente para que possa ser adjudicada a empreitada.

Jorge Botelho, presidente da Câmara de Tavira, diz ter «informações seguras» de que a obra está contemplada no PIDDAC, mas desconhece com que montante, uma vez que esse programa, parte integrante do Orçamento de Estado, ainda não foi divulgado pelo governo.

 

«Foi uma luta muito grande que tivemos com o anterior governo, para que fizesse a abertura do concurso público para esta obra», da responsabilidade do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM), disse Jorge Botelho ao Sul Informação. Mas o concurso fez-se e agora «estamos na fase de adjudicação. Há uma empresa selecionada, mas é preciso que este governo confirme o avanço da obra, inscrevendo dinheiro para ela no PIDDAC», acrescentou o autarca.
Ler mais/Fonte: Sul Informação

 

 

   

Outubro 2011

Localizada carga de navio britânico afundado com 220 toneladas de prata

Localizada carga de navio britânico afundado com 220 toneladas de prataSegundo a Odyssey Marine Exploration, a recuperação da carga deste navio, que será o maior tesouro submarino alguma vez encontrado, deverá começar na Primavera de 2012. Uma sociedade norte-americana anunciou que foi localizada e identificada a carga de um navio britânico afundados pelos alemães em 1941 com 220 toneladas de lingotes de prata.

De acordo com um comunicado da Odyssey Marine Exploration, este será o tesouro submarino mais valioso alguma vez encontrado. «Terminámos a primeira fase do projecto, a localização e identificação da carga e agora trabalhamos na fase da recuperação», explicou Andrew Craig, citado nesta nota.

Segundo esta sociedade, a recuperação desta carga, que está a 4700 metros de profundidade ao largo da Irlanda no Oceano Atlântico, deverá começar na Primavera de 2012. A localização da carga do Gairsoppa, um navio de 125 metros de comprimento afundado em Fevereiro de 1941 quando vinha da Índia, foi feita através de submarino teleguiado. Dos 85 passageiros que se encontravam neste navio quando este foi atingido por um submarino alemão, apenas um conseguiu sobreviver depois de 13 dias em alto mar. Ler mais/Fonte: TSF

 

 

Volkswagen Aqua Concept Car Design

Volkswagen Aqua Concept Car DesignO chinês Yuhan Zhang, formado pela Xihua Universty em design industrial, com apenas 21 anos, criou um conceito futurista de um veículo híbrido para a Volkswagen.

Impulsionado por uma turbina de hidrogénio, a proposta do conceito é um veículo que se adapte a qualquer terreno chinês. Que consiga andar em lagos, rios, águas costeiras, estradas, zonas húmidas e neve. Ler mais/Fonte: AutoShoppingGuarulhos

 

 

Frota global contará com navios maiores

Frota global contará com navios maioresDe acordo com a Alphaliner, em meados de Agosto, 133 novos porta-contentores iniciaram serviços este ano, trazendo a frota global para 4.900 navios, o que representa uma capacidade de 15 milhões de Teus. Indica também que outros 659 porta-contentores, apresentando capacidade de outros 4,5 milhões de Teus, estão prontos a ser entregues. Ler mais/Fonte: ConexãoMaritima

 

   

Setembro 2011

Tubarões avistados no Algarve são boa notícia para a costa portuguesa

Tubarões avistados no Algarve são boa notícia para a costa portuguesaO avistamento de dois tubarões no Algarve é boa notícia porque significa que a costa portuguesa está rica em peixe, diz ao PÚBLICO Élio Vicente, biólogo do Zoomarine do Algarve, reagindo à notícia do avistamento de dois animais numa praia em Vila do Bispo, que fez com que os banhistas fugissem da água. Os tubarões, de espécie desconhecida, foram vistos na praia do Zavial, na costa Sul, em Vila do Bispo, pouco depois das 17h30.

Os animais foram primeiro confundidos por golfinhos, mas depois confirmou-se que eram tubarões. De acordo com a Lusa, os nadadores-salvadores da praia mandaram os banhistas sair da água, incluindo três pessoas que estavam a fazer caça submarina. O acontecimento gerou um certo pânico e ninguém voltou ao mar, mesmo depois de os animais se afastarem da praia e desaparecerem.

“Estes animais sempre estiveram nas nossas águas, normalmente as pessoas não vêem, mas eles estão lá”, disse Élio Vicente. “Representam tanto um risco quanto um cão desconhecido no quintal do vizinho”, explicou o biólogo, acrescentando que se deve usar a precaução e sair da área em função de cada situação, mas explicou que os nossos tubarões alimentam-se de peixes e não de mamíferos marinhos e por isso “não representam perigo”. E acrescentou que “mais rapidamente no Algarve uma pessoa será ferida por golfinhos do que por tubarões”. Ler mais/Fonte: Público

 

 

Os portos mais movimentados do Brasil e do mundo

Os portos mais movimentados do Brasil e do mundoExistem mais de 2000 portos no mundo, desde aqueles com apenas um berço (espaço para um navio) que movimenta algumas centenas de toneladas por ano, até aos portos multi-tarefa que movimentam mais de 300 milhões de toneladas por ano. No Brasil há 41 portos marítmos e 16 portos fluviais.

o mundo todo, 36% do tráfego nos portos é de produtos a granel líquido (óleo, derivados de petróleo e químicos), 24% de granéis secos (carvão, ferro, grãos, bauxita e fosfato) e 40% de cargas variadas.

Durante as últimas décadas, o uso de contêineres para transporte de carga aumentou constantemente. Contêineres são grandes caixas de metal feitas em tamanho padrão em múltiplos de 20 pés (6 metros) chamadas twenty foot equivalent units (unidades equivalentes a 20 pés – TEUs). No ano de 2003 a produção de contêineres alcançou 20 milhões de TEUs, e a China foi responsável por mais de 90% desse resultado. O transporte usando containers apresenta diversas vantagens: o produto precisa de menos embalagens, eles evitam alguns danos, e eles promovem uma alta produtividade em diversas etapas de manuseio e transporte. Ler mais/Fonte: ComexBlog

 

 

Novo cais de acostagem no Seixal

Novo cais de acostagem no SeixalA 1ª Fase da empreitada de recuperação do Cais de Pedra do Seixal está concluída. A intervenção integra o projecto da Estação Náutica Baía do Seixal, que inclui os Núcleos de Náutica de Recreio do Seixal e Amora.

A obra está prevista no Programa de Regeneração e Valorização da Frente Ribeirinha Seixal/Arrentela, um investimento de 12 milhões de euros, dos quais 3,5 milhões são comparticipados pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), sendo o restante valor suportado pela CM Seixal.

A 1ª fase da recuperação do Cais da Pedra, no valor de 160 mil euros, financiados pela autarquia do Seixal e pelo POR (Programa Operacional Regional) Lisboa, teve início em Março de 2011 e integrou a criação de intra-estruturas de suporte à actividade náutica, salvaguardando as características naturais da Baía do Seixal. Ler mais/Fonte: Rostos.pt

 

   

Agosto 2011

AMERICAS'S CUP anima Cascais
Portugal é o ponto de partida para a 34ª edição da prova

americasPortugal recebe, pela primeira vez, uma das mais importantes provas náuticas a nível mundial. Cascais é o ponto de partida para a 34ª edição da America's Cup World Series.

É a competição desportiva mais antiga e uma das mais importantes do calendário desportivo. Os barcos mais rápidos do mundo e os melhores velejadores da actualidade estão por estes dias em Portugal (de 6 a 14 de Agosto). Ler mais/Fonte: Video TVI

 

 

«Retorno da America’s Cup em Cascais é óptimo»

monteiro_barrosNem a provável saída de dois barcos por dificuldades financeiras abala o optimismo de um anfitrião da prova.

Patrick Monteiro de Barros será um dos anfitriões da America's Cup World Series, cuja prova de abertura decorre em Cascais de 6 a 14 de Agosto. As datas é que "precisam de ser ajustadas para arranque a 15 de Junho ou 15 de Agosto, evitando-se as tempestadas de sudoeste", diz o experiente velejador.

Ler mais/Fonte: Diário Económico

 

Tesouros subaquáticos ameaçados no Arade

tesouro_aradeAs centenas de achados arqueológicos que já foram identificados mas subsistem no fundo do rio Arade estão ameaçados.

O perigo vem das âncoras das embarcações, da constante mobilidade das areias, das fortes correntes, mas também da falta de apoios para estudar e resgatar a abundância de vestígios perdidos no fundo do rio, que percorrem todas as épocas e podem vir a contar a história da região.

Ler mais/Fonte: Jornal do Algarve

   

Julho 2011

Xangai supera Singapura em movimento mundial de carga

Xangai_Donghai_BridgeA China não se teria tornado o maior exportador do mundo sem os seus portos e nenhum deles retrata tão bem a rapidez da transformação da infra-estrutura do país como porto de Yangshan, que ajudou Xangai a ultrapassar Singapura e a transformar-se na cidade com maior movimentação de carga do mundo em 2010.

Inaugurado em dezembro de 2005, Yangshan foi construído em inacreditáveis dois anos e meio, incluindo a ponte de 32,5 km de extensão e 31,5 metros de largura que liga o porto ao continente - a Rio-Niterói tem 13,29 km e demorou cinco anos para ser concluída, no período áureo das megaobras brasileiras.

Chamada de Donghai, a ponte é a segunda mais longa do mundo sobre o mar, perdendo apenas para outra construção vizinha, sobre a baía de Hangzhou - com 35,67 km, ela liga o próspero Delta do Rio Yangtzé ao porto de Ningbo, quarto maior da China. Com investimento total estimado em US$ 14 bilhões, Yangshan foi planejado em distintas fases e estará totalmente concluído em 2020, quando deverá ter capacidade anual para 15 milhões de contêineres. Em cada um dos últimos cinco anos, o movimento no porto teve aumento médio de 32,5% e alcançou o total de 10 milhões de contêineres em 2010, o equivalente a um terço da carga total de Xangai, que possui outros dois portos.

O planejamento de longo prazo, típico das autoridades chinesas, já prevê a expansão de Yangshan para uma ilha vizinha depois de 2020, caso fique claro que sua capacidade futura não será suficiente para atender a demanda. Nas últimas duas décadas, a China passou por uma revolução em sua infraestrutura, com pesados investimentos na área de transporte, que permitiram a emergência do país como a nova "fábrica do mundo". Segundo estatísticas da empresa Containerisation International, em 1989 não havia nenhum representante chinês entre os 20 maiores portos de contêineres do mundo.

Ler mais/Fonte: Epocanegocios

 

Economia do mar responde por mais de 5% do PIB

economia_do_marOs negócios que têm directa e indirectamente a ver com o mar devem responder por mais de 5% do PIB português - o que os coloca num patamar próximo dos 8 mil milhões de euros, segundo dados não definitivamente coligidos mas possivelmente "conservadores" de Rui Azevedo, director executivo da Oceano XXI - Associação Para o Conhecimento da Economia do Mar, que organizou, no últimos quatro dias e em parceria com a Associação Empresarial de Portugal, o Fórum do Mar.

Conservadores ou não, o certo é que o potencial do cluster do mar - parte dele aparentemente nunca dantes navegado - "é imenso" e, grosso modo, divide-se em duas áreas diversas: a dos negócios tradicionais; e a dos negócios emergentes.

Para Rui Azevedo, importa ao País não abrir mão de qualquer das duas vertentes: a primeira porque encerra riquezas já bem conhecidas (desde a pesca até ao turismo, passando pela actividade portuária ou a reparação de navios); e a segunda porque esconde um potencial previsivelmente ainda maior, mas que é preciso desvendar.

Ler mais/Fonte: Diário Económico

 

Governo admite renegociar concessões portuárias

porto_contentorNo capítulo dedicado ao sector dos portos, o Programa de Governo compromete-se a “avaliar e renegociar, sempre que tal se justifique, os contratos de concessão existentes tendo em vista a redução do custo da movimentação das cargas, quer na exportação, quer na importação”.

Também pretende “melhorar o modelo de governação do sistema portuário”, mas sem confirmar se tal passa pela criação de uma “holding” que junte os maiores portos portugueses. E como já consta do memorando assinado com a troika, vai igualmente “rever e modernizar o quadro jurídico que rege o trabalho portuário, tornando-o mais flexível e coerente com as disposições do Código do Trabalho”.

