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Julho 2016

Arrastão francês “pescou” submarino português

Arrastão francês “pescou” submarino portuguêsO submarino português Tridente ficou preso nas redes de um barco de pesca francês em águas britânicas, num incidente sem danos materiais ou humanos, disse o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA).

O incidente ocorreu durante uma missão de treino com a marinha britânica, na viagem de regresso do Tridente a Portugal, depois de ter estado em missão no Báltico, segundo o EMGFA. “O Tridente veio à superfície para garantir a sua própria segurança e a do pesqueiro, libertou-se do cabo em que estava preso e continua a sua missão”, disse à Lusa o porta-voz do EMGFA, Hélder Perdigão.

“Foi um pequeno incidente, não houve danos“, acrescentou.

O incidente ocorreu cerca de 55 quilómetros a sudeste do Cabo Lizard, a ponta sudoeste da Grã-Bretanha, em águas britânicas. O arrastão largou a rede, com a ajuda de meios da Marinha britânica e regressou a França, indica um comunicado do comando marítimo do Atlântico francês, citado pela France Press.

Apesar da casualidade do incidente ter ocorrido depois da vitória de Portugal sobre a França, na final do Euro 2016, em Paris, provocou grande diversão pelas redes sociais, com muitos portugueses a brincarem com a situação e com a “azia” francesa pela derrota.
Ler mais/Fonte: portosdeportugal.pt

 

Bacalhau 500 milhões a bordo de veleiro norueguês a liderar Tall Ships Race 2016

Bacalhau 500 milhões a bordo de veleiro norueguês a liderar Tall Ships Race 2016O espécime de bacalhau norueguês 508.000.000 está a bom ritmo e beneficiando de bons ventos a caminho de Lisboa a bordo do veleiro Statsraad Lehmukuhl, que neste momento praticamente lidera a regata Tall Ships Race 2016, imediatamente a seguir ao veleiro russo Mir.

A regata arrancou domingo de Antuérpia, com bom tempo, e às 12:25 desta quarta-feira o Statsraad Lehmukuhl passou o Start Point, o último marco na costa sudoeste de Inglaterra e a caminho da ilha de Oussant, na costa noroeste de França, a uma velocidade de 8,5 nós e com um instável vento de noroeste.

O navio dirige-se a seguir para o Golfo da Biscaia, tão depressa quanto o vento o permitir. «Mantemo-nos, até agora, numa boa posição na nossa classe, mas tanto os outros concorrentes como o vento são fortes e temos que constantemente afinar o leme e a vela de guarnição para continuar na liderança», escreve o capitão Marcus Seidl no Facebook . «A moral e o entusiasmo a bordo são elevados e estamos a ir muito bem», garante.

Com uma tripulação de 163 pessoas (entre profissionais e aprendizes) de vários países, o veleiro-escola norueguês deverá chegar a Lisboa dia 23, transportando o espécime de bacalhau 508.399.822 – já batizado de «Fiel» - entregue com pompa e circunstância ao capitão Marcus Seidl por Kristine Ounebo, da direcção da Associação de Chefs da Noruega.

Arredondado para 500.000.000, o número resulta dos registos do Conselho Norueguês da Pesca, Norge - que reúne os exportadores de peixe do país – e cujo representante em Lisboa, Johny Thomassen, decidiu assinalar 70 anos de exportação de bacalhau para Portugal com a entrega simbólica deste espécime de 3 quilos capturado no Mar do Norte e sujeito a três meses de cura (seca e salga). No entanto, apesar de serem assinalados 70 anos, as exportações do «Fiel Amigo» para terras lusas – cujo registo foi interrompido na Segunda Guerra Mundial – datam de finais do século XVII.

Os portugueses adotaram há séculos o bacalhau, dedicando-lhe mais de 1000 receitas, mas apesar de generalizado, não era considerado «requintado», e só na presidência de Jorge Sampaio é que passou a constar das ementas dos banquetes oficiais. No ano passado, Portugal importou cerca de 35.500 toneladas de bacalhau, 70% das quais compradas à Noruega, o equivalente a cerca de 180 milhões de euros.

O bacalhau da Noruega é o único bacalhau migrador, o que o torna diferente de todos os outros bacalhaus em todo o mundo. Nasce na costa Ártica norueguesa e aí se mantém até atingir a idade de 1 ano. Começa então a sua migração para o Mar de Barents (Mar Ártico) onde vai passar a sua juventude até atingir a idade de procriação, entre os 5 e os 6 anos de vida. É nessa altura, por volta do fim do mês de Novembro que começa a sua migração para o sítio onde nasceu, para desovar. Esta migração de mais de 1000 quilómetros, faz-se ao ritmo de 30 a 40 km por dia.
Ler mais/Fonte: diariodigital.sapo.pt

 

Exposição “Um Oceano de Plástico”

Exposição “Um Oceano de PlásticoO CIIMAR e a Campanha Ocean Action foi inaugurou a exposição de grandes esculturas “Um Oceano de Plástico”, no inicio de julho, ficando aberta até dia 25 de novembro no Largo de S. Domingos, no Porto.

Esta exposição, composta por 3 esculturas de grandes dimensões construídas com plásticos reciclados, encontra-se distribuída por diferentes espaços públicos da cidade, pretendendo alertar e sensibilizar a população para o problema do lixo plástico.

Apresentação prevista da peça de teatro “Pérola no Mar de Plástico”, também desenvolvida em parceria entre a ESAP e o CIIMAR.
Ler mais/Fonte: nauticapress.com

 

 

   

Maio 2016

Gestão de áreas sob jurisdição portuária pode passar para autarquias

Gestão de áreas sob jurisdição portuária pode passar para autarquiasA ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, anunciou hoje, em Angeiras, Matosinhos, a possibilidade de transferir para os municípios a gestão de áreas que estão sob jurisdição portuária. Segundo a ministra, o Governo vai analisar tudo o que são áreas de jurisdição portuária e, se houver desejo das autarquias, essa gestão será transferida para os municípios, ou poderá ser partilhada.

"Queremos fazer descentralização e [dar] o seu a seu dono. Quem tem responsabilidade pela gestão dos territórios são as autarquias e, portanto, o porto de Leixões não tem que ter a gestão de áreas que não têm atividade portuária", exemplificou.

Ana Paula Vitorino referiu que o Governo está neste momento a preparar uma legislação para que esta possibilidade de transferência de gestão se possa efetivar em todo o país.

"Este Governo põe como prioridade as relações com os municípios (...) e o porto de Leixões não tem que gerir um território cuja responsabilidade é do município", afirmou Ana Paula Vitorino esta manhã, no mercado de Angeiras, Matosinhos, distrito do Porto.

Para Ana Paula Vitorino, "uma coisa é o Porto de Leixões gerir os destinos do porto, [o que] naturalmente tem que ser gerido profissionalmente pelo Porto de leixões, outra coisa são intervenções sobre áreas que não têm nada de portuária". Exemplo disso são, por exemplo, as concessões de exploração de bares de praia, que são atribuídas por entidades portuárias.
Ler mais/Fonte: noticiasaominuto.com

 

Lisboa passa a base permanente da Volvo Ocean Race

Lisboa passa a base permanente da Volvo Ocean RaceA novidade foi anunciada pelo presidente da câmara de Lisboa, Fernando Medina, numa apresentação nos Paços do Concelho. O autarca disse que esta evolução poderá qualificar a cidade para um outro passo: passar a sede geral da regata a partir de 2020. "É uma pequenina coisa que falta resolver", ironizou.

A instalação do boatyard (estaleiro) da VOR em Lisboa significará que antes da competição se iniciar todos os barcos concorrentes virão para Lisboa para serem sujeitos a melhoramentos e testes, até a prova arrancar (provavelmente em outubro de 2017).