De resto, ainda na área portuária, o Programa de Governo compromete-se a “melhorar a efectiva integração dos portos no sistema global de logística e Transportes”, a “prosseguir e intensificar a modernização tecnológica dos instrumentos de gestão portuária, tendo em vista aumentar a eficiência dos portos portugueses (Janela Única Portuária, Janela Única Logística, etc. )”, e a “melhorar a atractividade dos portos portugueses, com vocação adequada, para o reforço da captação dos fluxos turísticos internacionais, promovendo a existência de terminais de cruzeiro”.

Ler mais/Fonte: Jornal de Negócios

   

Junho 2011

Duas ilhas desaparecem do mapa

2ilhas-desaparecemDuas pequenas ilhas, Poomarichan e Villanguchalli, entre o Sri Lanka e a Índia, afundaram-se. As consequências da acção do homem na Terra começam a mudar a cartografia, do outro lado do globo. As mais recentes vítimas são Poomarichan e Villanguchalli: duas pequenas ilhas no Pacífico que já não aparecem em imagens de satélite. Os territórios que apenas estavam entre três e cinco metros acima do nível do mar ficaram submersos devido à excessiva exploração dos recifes de corais.

Embora agora estas façam parte de um arquipélago de 21 formações protegidas no golfo de Mannar, Poomarichan e Villanguchalli não tinham, até 2002, regularização nesta matéria, levando a uma intensa mineração dos corais.

Muitos argumentam também que a subida do nível do mar, causada pelo aquecimento global, tenha sido a principal responsável por este desaparecimento. Entre estes defensores está Balaiji, chefe do serviço de protecção de florestas e vida selvagem do estado Tamil Nadu, onde foi estabelecido o protocolo de protecção ambiental. Contudo, a ciência discorda. Segundo Simin Holgate, do Laboratório Oceanográfico Proudman, em Liverpool, o nível do mar nesta região tem subido abaixo da média global.

Não é a primeira vez que ilhas de igual tamanho desaparecem. Na verdade, as "ilhas que desaparecem" são bastante comuns na costa indiana. Lohachara, uma das mais conhecidas, chegou a ser habitada por mais de 6 mil pessoas, até submergir por uns bons anos durante as décadas de 80 e 90. Em 2009, o "Times of India" anunciou que a ilha estava a emergir da água outra vez. M. V. C.

Ler mais/Fonte: Ionline

 

Câmaras cortam 30% na manutenção e limpeza das praias

arrabidaNo arranque da época balnear, as praias portuguesas vão contar com menos manutenção que em anos anteriores. As câmaras preparam-se para cortar cerca de 30% nas verbas para o sector. "Há cortes na requisição de pessoal. E isso é fatal", adianta ao Diário Económico Manuel Luz, membro do conselho directivo da Associação Nacional de Municípios e presidente da Câmara Municipal de Portimão.

É o caso da câmara municipal de Portimão, que, segundo Manuel da Luz, "no ano passado tinha entre seis a dez funcionários, e para este ano vamos ficar com metade". Na câmara ao lado, em Faro, o presidente da autarquia Macário Correia reduziu em um mês a época balnear que vai começar no próximo dia 15 de Junho e acabar a 15 de Setembro.

Esta é já uma das consequências que se fazem sentir com o corte anunciado de 175 milhões de euros nas transferências para os municípios, previstos para 2012, que constam no acordo entre a ‘troika' e o Governo. Para além deste corte de financiamento, o presidente da Câmara de Portimão sublinha ainda que "nunca houve financiamento da administração central" para este sector. Assim, segundo Manuel da Luz, a limpeza das praias "pode vir a ser afectada" e "se calhar há câmaras que em vez de fazerem a limpeza diária das praias vão optar por uma limpeza semanal".

Ler mais/Fonte: Diário Económico

 

Turismo do Douro faz parceria com a National Geographic

natgeosocietyA Turismo do Douro pretende colocar a região no mapa da Rede Internacional de Destinos Geoturismo da National Geographic Society, com o objectivo “de fomentar boas práticas de turismo sustentável e contribuir para a internacionalização do destino”. Com vista a receber bem os visitantes, vai também investir no alargamento da rede de apoio ao visitante, com três novos Centros de Informação Turística (CIT), em Lamego, Penedo e Torre de Moncorvo.

Os contratos de financiamento destes projectos foram assinados pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN) e pela Turismo do Douro no dia passado dia 27 de Maio, no quadro do “ON.2 – O Novo Norte” (Programa Operacional Regional do Norte). Para o desenvolvimento da parceria com a National Geographic haverá 120 mil euros. Os três novos CIT contam com um investimento de 600 mil euros, de um total de quase quatro milhões que serão investidos na criação da rede, com o apoio do ON.2.

A parceria com a National Geographic será assinada até Dezembro de 2011, altura em que se assinala uma década da elevação do Alto Douro Vinhateiro a Património Mundial da UNESCO.

Com a adesão a esta plataforma, António Martinho, presidente da Turismo do Douro, assume “a ambição de dar a conhecer ao mundo a autenticidade, identidade e beleza únicas do vale do Douro, destino de excelência junto da Organização Mundial de Turismo, que a própria National Geographic reconheceu como o 16º melhor destino para turismo sustentável, a nível mundial, e o 7º da Europa, em 2009”.

Ler mais/Fonte: Pubituris

   

Maio 2011

Porto de pesca de Albufeira corrigido

barra-albufeira-gO porto de pesca de Albufeira foi inaugurado com uma entrada de barra virada a sueste. Oito anos depois, o Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM) prepara uma intervenção para corrigir um problema que tem impedido o funcionamento normal da infra-estrutura.

"À entrada da barra há um cerro no fundo", disse ao CM Antero Nobre, pescador de 52 anos. "Os ventos de Levante [sueste] trazem muita corrente e as areias acumulam-se nos molhes", explicou outro pescador, David Martins, de 28 anos.

Segundo os pescadores, a entrada da barra está assoreada junto à parte interior do molhe de fora. Dizem os homens do mar que a profundidade inicial era de 10 metros e que actualmente é de apenas quatro metros. Além disso, a entrada do mar de sueste obrigou a retirar do porto as estruturas de acostagem, o que dificulta o funcionamento da lota.

Os pescadores sugerem o prolongamento do molhe de fora com curva para terra. E é isso que o IPTM vai fazer. "O projecto de prolongamento está a ser feito e a obra deve avançar no próximo ano", disse ao CM Brandão Pires, director-delegado do IPTM Sul, indicando um investimento de dois milhões de euros. O desassoreamento, disse Brandão Pires, é da responsabilidade da Marina de Albufeira, que deverá intervir no início do Verão.

Ler mais/Fonte: Correio da Manhã

 

Petição a favor de Comissão Parlamentar para as Políticas do Mar reuniu mais de 500 assinaturas num dia

assembleiadarepublica-mar-gA petição lançada por um grupo de cidadãos que pretendem a criação de uma Comissão Parlamentar para as Políticas do Mar já reuniu mais de 500 assinaturas, esperando os subscritores que os futuros deputados concretizem a iniciativa.

Depois de na semana passada terem entregue a proposta na Assembleia da República, juntamente com uma carta dirigida ao seu Presidente, Jaime Gama, os promotores, ligados ao sector, lançaram na terça-feira uma petição com o mesmo intuito; um dia depois já reunia mais de 540 assinaturas. "Contamos que até às próximas eleições [o número de subscritores] cresça muito mais e os deputados eleitos sejam fiéis à vontade expressa pela sociedade civil", disse à agência Lusa Fernando Castro, primeiro subscritor e secretário-geral do Fórum para a Economia do Mar.

No texto da petição é defendido que a "Assembleia da República pode dar o contributo decisivo à resolução de um longo problema quanto às políticas públicas do mar". "Uma comissão parlamentar será apta, como nenhuma outra estrutura, a articular, na perspectiva de uma comum estratégia do mar, as políticas que se exercem em sectores longamente estruturados, como Marinha, pescas, portos e transportes marítimos, e aquelas que se projectam em dezenas de outras áreas dispersas pelos respectivos departamentos", lê-se no documento.

A proposta que foi entregue no Parlamento foi subscrita pelo deputado do CDS-PP Ribeiro e Castro, o almirante Alexandre da Fonseca, pelo presidente do Fórum Empresarial da Economia do Mar, Bruno Bobone, o presidente da Comissão Executiva da Lisnave, Frederico Spranger e o presidente do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos, João Carvalho, entre outros.

São ainda subscritores outros deputados, dirigentes de organizações de produtores, investigadores científicos e o especialista em política dos Oceanos Tiago Pitta e Cunha, do gabinete do Comissário para os Assuntos Marítimos da Comissão Europeia.

Ler mais/Fonte: Lusa

 

Associação Portuguesa de Portos de Recreio - Triénio 2011-2013

marina7-gRealizou-se no dia 28 de Março de 2011, nas instalações da APL, S.A. a Assembleia Geral da Associação Portuguesa de Portos de Recreio - APPR para a apresentação, discussão e votação do Relatório e Contas de 2010 e a eleição dos corpos gerentes para o triénio 2011-2013.

Foram eleitas a Mesa da Assembleia Geral, o Conselho Fiscal, o Conselho Consultivo e a Direcção, órgãos que passam a ser presididos respectivamente por, Engº Fernando Manuel Nascimento da APTO, S.A. (Açores), Engº Vilar Filipe da Marina do Parque das Nações, S.A., Dr. Manuel Maltez da ABAE (Bandeira Azul da Europa) e Isolete Correia da Marina de Vilamoura, S.A.

No Plano de Actividades para o triénio 2011-2013 ressaltam os objectivos de criar condições para uma maior afirmação das Marinas e Portos de Recreio Portugueses no enquadramento nacional e internacional,tendo em vista colocar Portugal como destino de referência a nível Mundial nesta área, e a actualização e monitorização estatística do sector.

Integram também o conjunto de objectivos apresentados para o triénio a realização de Seminários abordando temas de interesse para a actividade, o desenvolvimento de uma estratégia para a promoção conjunta dos associados a nível internacional, a intensificação das medidas na área ambiental, com o apoio da Bandeira Azul da Europa, e dar continuidade às parcerias estratégicas com associações de Marinas na Europa e Estados Unidos da América.

Ler mais/Fonte: IPTM

   

Abril 2011

Cinco navios encalharam na costa britânica devido ao fenómeno lunar

super-lua1-gA super-lua foi "acusada" de causar o encalhe de cinco navios em poucas horas numa das rotas marítimas mais movimentadas do mundo. Os navios colidiram com bancos de areia que normalmente não se encontram expostos, no Solent, entre a Ilha de Wight e a costa de Hampshire, já que o fenómeno originou profundidades menores.

Ler mais/Fonte: http://www.blogmercante.com

 

«Shiplover» da Madeira tem mais de 40 mil postais

dimas-gDimas Almada adora navios e colecciona postais, muitos postais das embarcações com que se vai cruzando, a bordo das quais sobe, e já subiu a muitas, postais dos navios em que viaja. A colecção já ultrapassa as quarenta mil unidades.
Tudo começou no miradouro das Cruzes, que ficava perto da casa dos avós. Dali contemplava o frenético movimento diário do Porto do Funchal, em tempo de passagem de muitos paquetes soviéticos.

Ler mais/Fonte: http://www.portogente.com.br

 

Gás-mostarda contra a pirataria

macetanks-gPara evitar os constantes ataques piratas, na região do corno de África, uma empresa desenvolveu um criativo e talvez eficaz meio para evitar a abordagem de navios por piratas. Gás-mostarda! Sim, o mesmo que é usado para defesa pessoal, agora usado para afastar os piratas dos navios...

Ler mais/Fonte: http://www.blogmercante.com

   

Março 2011

Centro de medicina subaquática hiperbárica da marinha (CMSHM)

hiperbaricaPelo ano de 1953, dada a premência de apetrechar a Armada com meios de auxílio médico-terapêutico especializado no suporte a possíveis acidentes disbáricos decorrentes do mergulho militar e para salvamento marítimo, foi adquirida a 1.ª câmara de descompressão do país, instalada na Escola de Mergulhadores, sediada na Esquadrilha de Submarinos. Deste modo, desencadeia-se de forma pioneira e simultaneamente a Medicina de Mergulho e Hiperbárica, sob tutela do Serviço de Saúde da Esquadrilha de Submarinos. A câmara de 1953 perante os padrões actuais, encontra-se obsoleto e que foi transferido para o Museu da Marinha. Em 1967, é adquirida pela própria Escola de Mergulhadores uma 2.ª câmara hiperbárica, dotada de maior capacidade operacional e do ponto de vista tecnológico, mais desenvolvida que a de 1953. Em 1968, inicia-se em Portugal a aplicação da oxigenoterapia hiperbárica, até à data efectuada por recurso a equipamentos de mergulho autónomo de circuito fechado com O2 puro.

De salientar que o apoio ministrado pelo CMSHM, de forma permanente em regime de serviço de urgência, entrou em funções em Janeiro de 1992. Na última década, por via da assistência administrada pelo CMSHM, em funcionamento desde 1989, alcançou-se um aumento da profundidade de intervenção dos Mergulhadores Sapadores da Armada, mediante a adaptação do organismo humano à imersão na ordem dos 91 metros, permitindo à Armada alargar a capacidade de guerra de minas e aperfeiçoar o auxílio ao salvamento marítimo. O CMSHM está equipado com duas câmaras multilugar totalmente medicalizadas, instaladas em 1989 e 2001 respectivamente, com capacidade para tratar em simultâneo 24 doentes em posição sentada, quer em estado crítico ou necessitados de ventilação assistida.

De realçar que esta unidade médica militar tem também prestado um verdadeiro serviço público permanente a pacientes militares e à sociedade civil, sua principal utilizadora e beneficiária, no tratamento de patologias hospitalares agudas e crónicas, uma das razões pela qual mantêm-se sediada no Hospital da Marinha.

No que concerne ao serviço público prestado pelo CMSHM, o mesmo está vocacionado para tratamento de doentes com diferentes patologias, em que o oxigénio (oxigenoterapia hiperbárica) serve de meio complementar de tratamento: infecciologia, cirurgia plástica e reconstrutiva, lesões pós traumáticas, atrasos de cicatrização, lesões induzidas pela exposição a radioterapia, casos clínicos de surdez súbita; afecções oftalmológicas, neurológicas, toxicológicas, gastrenterológicas.

São um serviço de utilização comum aos 3 ramos das FA’s desde de 1995 e uma referência nacional (reconhecido pela Ordem dos Médicos e Faculdades de Medicina do país) e internacional, constando inclusivo nas listas da NATO ADIVP-2 e "Undersea and Hyperbaric Medical Society" e da "European Underwater Baromedical Society", como autoridade nacional para apoio terapêutico aos acidentes do mergulho.

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Caravela redonda

Caravela redondaA caravela é uma invenção portuguesa, em conjunto com os conhecimentos que foram adquiridosaos árabes. A caravela foi uma embarcação usada pelos portugueses e espanhóis durante a Era dos Descobrimentos, nos séculos XV e XVI. Segundo alguns historiadores, o vocábulo é de origem árabe carib (embarcação de porte médio e de velas triangulares - velame latino). De acordo com outros, no entanto, a palavra seria derivada de carvalho, a madeira usada para construir as embarcações. A caravela é um navio rápido, de fácil manobra, apto para a bolina, de proporções modestas e que, em caso de necessidade, podia ser movido a remos. As caravelas eram navios de pequeno porte com três mastros, um único convés, ponte sobrelevada na popa e deslocavam 50 toneladas. As velas «latinas» (triangulares) eram duas vezes maiores que as das naus, o que lhes permitia ziguezaguear contra o vento e, consequentemente, explorar zonas cujo regime dos ventos era desconhecido. Apetrechada com artilharia, a caravela transformou-se mais tarde em navio mercante para o transporte de homens e mercadorias.
Gil Eanes utilizou um barco de vela redonda, mas seria numa caravela (tipo carraca) que Bartolomeu Dias dobraria o Cabo da Boa Esperança, em 1488. A caravela era muito eficiente quando utilizada em mares de ventos inconstantes como o Mediterrâneo, por causa de suas velas triangulares. Porém, com as viagens às Índias com ventos mais calmos, não era uma vantagem, por ser mais lenta que as velas redondas. A necessidade de maior tripulação, armamento, espaço para mercadorias fê-la ser substituída por navios mais potentes.

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A Laura está quase

esta_quase Já vai algum tempo...que saudades... de facto o tempo tem sido muito curto, mas já faltou mais... a disponibilidade será maior com certeza nos próximos meses...

or agora, aqui ficam novas fotos do Vouga LAURA, obra do meu talentoso irmão, lá por terras de onde nasce o rio que dá nome à classe. A primeira camada está quase
... falta o resto...navegará este ano pelas águas da nossa ria?...Aceitam-se apostas...ou será que já as há?!

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Fevereiro 2011

Base Naval de Lisboa (BNL)

Base Naval de LisboaPrincipal base operacional da Marinha Portuguesa, sendo o local onde se baseia a grande maioria da sua esquadra. A BNL está instalada no Perímetro Militar do Alfeite, na margem sul do Rio Tejo, junto à cidade de Almada, o qual também abrange outras unidades da Marinha, tais como a Escola Naval e o Arsenal do Alfeite. A BNL foi criada oficialmente no dia 3 de Dezembro de 1958, com as atribuições da então chamada Intendência de Marinha do Alfeite. O plano de instalação de um arsenal e de uma base naval no Alfeite vem desde os finais do séc. XIX. O objectivo era concentrar todas as instalações navais que se distribuíam por várias docas, quartéis e outras instalações de Lisboa num único local. O processo de deslocamento da Marinha para o Alfeite começou a seguir à 1ª Guerra Mundial, primeiro com a transferência do arsenal e seguidamente de outras unidades e organismos, processo que só ficou concluído após a 2ª Guerra Mundial.

A Base Naval de Lisboa foi criada oficialmente pelo Decreto n.º 41 989 de 3 de Dezembro de 1958, com o objectivo de apoiar, do ponto de vista logístico, as unidades navais baseadas no porto de Lisboa e de desempenhar as funções da então extinta Intendência de Marinha do Alfeite que incluíam a manutenção de todas as instalações da Armada no Alfeite que não estivessem a cargo de outras entidades. A BNL constituía uma unidade da Armada, cujo comandante - um contra-almirante - estava na dependência directa do chefe do Estado-Maior da Armada.

Lisboa e o vizinho estuário do Tejo constituíram sempre a principal base da Marinha Portuguesa, desde os seus primórdios no século XII, tanto devido à importância da cidade como às óptimas condições de porto natural que o enorme estuário oferece. Durante a época da Expansão Marítima Portuguesa, nos séculos XV e XVI, Lisboa e o Tejo tornaram-se, além de porto comercial, na maior base naval do mundo, constituindo o ponto de partida de Vasco da Gama para a descoberta do caminho marítimo para a Índia.

Até à Primeira Guerra Mundial, na realidade, não existia uma única base naval, mas uma série de pequenas bases e outras instalações localizadas em vários pontos das duas margens do Tejo. Entre outras, no início do século XX, existia o Arsenal da Marinha de Lisboa e a Doca da Marinha junto ao Terreiro do Paço, a Estação de Submersíveis na Doca de Belém, o Centro de Aviação Naval de Lisboa na Doca do Bom Sucesso, a Base da Flotilha Ligeira em Vila Franca de Xira, a Base de Torpedeiros em Vale de Zebro e o Quartel do Corpo de Marinheiros em Alcântara. Oficiosamente, o conjunto destas instalações navais era já ocasionalmente referido como "Base Naval de Lisboa".

No final do século XIX, começou a ser proposta e estudada a construção de um novo arsenal de marinha, uma vez que as condições do Arsenal de Lisboa - cujas instalações haviam sido construídas no século XVIII, no centro da cidade - limitavam o desenvolvimento da sua capacidade de construção naval. O local apontado para a localização do novo arsenal foi o Palácio e Quinta Real do Alfeite - localizados perto de Almada, junto à margem sul do Tejo - utilizados como residência de verão da Família Real Portuguesa desde meados do século XVIII. Com a ideia da construção do novo arsenal no Alfeite, desenvolveu-se também o projecto da concentração no mesmo local de outras instalações da Marinha que se encontravam dispersas. Essa concentração traria, por um lado, maiores facilidades logísticas e, por outro lado, também serviria para afastar os marinheiros da Armada da agitação política de Lisboa.

Ler mais/Fonte: http://salvador-nautico.blogspot.com

 

O mais rápido do mundo

l'hydroptereSetembro do ano passado. Alain Thébaut andava incerto sobre aquilo. O navegador tinha o seu barco ancorado ali, na baía de Hyères, sul da França. No aguardo apenas de uma decisão sua. As condições metereológicas pareciam favoráveis. Sol, vento soprando e mar liso. Ainda assim, ele se mostrava reticente. Faltava confiança. Resolveu, então, testar por alguns minutos. O resultado acabou sendo animador.
Suficientemente animador para motivar Thébaut a convocar sua tripulação e tentar atingir aqueles números que pairavam sobre a sua mente. Foram segundos angustiantes, mas de alívio ao seu final. O objetivo havia sido alcançado. Comandado pelo capitão francês, o l'Hydroptère, um trimarã de 60 pés, batera dois recordes absolutos de velocidade dentro d'água.
O primeiro ao atingir 51,36 nós numa distância de 500 metros e o segundo após alcançar 41,5 nós na milha náutica. Alain Thébaut realizava um sonho. Mais do que isso. Afastava de uma vez por todas as piadas que, no início do projeto, ainda nos anos 70, acompanhavam o veleiro devido à sua instabilidade.

A marca nos 500 m resistiria até a primeira metade desse mês, quando o kitesurfer Alex Caizergues conseguiu registrar a velocidade de 54,1 nós, rompendo a barreira dos 100 km/h e estabelecendo um novo recorde mundial em evento na Namíbia. O l'Hydroptère segue conservando, de qualquer forma, a condição de mais rápido do planeta entre os catamarãs de 60 pés.
Motivo de orgulho para Thébaut, cérebro e força-matriz da embarcação que sustenta o compromisso de proporcionar uma aventura impulsionada pelo que existe de mais moderno na tecnologia naval e aerodinâmica.
Apoiado em hidrófilos, o l'Hydroptère navega com o casco literalmente fora da água, permitindo aos seus tripulantes a incomparável sensação de voo. Numa velocidade de 12 nós, o casco atinge a altura de até 1,5 m, mantendo contato com a superfície das ondas através apenas das extremidades de suas aletas, responsáveis por fazer o barco planar.

Apresentando um conceito que pode ser resumido à redução da fricção com o mar, o veleiro, como não poderia deixar de ser, carrega também algumas restrições.
Entre seus pontos contra, está o desempenho sob baixas velocidades de vento e a instabilidade em superfícies que não oferecem as condições adequadas - o que inibe, por exemplo, uma possível tentativa de volta ao mundo. Segundo Alain Thébaut, o l'Hydroptère enfrentaria problemas diante de onda de mais de 2 m, arriscando o projeto e, claro, vidas humanas.
Não é esse o desafio do barco, que representa nas palavras de Thébaut e seus colegas a velocidade acima d'água. Um tapete voador mais preocupado com os recordes e seu legado tecnológico do que com a criação de uma frota para o mercado - em razão, também, dos altos custos que isso geraria.

Ler mais/Fonte: Portal Náutico

 

A importância dos cabos

cabos nauticos André Vasconcellos fala com um tom saudosista. De alguém que vê hoje muito glamour e pouca paixão em alto-mar. Para ele, ser dono de barco é encarado por muita gente, atualmente, como sinônimo de status. E não muito mais que isso. O que gera, por consequência, problemas como a falta de cuidado na manutenção da embarcação e de alguns de seus itens. Entre eles, os cabos. Dono da CSL Marinharia, André fala com autoridade sobre o assunto e, abaixo, em entrevista , dá dicas preciosas aos marinheiros de primeira viagem.

Quais são as principais falhas cometidas pelos navegadores?
Não dar a importância devida à qualidade dos cabos que utilizam nas embarcações, principalmente o cabo da âncora e as espias de atracação. Os mais experientes usam dois cabos de âncora - um auxiliar - e ainda cabos solteiros, sem função especifica, para serem usados em situações emergenciais.

No que pode implicar a escolha de um cabo de má qualidade?
Excelente pergunta! No caso da amarra ou do cabo da poita, um cabo mal especificado ou de má qualidade pode se romper e deixar seu barco à deriva. Nas espias de atracação, elas podem danificar o sistema de amarração do convés - cunhos e passadores. E no caso de se romperem, provocar um estrago na embarcação, no cais e mesmo nas embarcações vizinhas.