Lisboa tornar-se-á também campo de treinos da competição, com todas as equipas instaladas na capital. O chefe da organização lisboeta da VOR, José Pedro Amaral, disse que com o estaleiro da prova em Lisboa (Doca de Pedrouços) durante mais de um ano se espera um significativo aumento do impacto financeiro na vida da cidade.

Na edição 2014-2015 o stopover da VOR na capital portuguesa foi de duas semanas, com um impacto na ordem dos 25 milhões de euros. A posição de Lisboa na rota da regata vai mudar. Nas anteriores estava no fim da volta ao mundo, no regresso da frota à Europa, vinda dos EUA (a prova começa em Alicante, Espanha, depois dá a volta ao mundo, de oeste para leste, terminando em Gotemburgo, na Suécia).
Ler mais/Fonte: dn.pt

 

Movimento nos portos cresceu 3,5% no primeiro trimestre

Movimento nos portos cresceu 3,5% no primeiro trimestreO movimento de mercadorias nos oito portos do Continente totalizou 21,7 milhões de toneladas de carga nos três primeiros meses do ano, aumentando 3,5% em relação ao mesmo período de 2015. O crescimento registado de Janeiro a Março, mostram dados recolhidos pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT), deveu-se sobretudo ao porto de Sines, que vale 52% do mercado.

volume da carga superou neste porto as 11,3 milhões de toneladas, uma subida de 13,4%. Viana do Castelo, que representa uma pequena fatia do mercado portuário, cresceu 17,2% e o porto de Faro subiu 2,1%. Já o movimento nos portos de Setúbal, Figueira da Foz, Leixões, Aveiro e Lisboa recuou, com a descida mais acentuada, de 12,7%, a acontecer na Figueira.

Os dados do primeiro trimestre não reflectem ainda os efeitos da actual greve no Porto de Lisboa, apenas a paralisação que decorria nos primeiros dias deste ano. A quebra de Janeiro a Março foi de 9,1% neste porto, que é o terceiro mais importante no mercado portuário, depois de Sines e Leixões.

Os estivadores iniciaram uma paralisação parcial desde Novembro do ano passado até que, a 8 de Janeiro, foi assinado um acordo de paz social que na altura levou o sindicato (SETC) a suspender os pré-avisos de greve. Uma vez fracassado o acordo intermediado pelo Governo, os estivadores voltaram a convocar greves a partir de 20 de Abril. Nos oito portos, “o tráfego de contentores, incluindo ‘cheios’ e ‘vazios’, acompanhou o sentido da variação observada no mercado da carga contentorizada tendo registado um acréscimo de 1,7% em número e de 4,1% em volume de TEU [unidade equivalente a um contentor de 20 pés]”, refere a AMT no relatório consultado pelo PÚBLICO.
Ler mais/Fonte: publico.pt

 

 

   

Abril 2016

Rolls-Royce e a visão do navio de carga do futuro

Rolls-Royce e a visão do navio de carga do futuroA Rolls-Royce apresentou já, no vídeo que aqui reproduzimos, com a devida vénia, a sua visão do que será o navio do futuro, ou frota de navios, completamente dirigidos em terra a partir de uma sofisticada sala de Comando e Controlo.

Como revelado no filme, a sala de Comando e Controlo será mesmo sofisticada, permitindo a uma pequena equipa, entre 7 a 14 virtuais tripulantes, dirigir um navio, ou frota de navios, à distância, recorrendo a ecrãs interactivas inteligentes, reconhecimento de voz, hologramas e sistemas autónomos de vigilância para monitorizar tudo quanto se passa num navio e à sua volta.

Mas para se perceber exactamente o que tudo isso significa, nada melhor, de facto, do que ver o vídeo.

Para a Rolls-Royce, tudo isto não é apenas ficção mas também um plano de trabalho uma vez que afirma querer agora ter este projecto realizado e em operação, até ao final da década.