A que tipo de situações um navegador pode ficar exposto nesses casos?
Basicamente são as situações que expus, com a amarra, o cabo de poita e as espias de atracação. Nos cabos de vela, por sua vez, o rompimento de uma adriça, por exemplo, poderia comprometer a "velejada" e em caso de uma situação de ventos fortes, perigos com a inoperância do sistema de velas.

Quando realizar a troca de cabos?
Quanto os cabos estiverem com pontos de fortes de desgaste por abrasão, se destorcendo ou sofrerem algum tipo de corte ou ação que prejudique suas fibras. Não significa, claro, que você não pode reutilizar os trechos de cabos que nada sofreram em outras aplicações, como amarração, um cabo de ancora mais curto, um cabo de poita e etc.

Ainda hoje, é comum encontrar pessoas não têm o devido cuidado com suas embarcações? A que se deve isso?
Antigamente, os donos de barco tinham intimidade e amor pelo ato de navegar ou velejar. Hoje em dia, muitas pessoas compram uma embarcação mais pelo status que ela oferece. São poucos os novos navegadores que se preocupam com a sua manutenção, em entender o seu perfeito funcionamento e conhecer a fundo as normas e regras da navegação segura. O barco é mais uma ostentação e um objeto de riqueza exterior. Os velejadores são mais conscientes e amantes de suas embarcações.

Existem algumas opções de cabos. Como saber quando usar cada um delas?
Existem algumas regrinhas básicas. Os cabos de âncora, por exemplo, devem ter sempre antes da âncora um trecho de corrente e um destorcedor. Se o barco tem guincho elétrico, deve-se verificar o tipo de bitola da corrente e do cabo indicado pelo fabricante do guincho. Os cabos torcidos de três pernas ainda são os mais usados. E é importante ressaltar: o cabo de ancora deve afundar. As fibras mais indicadas nesse caso são o poliéster AT (Alta tenacidade) e a poliamida (Nylon).

Prosseguindo, as espias de atracação podem ser trançadas ou torcidas em três pernas. A construção torcida permite a confecção de alças com maior facilidade. A poliamida ainda é a melhor fibra por seu alto alongamento, que amortece o tranco nos cunhos e cabeços. Entretanto, o polipropileno multifilado tem a vantagem de flutuar e evitar que o cabo se enrosque no hélice na partida da embarcação, além de ser mais barato.

O cabo de amarração na poita, por fim, é uma construção torcida ou trançada que pode ter como fibra a poliamida ou mesmo o polipropileno multifilado. As poitas, aliás, devem ter uma manutenção periódica, pois sem isso você estará amarrando sua embarcação a um ponto em que não se sabe em que estado de conservação está. Por isso, bastante cuidado.

A utilização do cabo solteiro é a que gera mais dúvidas?
Cabo solteiro é um cabo sem função específica a bordo. Ele é flutuante (Polipropileno multifilado), leve, não absorve muita água e está a bordo para ser utilizado em casos emergenciais, como um salvamento, uma amarração em ponto distante - que suas espias não chegam -, um reboque de outra embarcação ou mesmo da sua em caso de pane do motor ou qualquer outra tipo de eventualidade.

É possível personalizá-los de acordo com as necessidades náuticas de cada região?
Esse é o nosso negócio, inclusive. Customizamos os cabos de uma embarcação de acordo com a necessidade e a escolha do proprietário ou mesmo da loja de revenda. Exemplificando, temos uma lancha de 25 pés em Florianópolis e outra em João Pessoa. A particularidade de cada uma dessas regiões é muito distinta. Em João Pessoa, as profundidades dos locais mais apreciados nos passeios de lazer são pequenas, nada muito além de 10 metros. Em Florianópolis, por outro lado, o navegador de recreio tem algumas opções de passeios aonde ele pode ancorar com 30, 40 metros ou até mais. As necessidades são diferentes.

Outro ponto é a dotação de cabos que o estaleiro ou a revenda quer oferecer ao seu cliente na hora da venda da embarcação. Mais cabos, menos cabos, mais metragens, menos metragens.

Alguma dica de como organizá-los no barco?
Essa pergunta tem ligação com um item da qualidade do cabo: a maleabilidade. Cabos construídos e fabricados por quem conhece têm que ser maleáveis, sem perder a consistência de suas "cochas", da torção de suas pernas. Um cabo maleável é bem mais fácil de guardar e ocupa menos espaço que um cabo duro e "armado".

O bom marinheiro - e isso é ordem do comandante! - sempre deixa os cabos "aduchados" ou "estivados" e prontos para serem colocados em uso.

O baixo alongamento é sempre recomendável?
Nem sempre. Os cabos de atracação quando alongam evitam o tranco no barco, não sobrecarregando os cunhos e passadores. Nas velas, sim. Quanto menos os cabos alongarem, melhor, pois as velas permanecem posicionadas, não "folgam".

Cabos fabricados a partir de material sintético apresentam mais vantagens do que aqueles de fibras naturais?
Hoje em dia, nenhum cabo de fibra natural é mais usado na náutica. São muito mais suscetíveis à umidade, apodrecendo com facilidade. Tem baixa resistência à tração, precisando de maiores diâmetros e tem uma vida útil infinitamente menor que os cabos de fibras sintéticas.

E ainda acrescento uma pergunta: os cabos de fibras recicladas são recomendáveis para uso nas embarcações de lazer? A resposta é não. A não ser que sejam em aplicações que não envolvam a segurança da própria embarcação e de seus ocupantes. A relação custo-benefício não justifica o risco que se corre. A fibra reciclada é uma grande ideia, mas apenas para serem utilizadas em cordas para aplicações que não exigem resistência, durabilidade e alto desempenho.

Ler mais/Fonte: Portal Náutico

   

Janeiro 2011

Portos nacionais recebem mais de um milhão de passageiros

Portos nacionais recebem mais de um milhão de passageirosOs portos nacionais esperam fechar o ano de 2010 com mais de 1 milhão de passageiros e cerca de 770 escalas de navios de cruzeiro. Caso as previsões se confirmem, a actividade dos cruzeiros em Portugal registará, no ano em curso, um crescimento de cerca de oito por cento ao nível das escalas e de cerca de 15 por cento, ao nível dos passageiros, o que significará novos recordes para o sector dos cruzeiros nos portos nacionais. O 6º lugar alcançado por Portugal, em 2009, enquanto destino para passageiros de cruzeiro na Europa, sai agora reforçado. Entre Janeiro e Outubro de 2010, verificou-se um crescimento de 12 por cento no número de passageiros de cruzeiro nos portos dos Açores, Porto-Leixões, Lisboa, Funchal e Portimão. De facto, até Outubro de 2010, um total de 843.458 passageiros passaram pelos portos nacionais, contra os 750.253 registados em igual período de 2009, tendo todos os portos contabilizado um maior número de passageiros face a 2009.

Este crescimento ficou a dever-se, fortemente, aos passageiros em trânsito que registaram um incremento de 19 por cento, passando de 664.771, em 2009, para 791.339, em 2010. Neste segmento, verificaram-se variações positivas em todos os portos: 56 por cento em Porto-Leixões, 53 por cento em Portimão, 22 por cento na Madeira, 13 por cento em Lisboa e 11 por cento nos Açores. No que diz respeito ao número de escalas, até Outubro de 2010, foram realizadas 617 escalas de navios de cruzeiro, contra as 571 contabilizadas em igual período de 2009. Os portos de Porto-Leixões, Portimão e Funchal foram os que registaram crescimentos no número de escalas, com 22 por cento, 50 por cento e 13 por cento, respectivamente.

De referir ainda que durante o ano de 2010, os portos nacionais recebem um total de 54 escalas inaugurais, das quais 19 em Lisboa, sete em Porto-Leixões e Açores, respectivamente, cinco em Portimão e 16 no Funchal, o que espelha a importância crescente dos nossos portos na rota dos mais recentes navios de cruzeiro.

Por forma a dinamizar o crescimento da actividade dos cruzeiros em Portugal e a reforçar o prestigio dos portos nacionais naquele que é o segmento de turismo com maior crescimento, e à semelhança do que tem vindo a acontecer em eventos internacionais, os portos de Lisboa, Porto-Leixões, Portimão e Açores integram o stand de Portugal em mais uma edição da Seatrade Med Cruise Convention, um evento bianual da indústria dos cruzeiros na zona do Mediterrâneo, que decorre de 30 de Novembro a 2 de Dezembro, em Cannes.

O porto do Funchal está representado no stand Cruises in the Atlantic Islands, em conjunto com os portos das Canárias. Os portos de Lisboa e Porto-Leixões estão, ainda, presentes no stand do projecto Cruise Atlantic Europe, com os portos de La Corunha, Bilbau, Brittany, Cork e Dover.

 

Grupo de lanchas anfíbias LARC-5

larc-5Em Fevereiro de 1983, o Corpo de Fuzileiros recebeu 15 viaturas anfíbias LARC-5 oriundas da Marinha Federal Alemã, como contrapartida da cedência da Base Aérea de Beja e autorização para a construção do Ponto de Apoio Naval de Tróia (PANTROIA) à Alemanha Ocidental. Constituíram o Grupo de Lanchas Anfíbias, sendo atribuídas à UAMA - Unidade de Apoio de Meios Aquáticos (criada a 28 de Junho de 1979 pela Portaria nº 303/79), actualmente UMD - Unidade de Meios de Desembarque (Criada pelo Decreto Regulamentar N.º 29/94 de 01 Setembro), sediada na Escola de Fuzileiros.

O projecto da LARC-5 - Lancha Anfíbia de Reabastecimento e Carga (Light Amphibiuos Resupply and Cargo), foi desenvolvido na década de 50 pela empresa norte-americana Borg Warner Corporation e fabricada (cerca de 950 exemplares) nos EUA entre 1962 e 1968 por diversas empresas norte-americanas, nomeadamente pela US Springfield Armory.

É inspirada nas viaturas anfíbias DUKM da 2.ª Guerra Mundial, mas dispondo de uma proa mais forte para aguentar as águas mais agitadas e para quebrar as ondas na zona de rebentação.

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Galhardetes de clubes náuticos

galhardete Os Galhardetes dos Clubes Náuticos são as bandeiras que identificam o Clube a que pertence ou está associada uma determinada embarcação de recreio. Normalmente são arvorados da mesma forma que os Distintivos dos Armadores. Os Galhardetes dos Clubes, tradicionalmente têm um formato triangular. De observar que os clubes náuticos, muitas vezes, além do galhardete, têm uma bandeira rectangular para ser hasteada nas suas instalações em terra.

Os clubes náuticos dispõem, normalmente, também de outras bandeiras, tais como distintivos hierárquicos e sinais de regatas.
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Dezembro 2010

Navio de apoio "Sam Brás"

navio sam brásFoi construído como Navio-tanque pelos Estaleiros do Arsenal do Alfeite e lançado à água em 17 de Março de 1942, a cerimónia foi presidida pelo então Ministro da Marinha, acompanhado pelo Presidente da Junta Nacional da Marinha Mercante. Foi a 4.ª unidade naval construída por este estaleiro para a Marinha de Guerra Portuguesa e um dos seus maiores navios construídos, em termos de dimensão e deslocamento.

Foi aumentado ao efectivo da Marinha de Guerra Portuguesa em 13 de Novembro de 1942, incluído na 2.ª fase do Programa de Reconstrução Naval, tendo a chancela de ser o 1.º Navio-tanque (vulgo “Petroleiro”) construído em Portugal.

O propósito da sua construção adveio da necessidade da nação possuir um meio próprio para proceder ao fornecimento de combustíveis líquidos ao país, em virtude da Marinha Mercante Portuguesa não dispor deste tipo de navio, tendo sido inclusivo o único navio de pavilhão nacional a realizar tal missão durante a vigência da 2.ª Guerra Mundial.

Como navio auxiliar da Marinha de Guerra Portuguesa, recebeu o n.º de amura A 523, por inerência no que concerne a armamento era somente dotado de espingardas de repetição MAUSER 98K de 7,92 mm.

Antes da sua entrada ao serviço activo, foi da competência do Instituto Português de Combustíveis assegurar o abastecimento de combustíveis líquidos a Portugal.
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Navio de carga a energia eólica

Navio de carga a energia eólicaUma vez mais o « E-Ship 1» está novamente em Leixões atraíndo a curiosidade de muitos transeuntes, pelo aspecto original do cargueiro, com quatro grandes tubos verticais nas extremidades.

As quatro torres cilíndricas de 27 metros de altura por quatro metros de diâmetro que emergem do convés são «rotores eólicos capazes de recolher a energia do vento para auxiliar a propulsão a diesel do navio, sem interferir com as operações de carga e descarga, ao contrário dos mastros e velas», explicou a fonte.

Os rotores permitem reduzir as emissões de dióxido de carbono e de consumo de combustível fóssil «em cerca de 30 a 40 por cento do que habitualmente registam os navios de igual porte». O «E-Ship 1» efectua o transporte de essencialmente equipamento eólico da sua proprietária, Enercon GmbH, «o terceiro maior fabricante de turbinas eólicas a nível mundial».

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Farol e ermida da guia

Farol e ermida da guiaO Cronista de D. Manuel, Damião de Góis, na obra "Lisboa de Quinhentos", datada de 1554, descreve a costa desde o Cabo da Roca ao Forte de S. Julião: "Mais para dentro, a pequena distância, no extremo da abertura do estuário de Lisboa, assenta sobre cachopos uma ermida, dedicada a Nossa Senhora chamada da Guia. À noite acendem ali uns fachos para indicar a trajecto aos mareantes, não seja caso que estes por não lobrigarem a passagem, arremessem contra vontade as naus para os baixios e rochedos". Facho ou fogaréu, era uma concha ou caldeirinha de ferro, pendurada por uma corrente num pau cruzado com outro, onde ardiam umas pinhas, estopa embebida em óleo, ou qualquer outro combustível. Eram assim as primeiras marcas luminosas da costa portuguesa.

Por decreto datado de 10 de Dezembro de 1570, D. Sebastião estabeleceu o serviço de vigia nos vários locais costa portuguesa. No entanto, segundo alguns autores, o Farol da Guia iniciou o seu funcionamento ainda em 1537, tendo sido o segundo de toda a costa, uma vez que o primeiro a ser construído, embora em forma rudimentar, foi o da Ponta de Sagres, com a alimentação a lenha, azeite ou bebida em óleo.. Quando do terramoto de 1755 ficou muito danificado, tendo-se iniciado a sua reconstrução em 1767, com a alimentação das luzes a ser produzida por azeite. Mais tarde, já no fim do século XVIII construiu-se um gasómetro cujas paredes ainda hoje existem, embora arruinadas. Começou-se então a utilizar gás. Em 1810, foi novamente reconstruído pela Junta do Comércio, sob cuja direcção se encontravam os faróis. Com o aparecimento da electricidade passaram os faróis a ser electrificados e o da Guia foi o segundo a usar este novo tipo de sinalização.
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Vouga Laura - e assim vai

Vouga Laura - e assim vaiDepois da primeira vistoria realizada pela APCV, e onde o "LAURA" passou com distinção...eis que a obra continua...devagar e ao sabor do vento e do frio que se faz sentir por terras do interior. E assim, lá vai aquecendo o meu irmão, ao ritmo de três a quatro réguas por dia, no trabalho da colagem da primeira camada das réguas do casco...

Já começam a ser notórias as magnificas linhas do VOUGA... trabalho notável, que só está ao alcance de alguns...boa mano velho!
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Novembro 2010

Cães de guerra no corpo de fuzileiros

cino mocambiqueNo Teatro de Operações de Moçambique, durante a Guerra Colonial, em virtude da profusão de minas A/C e A/P colocadas nas zonas de actividade da FRELIMO, foram utilizados Cães de Guerra pelos Fuzileiros, adquiridos à África do Sul e empregues essencialmente por pessoal especializado em "pisteiro de combate".

O desiderato era recorrer às várias capacidades dos animais como o olfacto, o ouvido, a melhor visão à noite, maior mobilidade e velocidade, colaborando de modo profícuo na detecção de minas, armadilhas e emboscadas.

A título de exemplo, durante a comissão de serviço em Moçambique da Companhia de Fuzileiros n.º 8, no período de 1965/1968, foram usados Cães de Guerra na patrulha da Estação Radionaval de Lourenço Marques (actual Maputo), no Aquartelamento dos Fuzileiros em Machava, nas patrulhas pela cidade da Polícia Naval e em Paradas Militares.

Eram cerca de 8 a 10 Pastores Alemães cada um com o seu respectivo canil individual, sendo que as instalações eram dotadas de um óptimo campo de treino/obstáculos para ensino e manutenção.

A título de curiosidade, o Estado na época garantia para alimentação dum cão uma quantia superior à da abonada a uma Praça!
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Porto de Lisboa

Porto de LisboaO porto de Lisboa movimentou mais de um milhão de toneladas durante o mês de setembro, o que representa um crescimento de 5,5%, relativamente a igual período do ano passado. A carga contentorizada foi a principal responsável pelo aumento das quantidades movimentadas no mês de setembro, com um incremento de 9,2%. Também a carga fracionada e a carga Ro-Ro registaram crescimentos assinaláveis.

No que diz respeito à movimentação de contentores, é de salientar o crescimento registado no número de teu (mais 6,4%) e no número de contentores (mais 6,7%). Para tal, muito contribuiu o crescimento registado pelo Terminal de Contentores de Alcântara, com mais 15,5% no número de teu, e mais 20,5% no número de contentores. De referir que a carga fracionada registou um crescimento de mais 37,4%, bem como a carga Ro-Ro, com mais 41,5%, comparativamente com setembro do ano passado.

Em termos acumulados, comparando com igual período de 2009, o porto de Lisboa regista um crescimento de mais três por cento no total de mercadorias, o que representa mais de 9.000.000 toneladas movimentadas entre janeiro e setembro. O crescimento registado em setembro reforça a previsão de um ano de 2010 com crescimento do volume de mercadorias movimentadas no porto da capital.

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Tridente

Tridente Chegada do submarino NRP Tridente à Base Naval do AlfeiteA classe «Tridente», é a versão para a marinha portuguesa do submarino alemão, modelo U-214. Inicialmente conhecido como modelo U-209PN, este tipo de submarino, partilha todas as suas características com os submarinos do tipo U-214, pouco tendo a ver com a mais antiga série U-209. A razão da referência ao U-209PN é explicada na matéria sobre as diferenças entre U214/212/209. Os U209PN, classe Tridente vão dispor da última geração de células de combustível para o sistema de propulsão independente e serão em teoria, os mais silenciosos submarinos convencionais do mundo, embora algumas dúvidas quanto a esse silêncio estejam ainda por esclarecer, resultado da até agora falhada entrega dos submarinos U-214 gregos.

O sistema de propulsão independente AIP da HDW por células de combustível, é por muitos considerado superior ao sistema AIP dos submarinos franceses SCORPENE que também foram analisados pela marinha portuguesa. Estes últimos utilizavam um sistema de propulsão AIP de turbina a vapor em circuito fechado, que é mais ruidoso, mais pesado (implicando maiores dimensões) e menos flexível. Quando forem entregues, os dois submarinos da classe Tridente, serão os mais modernos e sofisticados submarinos convencionais europeus. O projecto do Tridente / U-214 resulta da fusão das características oceânicas dos U-209 mais antigos, com um casco mais resistente com as características hidrodinâmicas, sistemas mais modernos de propulsão e electrónica derivados do modelo de submarino alemão U-212.

Por sua vez, o U-212, de que deriva o U-214 no que respeita a sistemas, linhas exteriores e electrónica, foi desenhado para a marinha alemã, que opera essencialmente no mar do norte e no mar báltico, por isso, não tem nem a mesma autonomia, nem a mesma capacidade de mergulho, nem pode disparar mísseis dos seus tubos.
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Vouga Laura - a trabalhar no convés

conves do vouga lauraOs trabalhos no convés já tinham iniciado na semana anterior com a pintura da parte interior com resina epoxi...Agora foi a vez de o aplicar... com resina epoxi, alguma paciência e 180 tachas de latão, todas simetricamente aplicadas na tentativa de disfarçar o inevitável...a "cabeçorra" daquelas tachas de latão...e ainda por cima não são nada baratinhas...

Aqui seguem algumas fotografias do trabalho realizado ontem...com o meu pai a dar os últimos retoques na ligação entre as partes do convés...
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Outubro 2010

Exposição "A Marinha na Républica"

A Marinha e a républicaNo âmbito das Comemorações do 1.º Centenário da Implantação da República, a Armada vai realizar uma exposição intitulada “A Marinha na República”.

A exposição, desenvolve-se em dois núcleos destacando o papel da Marinha na Implantação da República e das unidades navais na primeira década do século XX e salientando o papel que Marinheiros e Navios tiveram no desenrolar dos acontecimentos.

Num primeiro núcleo evoca-se a participação dos Marinheiros, abordada de forma sequencial, desde os dias que precederam o “Cinco de Outubro”. Este núcleo estará localizado nas Instalações Centrais de Marinha, que confinam com a Praça do Município, o Terreiro do Paço e o rio Tejo, na denominada Sala da Casa da Balança.

Um segundo núcleo, referente aos Navios que a Marinha possuía em 1910 e em especial aos surtos no porto de Lisboa aquando da Revolução, estará patente no Museu de Marinha.

A exposição “A Marinha na República” decorre de 1 de Outubro de 2010 até 5 de Janeiro de 2011, das 10:00 às 17:00 horas, nos locais referidos.
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Clube Vela de Lagos, 60 anos a navegar

ClubeVelaLagos«Com o fim de Agosto chega também ao fim a época de Verão da Escola de Vela e os cursos intensivos. Este ano contámos com 34 participantes divididos por Julho e Agosto. Para muitos é uma experiência a não esquecer que leva à continuação na Escola de Vela (agora aos Sábados e Domingos). A todos agradecemos a participação. Para o ano cá estaremos outra vez à vossa espera!»

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Agência Europeia da Segurança Marítima

AESM emsa_building_entranceAgência Europeia da Segurança Marítima (AESM) – European Maritime Safety Agency (EMSA)[1] Agência da União Europeia (EU) que visa prestar auxílio técnico e científico aos Estados-Membros e à Comissão com vista a uma aplicação correcta da legislação comunitária no domínio da segurança marítima, ao controlo da sua execução e à avaliação da sua eficácia.

Agência criada no âmbito do Regulamento Nº 1406/2002 de 27 de Junho de 2002, com o objectivo de fornecer auxílio técnico e científico à Comissão Europeia e aos Estados membros no desenvolvimento e na execução apropriada da legislação da EU no âmbito da segurança marítima e no combate à poluição. Para executar esta tarefa, a Agencia Marítima Europeia conta com a cooperação dos estados membros em todas as áreas chaves. Além do mais, a agência tem tarefas operacionais na preparação, detecção e na resposta à poluição provocada por derrames de óleo. Como um corpo da união europeia, a agência posiciona-se no cerne da rede marítima da segurança da EU e colabora com muitas entidades interessadas nesta indústria, bem como entidades públicas, em cooperação estreita com a Comissão Europeia.

A EMSA, única agência europeia sediada em território português, estava a funcionar desde Setembro de 2006 em instalações provisórias, no Parque das Nações, e passa agora a partilhar um edifício completamente novo no Cais do Sodré com o Observatório Europeu de Droga e Toxicodependência (OEDT) e o Centro de Informação Jacques Delors (CIEJD). A obra está orçada em 24,36 milhões de euros. A Agência Europeia da Segurança Marítima nasceu da Directiva Europeia 1406/2002, integrada no chamado "Pacote Erika II" sobre a segurança marítima na Europa, após os desastres ambientais causados pelo derramamento de crude pelos petroleiros "Erika" em Dezembro de 1999, no Golfo de Biscaia, Norte de Espanha, e pelo naufrágio do "Prestige", em 2002, ao largo da Galiza.
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Mar prioridade nacional

CAVACO SILVANa sua intervenção durante o Congresso “Portos e Transportes Marítimos”, que se realizou no passado dia 21 de Setembro, em Lisboa, o Presidente da República, Cavaco Silva, voltou a afirmar que “o mar deve tornar-se uma verdadeira prioridade da agenda nacional”. No seu discurso, Cavaco Silva referiu que “um país que não consegue explorar sustentavelmente os seus recursos naturais é um país que tem um futuro limitado e que se arrisca a acabar por ver esses recursos serem explorados por terceiros. Acontece que é bem nítida a deficiente exploração económica que fazemos deste valioso recurso que é o mar, pelo menos quando nos deparamos com os demais países costeiros”. O Presidente da República defendeu ainda que é necessário abrir rumos que permitam a exploração cabal dos recursos marítimos, e que isso só será possível através de políticas públicas destinadas a fomentar o investimento privado nos sectores marítimos e “a tornar esses sectores competitivos com os seus homólogos europeus; com novos investimentos no cluster marítimo; com a incorporação de mais investigação, tecnologia e inovação; com a criação dos necessários factores de organização e de gestão incluindo a formação de recursos humanos adequados”.

Por outro lado, o Presidente da República salientou que “é importante que não fiquemos a olhar uns para os outros para ver quem começa” e que cabe aos agentes do sector “não ficarem à espera do que o Governo vá fazer ou não fazer”. Cavaco Silva mostrou-se também preocupado pelo estado da actual frota nacional de marinha mercante e disse que o transporte marítimo pode e deve ser, no futuro, uma alternativa viável ao transporte rodoviário, mas que para tal aconteça é necessário tomar as medidas necessárias para o promover, adoptando pelo menos as medidas fiscais similares aos demais países costeiros. Apesar de reconhecer que o actual estado do sector portuário nacional é bastante melhor que o dos transportes marítimos, Cavaco Silva não deixou de dizer que ainda existe muito trabalho por fazer neste domínio e que convém não esquecer que os portos portugueses têm vivido problemas crónicos de organização e competitividade. Para Cavaco “espanta a muitos, dada a importância estratégica dos nossos portos, que possamos discutir meses e anos a fios o TGV ou o novo aeroporto de Lisboa sem que paremos um pouco para pensar nos portos do futuro”.
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Setembro 2010

3º Encontro PTNauticmodel 2010 - Setúbal

III encontro PTnauticmodeVeleiros, rebocadores, navios de guerra, lanchas e submarinos são alguns dos modelos em exibição no “III Encontro PTNauticModel”, a realizar nos dias 18 e 19, no lago do Jardim da Algodeia, em Setúbal.

O evento, promovido com o apoio da Câmara Municipal, começa às 09h30 em ambos os dias, prolongando-se, no dia 18, até às 00h30, em virtude de um encontro nocturno, enquanto no dia 19 o encontro termina às 18h30.
Uma prova para embarcações a vela e outra para barcos eléctricos constituem as principais actividades a realizar durante a iniciativa, que conta ainda com um concurso para o melhor barco em exposição.

Navegação livre para veleiros, rebocadores e outros barcos de trabalho, navios de guerra, embarcações rápidas e de lazer e ainda submarinos, num lago onde não faltam complementos cénicos como ilhas com farol, pontes ou cais, é outra das atracções a usufruir ao longo dos dois dias do encontro.
No Lago dos Arcos do Jardim da Algodeia vão estar ainda um veleiro e um barco eléctrico, disponibilizados pela organização, para utilização do público em geral, que pode assim experimentar esta actividade de lazer.

No mesmo dia foi assinado um contrato de contrapartidas e também ficou garantido a formação e o adestramento das duas primeiras guarnições, de um grupo de instrutores, de pessoal militar e civil da Esquadrilha de Submarinos e do Arsenal do Alfeite responsáveis pelos três escalões de manutenção.
Um workshop, direccionado para o público mais jovem, incidindo sobre a construção de um barco alimentado a energia solar, está igualmente previsto no programa do “III Encontro PTNauticModel”.
Consulte o programa: ptnauticmodel.net

 

VOUGA - "LAURA"

Vouga-laura... esta será com toda a certeza a primeira de muitas mensagens e fotografias que irei colocar aqui sobre a construção de um Vouga, mais especificamente o Vouga "Laura". O projecto teve início há já alguns meses (quiçá anos), com a procura incessante dos planos da tão desejada embarcação e com a construção de uma verdadeira maqueta...que rapidamente foi esquecida dando lugar à longa jornada que será construir um verdadeiro Vouga...esta será a grande jornada que está a ser realizada por alguém que me é muito próximo, mais especificamente o meu irmão.... bem longe do mar... para grande pena minha...
Com toda a certeza que quem é de Aveiro ou vive perto desta magnifica ria já os viu a navegar por estas águas ... mas aqui fica um pouco da sua história...

"Estas embarcações tiveram a sua origem em Ìlhavo, pelas mãos de Mestre António Ferreira Gordinho, que idealizou e construiu os primeiros Vougas, nos idos anos 20. Este facto coloca-nos na Vanguarda da popularização do desporto da Vela a nível mundial, passando as embarcações mais pequenas e de fácil construção e palamenta a poderem ser executadas ou adquiridas, não só pela aristocracia, mas também pelas classes médias emergentes.(...)Vougas são pequenos navios ou embarcações miúdas, exclusivamente construídas em madeira e movidas à vela, cuja função primordial era a do passeio familiar pela Ria. Salvo raras excepções, são navios de casco redondo, com quilha ou patilhão móvel, e na sua origem armavam duas velas, a grande do tipo latino com mastaréu e o triângulo de vante ou estai. Actualmente apresentam uma vela grande triangular, um triângulo de vante e um balão, e o mastro é uma peça única." Todo o texto apresentado foi retirado de “ História e Património Local - OS VOUGAS”, por Helder Ventura e poderá ser consultado na net.

Assim aqui ficam as primeiras fotos do trabalho que está a ser realizado com votos de que este seja um projecto com princípio, meio e fim, nem que para isso demore o seu tempo...
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Navio de apoio "Medusa"

medusa meianauA 16 de Novembro de 1959 o navio de lançamento e reparação de cabos Submarinos "USS Portunus", (ARC-1) construído inicialmente nos Estaleiros Federal Shipbuilding and Drydock Company, Newark, New Jersey - EUA, como Navio de Desembarque em 01 de Agosto de 1944 (LSM 275) e galardoado com uma Medalha de participação na Batalha de Okinawa na 2.ª Guerra Mundial, é cedido à Marinha de Guerra Portuguesa ao abrigo do MDAP - "Mutual Defence and Assistance Program".

Comissionado a 18 de Novembro do mesmo ano [Portaria n.º 17 431 de 18 de Novembro de 1959] e rebaptizado de "Medusa" (A 5214) é classificado como Navio de Apoio aos Mergulhadores sendo adstrito à Esquadrilha de Submersíveis em 23 de Dezembro de 1959. Logo após a cerimónia de transferência para a Marinha de Guerra Portuguesa, iniciou um período de treinos no mar. Entre os dias 17 e 25 de Novembro de 1959, iniciou por quatro vezes a viagem do Porto de New York com destino a Lisboa, tendo regressado a New York por registar diversas avarias (falhas nos alternadores, fortes vibrações na hélice de Estibordo, motor de Bombordo, separador de óleo de combustível). A 29 de Novembro de 1959, na companhia do Navio de Apoio Logístico "S. Brás" da Marinha Portuguesa, rumou a Lisboa, fazendo escala no Porto do Funchal entre 10 e 12 de Dezembro, durante o percurso registou novas avarias, entrou no Porto de Lisboa em 15 de Dezembro de 1959 fundeando no QNG, no dia seguinte atracou na Base Naval do Alfeite.
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Otan -Organização do Tratado do Atlântico Norte

NATOOTAN (sigla) - Organização do Tratado do Atlântico Norte. A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN ou NATO), por vezes denominada Aliança Atlântica, é uma organização internacional de colaboração militar estabelecida em 1949, como suporte do Tratado do Atlântico Norte assinado em Washington a 4 de Abril de 1949. Os seus nomes oficiais são North Atlantic Treaty Organization (NATO), em inglês, e Organisation du Traité de l'Atlantique Nord (OTAN), em francês. Tratado do Atlântico Norte - Tratado que deu origem à NATO. Tratado assinado em Washington, DC a 4 de Abril de 1949 entre doze países tornando-se assim os membros fundadores da NATO. Esses países foram: Bélgica, Canadá, Dinamarca, Estados Unidos da América, França, Holanda, Islândia, Itália, Luxemburgo, Noruega, Portugal e Reino Unido.

Posteriormente aderiram os seguintes países: Alemanha (1955), Bulgária (2004), Eslováquia (2004), Eslovénia (2004), Espanha (1982), Estónia (2004), Grécia (1952), Hungria (1999), Letónia (2004), Lituânia (2004), Polónia (1999), República Checa (1999), Roménia (2004), Turquia (1952). Em 1966 a França abandonou a estrutura militar da OTAN, mantendo-se como membro na estrutura política. A parte mais importante do tratado é o Artigo V, que compromete cada um dos estados membros a considerar um ataque armado contra um dos estados como um ataque armado contra todos os estados. O tratado foi criado para defesa de um ataque armado da União Soviética contra a Europa Ocidental, mas a cláusula de auto-defesa mútua nunca foi invocada durante a Guerra-fria. Foi invocada pela primeira vez em 2001, como resposta aos ataques de 11 de Setembro contra o World Trade Center e o Pentágono.
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Agosto 2010

Submarinos da classe "Tridente"

tridenteDesde os anos 90 que a Marinha de Guerra Portuguesa necessita de substituir os vetustos submarinos da classe "Albacora", tendo a unidade restante da esquadrilha, o "Barracuda" uns respeitosos 41 anos de serviço activo e é de momento o submarino mais velho na NATO com 46.636 horas de navegação. Neste contexto em 21 de Abril de 2004 foi assinado entre o Estado Português e o "German Submarine Consortium" um contrato de aquisição de dois submarinos convencionais apetrechados com o moderno sistema de propulsão independente de ar AIP (células de combustível).

No mesmo dia foi assinado um contrato de contrapartidas e também ficou garantido a formação e o adestramento das duas primeiras guarnições, de um grupo de instrutores, de pessoal militar e civil da Esquadrilha de Submarinos e do Arsenal do Alfeite responsáveis pelos três escalões de manutenção.
Posteriormente foi adjudicado aos Estaleiros alemães HDW "Howaldtswercke Deutsche Werft", em Kiel, a construção dos submarinos que formarão a 5.ª Esquadrilha de Submarinos da Marinha de Guerra Portuguesa. Ler mais/Fonte: barcoavista.blogspot.com

 

O dia do "baptismo"...

baptismo... e a verdade é que o referido barco navega... não é um perfeição, mas disso já eu estava desconfiado. No entanto faltam os ajustes finais e depois tenho que desenvolver um melhor controle e conhecimento do barco e de como este reage às minhas acções... é fundamental que barco e timoneiro estejam em sintonia, caso contrário as coisas podem ficar bem complicadas.

Para já o teste experimental foi com o amigo e colega de curso de vela Nuno Lima, que tal como eu estava apreensivo e à espera de ir a banhos... o que não se veio a verificar, pois a rota Gafanha da Encarnação/ Costa Nova/Gafanha da Encarnação.

O percurso foi feito na perfeição e quando todos estavam à espera de que o barquinho se voltasse nestas águas, ou de não conseguirmos voltar ao ponto de partida, eis que chegamos os dois sãos e salvos, de corpinho totalmente seco...agora só falta mesmo é treinar e arranjar o carrinho para o transportar até à água... e aqui ficam algumas das muitas fotos que foram tiradas neste dia.... Ler mai/Fonte: barcosecompanhia.blogspot.com

 

AMURAS!!! Gritou a baleia

amurasBaleia destrói veleiro. Um casal que gozava um dia de vela a bordo do seu iate, perto da Cidade do Cabo (África do Sul) não ganhou para o susto quando uma enorme baleia com mais de 30 toneladas saltou sobre o seu barco. O casal tinha avistado a baleia a uns 100 metros de distância e viram o gigantesco mamífero marinho aproximar-se, mas nunca imaginaram que não circundasse o barco. Ao invés, surgindo a 10m deste, saltou-lhe em cima. Ler mais/Fonte: caisdosul.blogspot.com

 

Grimaldi - Noticias

grimaldiNo passado dia 20 de Julho escalou o Porto de Lisboa na sua viagem inaugural o navio “GRANDE CAMEROON” a mais recente construção do armador italiano Grimaldi.

Cumprindo a tradição do Porto de Lisboa, a APL, em cerimónia realizada a bordo do navio, ofertou ao comandante uma placa comemorativa, assinalando desta forma, a sua escala no Porto de Lisboa em viagem inaugural. Esta cerimónia contou com a presença do Comandante do navio Giuseppa Minervini e representações da APL, liderada pelo Dr. Luís Barroso, Vogal do Conselho de Administração e da agência de navegação GRIMALDI Portugal, Lda, liderada pelo Dr. Marcello Di Fraia, Administrador, entre outros convidados.  Ler mais/Fonte: joseantoniomodesto.blogspot.com

 

CENO (Carta Electrónica de Navegação Oficial)

cenoCENO (Carta Electrónica de Navegação Oficial) – Cartas produzidas pelos institutos hidrográficos dos vários países do mundo, que servem como base de informação para a elaboração das ECDIS (Electronic Charts Display System).

As Cartas Electrónicas de Navegação Oficial (S57 / 3) são as únicas cartas oficiais em formato digital que substituem as Cartas Náuticas Oficiais em papel quando utilizadas num sistema ECDIS (Electronic Chart Display and Information System). A utilização primária das CENO é, naturalmente, na ponte de navios, permitindo uma condução da navegação marítima mais segura e eficiente. A leitura das CENO deve ser feita num equipamento designado por ECDIS, que para adoptar essa designação tem que ser certificado como cumprindo um conjunto de requisitos estabelecidos em 2 resoluções internacionais. A primeira dessas resoluções, foi aprovada pela Organização Marítima Internacional (OMI), em Dezembro de 1995, e intitula-se “Performance Standards for ECDIS”.  Ler mais/Fonte: salvador-nautico.blogspot.com

   

Julho 2010

IV Concurso de Fotografia Digital “Lagos é Natural”

folhetoO concurso tem como objectivos mobilizar as pessoas para a observação do meio natural e desenvolver a consciência para a valorização do património natural e preservação do ambiente. Os temas: “Lagos é Natural”; “A Biodiversidade”; “O Homem e o Mar”; “Mundo Submerso” convidam, quer à exploração do litoral de Lagos e do seu património, como ao registo dos valores naturais noutros pontos do país, consoante o tema escolhido. A recepção das fotos enviadas por e-mail começa em 1 de Julho e termina em 10 de Setembro de 2010. Fonte: caisdosul.blogspot.com

 

 

Noticias do Porto de Sines

portosinesLídia Sequeira, presidente do conselho de administração do porto de Sines, disse hoje que a China é um mercado estratégico para o porto português e manifestou o desejo de levar mais armadores para a infra-estrutura nacional. "Hoje, no shipping mundial, os crescimentos maiores de tráfego são com origem e destino no Oriente, e na China em particular", disse Lídia Sequeira à agência Lusa no final do primeiro de dois seminários realizados no centro de negócios do pavilhão português na Expo 2010, em Xangai, na China. A responsável realçou a importância de o porto de Sines ter "um serviço direto, todas as semanas, da China", mas reconheceu que gostaria de "ter mais serviços de outras companhias".

Lídia Sequeira explicou que é relevante que estes serviços façam "os principais portos da China e passem em Singapura" e, "depois, o primeiro porto de escala na Europa", seja o de Sines. Reiterando a "ambição" do porto de Sines ser "a porta atlântica da Europa", o tema dos seminários que decorrem na Expo 2010, a presidente do conselho de administração referiu a este propósito que a infra-estrutura tem vindo a crescer, apontando igualmente um conjunto de melhorias no porto, de que destacou o funcionamento 24 horas por dia, sete dias por semana.

O seminário, organização conjunta da aicep Global Parques e PSA Sines, que opera o terminal de contentores do porto de Sines, contou hoje com a participação de cerca de 70 pessoas, entre empresários e representantes de instituições de Xangai ligados à atividade portuária. Fonte: Cargo News em joseantoniomodesto.blogspot.com

 

O Fenómeno dos mares

phenomenonHá duas possibilidades de você conhecer Al Copeland. Se gostar muito de comida, principalmente gordurosa, bem gordurosa, talvez já tenha ouvido falar na rede de fast-food americana Popeyes Chicken and Biscuits. Foi fundada por ele.

Não ajudou muito? Que tal cair no mar e tentar acompanhar in loco a uma corrida de lanchas? Bom, poderia ser perigoso, ainda mais se Al Copeland resolvesse cruzar o seu caminho. O empresário fez muito sucesso nas águas entre as décadas de 70 e 80, justamente o auge da modalidade nos Estados Unidos.

Hoje, seus feitos são apenas história. Portanto, não importa se você não o conhece. A memória dele, de alguma forma, permanece viva. Através sobretudo de seu filho, Al Copeland Jr., que se esforça para que suas façanhas não sejam esquecidas.

Desde que viu seu pai partir, em março de 2008, vítima de câncer, Al Jr. tem se dedicado a realizar os dois últimos desejos de seu eterno inspirador: descobrir a cura da doença e bater o recorde de velocidade no mar.

O primeiro objetivo ainda está um pouco distante. Mas o mais velho dos irmãos Copeland tem feito sua parte. Com a Fundação Al Copeland, vem conduzindo pesquisas e ajudando pessoas que sofrem com a enfermidade.

O segundo é mais palpável, pode-se dizer. E tem até previsão para ser atingido: início de julho. É quando Al Jr. pretende derrubar a marca de 354.85 km/h estabelecida por Dave Villwock. Não é uma tarefa fácil. Mas o homem dos negócios que, no mar, se transforma em piloto sabe com quem contar nesse desafio: o Fenômeno.

Não o atacante corintiano, claro. Esse é o nome - aqui, não apelido - de uma lancha, na verdade. Não é qualquer lancha. É uma lancha que, por muito tempo, foi sonhada por Al Copeland. Mas ele não pôde viver para vê-la escorregar pelas águas. Participou dos dois primeiros anos de sua construção. Foi, então, que teve diagnosticado o câncer. Oito meses depois, viria a perder essa batalha.

Mas o seu sonho se seguiria. E seria revelado em novembro do ano passado. Um possante dos mares que, se chama a atenção por sua multiplicidade de cores, não deixa por menos quando o assunto é velocidade. Pouco mais de 11 toneladas distribuídas em 17 metros de comprimento e impulsionadas por 4 motores e 12 mil cavalos. < br/> Não é pouca coisa, Al Copeland Jr. sabe disso. Ao contrário de seu homônimo brasileiro, o Fenômeno pode ir rápido, muito rápido. Algo em torno de 418 km/h. Para se ter uma ideia, um Boeing 737 voa a 804.67 km/h. É a resposta moderna ao famoso Titanic, sem Jack, Rose e o infame iceberg pela frente. Ao menos é o que esperam seus criadores.

Os primeiros testes não foram muito animadores. A lancha já esteve por sete vezes no mar. E após cada um delas, teve que ser recolhida para reparos e acertos. Mais preocupação para Liz, esposa de Al Jr., um dos que estará em seu interior quando o recorde de velocidade na superfície tentar ser quebrado. A outra será Scott Burnhardt. Poderiam ser mais quatro. Todas confortavelmente acomodadas em poltronas fabricadas com inspiração na Nascar. < br/> Nascar, Boeing - brincadeira à parte, alguns dos engenheiros vieram de lá -, mas como fazer para manter a lancha em águas seguras, longe das tão temidas ondulações? Bem, esse é o papel da asa canard instalada no convés. Ela tem como objetivo redirecionar o ar quando foi alcançada a velocidade de 289.68 km/h. Tudo em prol da segurança que tanto aflige a dedicada Liz.

Não resta dúvida. Os americanos já podem bater no peito e dizer: temos o nosso Fenômeno.

   

Junho 2010

Sustentabilidade e luxo

Sustentabilidade e luxoAlgo de Dubai e um pouco de Shakespeare.  O jovem designer inglês Alistair Callender, de 24 anos, não precisou de muito mais do que isso para lançar um projeto que vem revolucionando o mercado de iates de luxo. Com o seu Soliloquy, o setor deve finalmente ser agitado pelas ondas da sustentabilidade.

Nada de poluição. É isso que promete Callender. Para tanto, ele propõe a combinação entre energia solar, eólica e do mar. O sistema assegura uma navegação de 12 horas a oito nós de velocidade, renováveis na medida em que as baterias são carregadas com o sol durante a viagem. Nesse sentido, colaboram as janelas de vidros espalhadas pelo deck principal, que funcionam como um grande painel de absorção de energia.

Com 190 pés (58m) de comprimento e uma decoração moderna feita com fibras naturais, couro reciclado e madeira, o Soliloquy pode abrigar até 15 pessoas e conta com quatro quartos e uma sala de ginástica. O responsável pelo superiate, Callender, comemora a recepção do mercado ao conceito de eco-luxo idealizado por ele.

"Esse modelo é uma inspiração para as novas gerações. Sustentabilidade é algo muito próximo ao meu coração. Eu sou apaixonado pelo planeta e por iates e, com o Soliloquy, consegui materializar as duas coisas. Nós temos visto cada vez mais barcos e clientes indo nesse caminho. Acredito que, assim, as pessoas podem mostrar ao mundo que estão fazendo a sua parte para colaborar com o meio-ambiente", disse.

Menos barulhento que seus pares, o Soliloquy não solta fumaça e não apresenta praticamente nenhuma vibração durante a viagem. Dois elementos distintos estão por trás desse inédito projeto entre as embarcações de luxo.

"A minha referência inicial foi a cidade de Masdar, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. É um lugar ecologicamente correto com emissão zero de poluentes e auto-sustentável. Paralelamente a isso, recorri a uma peça de Shakespeare para nomear a embarcação. Soliloquy é um termo que costumava ser usado quando os personagens revelavam seus desejos e pensamentos para a plateia. É como se esse superiate estivesse dizendo o mesmo para o mundo", explica Callender.

Projeto aclamado por onde passou, a despeito das críticas que suscitou a respeito de sua navegabilidade no mar, o Soliloquy já foi alvo de sondagens de empresários e pretende reaquecer o mercado de embarcações depois da crise que assolou o mundo. Os alvos são as famílias reais de Omã e dos Emirados, que gastaram milhões nesses barcos antes da derrocada econômica global.

"Eu estava cético no início, mas, depois de conversar com alguns clientes, vi que vários deles estão dispostos a gastar quantias de dinheiro consideráveis para aderir a essa maré verde. É algo a ser reforçado também pelo objetivo que reúne alguns deles de adquirir o primeiro iate sustentável", comenta Hein Velema, um dos mais famosos brokers de iates de Mônaco.

 

Exótico e autosustentável

Exótico e autosustentável"Esperamos abrir um novo caminho, oferecer um novo estilo de vida, que é diferente, sereno, contemplativo e que respeita o entretenimento, se movendo devagar pela água, combinando o prazer de velejar com absoluto conforto. Why é a união de nossos sonhos, um caminho verde que nos leva para longe com a vela". A afirmação de Pierre-Alexis Dumas diz muito sobre o magnífico Wally Hermés Yacht, o WHY Yacht, projetado por ele junto de Lucas Bassani Antivari.

Unindo um design diferente da maioria ea uma tecnologia autosustentável, grande conforto e estabilidade, o WHY está entre o que há de mais interessante no mercado náutico nesse momento. Lucas Bassani destaca as seguintes qualidades: espaço, estabilidade, independência, movimento e paz.

O WHY, que tem 58 metros (190 pés) de comprimento e inpensáveis 38 mestros (124) de largura, é baseado em reciclagem de energia termal, visando sustentabilidade e segurança, além de grande economia de combustível. É projeto em um formato peculiar, com um total de 3400 metros quadrados disponiveis para 12 exclusivos passagerios em pernoite. No total, são três andares de puro luxo e espaço mais que à vontade operados por uma tripulação que pode tranquilamente chegar a 20 pessoas, segundo o fabricante.

No terceiro andar, intitulado "espaço máster", há área reservada de 200 metros quadrados especialmente destinados ao proprietário do WHY. O espaço oferece acomodações internas privilegiadas, amplo local para banho de sol e, principalmente, uma visão única sobre os arredores marítimos.

Um piso abaixo, o WHY faz com que os convidados não sintam inveja. É um total de cinco suítes confortáveis, sendo duas delas com acesso direto para o terraço. Todas são circundadas por uma bela sala de leitura para a convivência.
O primeiro piso une multiplicidade, no espaço ideal para unir todos sortudos emarcados nos momentos de convivência. Há um longo deck onde todos podem se reunir sob o sol, no que se trata do maior perímetro, naturalmente, do WHY. O andar ainda contempla três salas: jantar, música e cinema.
Apesar de o WHY Yacht ser um projeto, existe uma maquete do barco em tamanho natural para os interessados executar o projeto e que para isso tenham potencial de investimento estimado em cerca de 150 milhões de dolares.


Especificações úteis:

Comprimento: 58 metros
Metros quadrados de áreas de convivência: 3400
Velocidade de cruzeiro: 12 nós
Velocidade máxima: 14 nós
Energia renovável produzida: 500 kWH/dia
Economia anual de combustível: 160 mil litros

Veja o vídeo do WHY Yacht e embarque neste sonho no site oficial do WHY YACHT.

 

Volta ao mundo

Canoagem no Douro InternacionalO maior "navio solar" do mundo, segundo seus construtores, foi apresentado nesta quinta-feira em Kiel, norte da Alemanha. A embarcação fará uma viagem pela Europa este ano e a volta ao mundo, em 2011.
"É um sentimento único ver concretizado, hoje, um sonho de tanto tempo", afirmou Raphael Domjan, iniciador do projeto e futuro capitão.

Com 30 metros de comprimento e 16 metros de largura, o navio está equipado com mais de 500 metros quadrados de painéis solares fotovoltaicos e será "limpo e silencioso", segundo PlanerSolar, nome da companhia responsável e da embarcação.

Poderá alcançar velocidade máxima de 15 nós (25 km/h) e capacidade para 50 pessoas. Para a volta ao mundo, os futuros tripulates pensam em permanecer o mais tempo possível perto do Equador para disfrutarem dias de Sol.

A viagem de 40 mil quilômetros deverá durar 140 dias, atravessando o Oceano Atlântico, o Canal de Panamá, o Oceano Pacífico e o Oceano Índico, até passar pelo Canal de Suez para chegar ao Mar Mediterrâneo.

   

Maio 2010

Aporvela leva jovens à The Tall Ships Races 2012

Aporvela leva jovens à The Tall Ships Races 2012A Aporvela lançou o concurso "Jovem Marinheiro" com o objectivo de integrar participantes mais novos na edição da The Tall Ships Races Lisbon 2012. Trata-se de um concurso nacional, inserido no programa "Jovens e o Mar", da Aporvela, destinado a seleccionar alguns jovens portugueses para embarcarem em grandes veleiros durante as regatas internacionais da The Tall Ships Races. Dirigido a jovens entre os 15 e os 25 anos, este concurso levará os participantes àquela iniciativa, que passará por Lisboa em 2012 e que contará com cerca de 100 grandes veleiros e milhares de novos velejadores.

Os jovens irão integrar um dos grandes veleiros que participam na The Tall Ships Races, sendo da sua responsabilidade garantir a chegada a bom porto e toda a gestão da tripulação a bordo. O velejador Francisco Lobato apadrinha esta iniciativa, que tem como jurados não só este velejador internacional português mas também Marta Lobato, responsável da Comissão da Regata The Tall Ships Races Lisbon 2012, Rui Santos, gestor do projecto "Jovens e o Mar", e André Melo, eleito "Young Sail Training Volunteer" do ano de 2009.

A The Tall Ships Races reúne anualmente apaixonados pela vela para participarem em regatas em grandes veleiros. Os participantes, de várias idades e de diferentes nacionalidades, partilham o facto de não terem qualquer experiência prévia na prática de vela.

 

Porto de Setúbal cresce 28%

Porto de Setúbal cresce 28%O Porto de Setúbal registou, já em 2010, um aumento do tráfego portuário nos valores acumulados a Março, ainda provisórios, comparativamente ao ano anterior, quer no número de navios, com um crescimento de 11 %, quer no volume de mercadorias, com uma evolução positiva de cerca de 28%.


No mesmo período, o segmento de contentores regista um crescimento acentuado de cerca de 208%, em toneladas. Estes resultados são fruto do esforço realizado pela APSS - Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, SA em parceria com os concessionários do Porto de Setúbal, e com os restantes elementos da Comunidade Portuária de Setúbal. O recente investimento do Grupo Portucel Soporcel na fábrica de papel de Setúbal, uma das unidades industriais âncora deste porto, teve também reflexos no volume de carga realizado, quer pelo aumento da produção de papel, quer pelas sinergias geradas na captação e desenvolvimento de linhas regulares de contentores.

Para além dos contentores, a carga geral, no seu todo, registou um crescimento de cerca de 41%, com especial destaque para os adubos, a madeira, produtos metalúrgicos e produtos agrícolas. Os granéis sólidos também assinalam um crescimento de cerca de 45%, traduzido essencialmente na exportação de clínquer.

 

Canoagem no Douro Internacional

Canoagem no Douro InternacionalEsta área permanece uma das mais agrestes e desconhecidas do rio Douro, onde ele corre mais selvagem, numa fenda abrupta ao longo de mais de 130 km partilhados com Espanha. Praticar aqui Canoagem é um privilégio, onde se podem avistar no meio do silêncio espécies de aves ameaçadas, entre as quais aquelas que nidificam nas fendas das falésias, como o Abutre do Egipto, a Cegonha Preta, o Grifo ou a Águia Real.

O programa propõe uma aventura de 4 dias, onde além dos percursos em canoa ao longo de alguns troços seleccionados, não faltam visitas guiadas, passeios pedestres e, claro, a gastronomia para retemperar forças.

Aventura, responsável por toda a logística do programa. Preço por pessoa: 90 € sem alojamento. Para mais informações e inscrições, contactar: www.amdourosuperior.pt ou www.sabordouro.com.

   

Abril 2010

Lisboa recebe Volvo Ocean Race em 2012

Lisboa recebe Volvo Ocean Race em 2012A próxima edição da Volvo Ocean Race irá passar por Lisboa em 2012. Apesar de o anúncio oficial desta presença da prova na capital portuguesa decorrer apenas na próxima quarta-feira, numa conferência de imprensa no Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, o empresário João Lagos chegou já a acordo com a organização da regata de circum-navegação, com o apoio da autarquia e da administração portuária, depois de quase um ano de negociações. A escala na capital portuguesa servirá para efectuar reparações nos veleiros e para a realização de uma regata local.

Segundo a organização, as paragens para reparações serão mais curtas na próxima edição da Volvo Ocean Race, sendo habitualmente de duas a três semanas. Quanto ao percurso, e apesar de o calendário definitivo estar disponível só no final de Março, tal como na edição de 2008-09, as embarcações irão partir de Alicante, Espanha, rumo à Cidade do Cabo, na África do Sul, onde termina a primeira etapa, pelo que a escala em Lisboa só deverá decorrer mais tarde, em 2012.

Recorde-se que mais de 80 cidades demonstraram interesse em receber a Volvo Ocean Race 2011-12, para as escalas necessárias durante a prova.
Foto: Rick Tomlinson/Volvo Ocean Race

 

Veleiro construído com garrafas PET cruza Pacífico

Veleiro construído com garrafas PET cruza PacíficoO "Plastiki", um veleiro catamarã feito com garrafas PET e outros materiais reciclados, prepara-se para realizar uma viagem de mais de 20 mil quilómetros, entre S. Francisco, nos Estados Unidos, e Sidney, na Austrália, no final deste mês. Esta viagem ao longo do oceano Pacífico tem como objectivo alertar as pessoas para o problema do lixo no planeta, passando por várias regiões de importância ambiental, nomeadamente pelo depósito de plástico do Pacífico, o Great Pacific Garbage Patch, onde se acumula muito material abaixo da superfície do oceano. A embarcação, de 20 metros de comprimento, é o resultado do trabalho do ecologista David de Rothschild e é composta por um sistema de flututação com 12 mil garrafas de dois litros presas ao casco, contendo apenas 12 gramas de gelo seco.


Quanto aos mastros, estes são feitos de canos de alumínio reciclado e as velas resultam de fibras de um tipo de PET. Além disso, as cabinas foram construídas à base de plástico reciclável e são removíveis para que possam ser utilizadas como estruturas em terra. É ainda de destacar que o tecto do "Plastiki" recolhe água da chuva para que esta possa depois ser usada para os banhos, para as turbinas eólicas, para os painéis solares e para duas bicicletas ergométricas adaptadas para a realização de exercícios que geram energia a bordo.

No total sete pessoas compõem a tripulação do "Plastiki", num projecto que teve início há três anos, depois de David de Rothschild ter conhecido um relatório do programa ambiental das Nações Unidas sobre os ecossistemas e a biodiversidade em alto mar.
Foto: Exame Brasil

 

Barco ecológico prepara volta ao mundo

Barco ecológico prepara volta ao mundoO "Planet Solar", um barco movido a energia solar, irá iniciar uma volta ao mundo em Abril de 2011, sendo o primeiro barco com estas características a executar uma circum-navegação. Lançado recentemente em Kiel, na Alemanha, o "Planet Solar" é um catamarã com 30 metros de comprimento e 15 metros de largura e equipado com 470 m2 de painéis solares, projectado pelo suíço Raphaël Domjan e construído pela empresa alemã Knierim Yacht Club. Com capacidade para navegar 1000 quilómetros sem sol, este catamarã tem ainda a vantagem de necessitar apenas de três funcionários quando viaja a 15 km/h, recebendo até 200 passageiros. No entanto, na viagem do próximo ano este barco ecológico contará apenas com 50 pessoas e irá realizar algumas paragens estratégicas ao longo da linha do Equador, onde a incidência de raios solares é maior.

A volta ao mundo percorrerá 40 mil quilómetros em 140 dias e passará pelo oceano Atlântico, pelo Canal do Panamá, pelos oceanos Pacífico e Índico e pelo Canal do Suez, rumo ao mar Mediterrâneo.

Para já, durante este ano o "Planet Solar" fará um percurso na Europa que servirá como um teste para a circum-navegação.

   

Março 2010

Marina Marbella muda de instalações

Marina Marbella muda de instalaçõesA divisão inglesa da Marina Marbella acaba de ocupar novas instalações em Poole, em Dorset, Inglaterra. A marca dedicada à venda de barcos a motor localiza-se agora no país na Parkstene Bay Marina, um local que, segundo Chris Owen, responsável pela Marina Marbella no Reino Unido, "é o segundo maior porto natural do mundo e com a maior densidade de embarcações de recreio de Inglaterra".

Nas novas instalações a marca mantém os mesmos serviços presentes nas instalações anteriores, nos escritórios em Parkstene Bay Marina.

Recorde-se que estes serviços passam pelo parqueamento a seco e pelas reparações dos barcos, entre outros. O grupo Marina Marbella é constituído por 20 delegações, presentes, para além de Portugal, em Espanha, Reino Unido, Suécia e Marrocos.

 

Passageiros do Concordia a salvo

Passageiros do Concordia a salvoOs 64 passageiros do veleiro canadiano Concordia estão a salvo, depois deste ter naufragado na passada quinta-feira ao largo do Rio de Janeiro, Brasil. O veleiro pertencente à universidade canadiana West Island College International, e composto por estudantes e professores, foi afectado por ventos fortes ao passar pela costa brasileira, tendo naufragado a 300 milhas (550 quilómetros) da costa.


Após o naufrágio e segundo informou o comandante do Concordia, Romualdo, o veleiro "emitiu sinais de socorro, recebidos pela Marinha, que enviou aviões de reconhecimento". A rápida ajuda prestada permitiu colocar toda a tripulação e os passageiros "em segurança", não se registando quaisquer feridos, como adiantou o comandante.

O Concordia partiu do Recife, no Brasil, a 8 de Fevereiro e seguia rumo a Montevideu, Uruguai.

 

Aporvela lança programa "Os Jovens e o Mar"

Aporvela lança programa 'Os Jovens e o Mar'A Aporvela - Associação Portuguesa de Treino de Vela criou o programa "Os Jovens e o Mar", composto por várias regatas a realizar ao longo deste ano. A iniciativa é dirigida a jovens a partir dos 15 anos e visa promover a prática de vela e a troca de experiências a bordo, através da possibilidade de embarcar num veleiro para uma viagem onde estarão jovens de diferentes nacionalidades.

Num total de 15 veleiros, os participantes poderão integrar quatro regatas, ao longo deste ano: a Garibaldi Tall Ships Regatta, a Historical Seas Tall Ships Regatta, a Tall Ships Races 2010 e a North Sea Tall Ships Regatta 2010.

Para 2012 está já marcada a realização de uma destas regatas a decorrer em Lisboa e onde participarão 100 grandes veleiros e milhares de tripulantes. Segundo a Aporvela, este tipo de experiências permite melhorar a formação e desenvolvimento pessoal e social dos jovens, especialmente no que toca ao espírito de equipa e à responsabilidade.

   

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