Toda a pesquisa e desenvolvimento relativos a este projecto decorre de uma colaboração entre a Rolls-Royce a VTT e a Universidade de Tampere, recolhendo muita da experiência adquirida em diferentes sectores de actividade, como a aviação, defesa, energia e exploração espacial, onde a o controlo remoto operacional tem sido mais difundido.
Ler mais/Fonte: jornaldaeconomiadomar.com

 

Prémios Excellens Mare 2016

Prémios Excellens Mare 2016A Gala de Entrega dos Prémios Excellens Mare 2016 vai decorrer no dia 30 de abril, pelas 15h, no Casino Figueira (Figueira da Foz).

Pretende-se neste encontro reconhecer o mérito e a excelência de entidades e personalidades que tenham desempenhado um papel marcante no desenvolvimento económico sustentável das actividades relacionadas com o mar. A acompanhar esta entrega de prémios, alguns convidados especiais, participantes de um momento de debate acerca do mar e das suas potencialidades.

A PwC Portugal considera que o reconhecimento da excelência e do mérito nas atividades do mar é fundamental para o desenvolvimento da economia do mar em Portugal e no Mundo.

A sinalização e o reconhecimento de casos de sucesso e de referência no âmbito das atividades do mar, para além de serem um ato de justiça em relação a quem dedica o seu talento ao crescimento azul, são fundamentais para reforçar a motivação de pessoas e de equipas que pretendam dar o seu continuado contributo para a valorização sustentável dos recursos do mar.

Os Prémios Excellens Mare pretendem ser um contributo de referência, em Portugal e no Mundo, no reconhecimento da excelência e do mérito nas atividades do Mar.

Apenas com a promoção da excelência e a defesa do mérito será possível avançar para patamares mais elevados de crescimento e de desenvolvimento sustentável num contexto de desafios cada vez mais complexos à escala global!
Ler mais/Fonte: portosdeportugal.pt

 

TROIA MARINA lança Troia All Summer

TROIA MARINA lança Troia All SummerA TROIA MARINA, unidade do TROIA RESORT, acaba de lançar um programa especial para o Verão. O Troia All Summer é válido para estadias de Abril a Setembro ou Maio a Outubro e destaca o local perfeito para todos os amantes do mar e desportos aquáticos.

Com valores a partir de 1.650€ (barcos Classe I) os subscritores recebem, ainda, 2 cartões com 10 viagens cada para usufruir no catamarã Atlantic Ferries. A TROIA MARINA, com capacidade para 184 embarcações, apresenta todas as comodidades necessárias, bem como infraestruturas de apoio para a conservação e manutenção da embarcação.

A TROIA MARINA conta com o reconhecimento Bandeira Azul e dispõe, ainda, de um Código de Conduta para sensibilizar sobre o comportamento a adotar no caso de avistarem roazes do Sado. Todos os meses são promovidos eventos náuticos, nos quais os clientes da TROIA MARINA são convidados a participar e desfrutar de um espírito desportivo ímpar.

A estadia do barco na TROIA MARINA é apenas o começo de uma aventura. Os principiantes podem aprender os princípios básicos para começarem a velejar, e, os velejadores mais experientes podem utilizar a marina como ponto de partida para viagens mais longas. Toda a atividade terá como cenário uma das mais belas baías do mundo, a de Tróia. Aproveite para explorar o incrível ambiente da península de Tróia. Para além das paisagens marcantes, pode desfrutar de inúmeras atividades ao ar livre, como jogar Golf num dos melhores campos da Europa, descontrair no Casino ou deliciar-se com um dos inúmeros restaurantes da região.
Ler mais/Fonte: shoppingspirit.pt

 

 

   

Março 2016

Sector petrolífero vai financiar o novo Fundo Azul

Sector petrolífero vai financiar o novo Fundo AzulA constituição do ‘Fundo Azul’, anunciado na semana passada pelo Conselho de Ministros exclusivamente dedicado aos assuntos do Mar, foi ontem concretizada em Diário da República, num dos últimos decretos-lei promulgados por Aníbal Cavaco Silva enquanto Presidente da República. O diploma estabelece que o sector petrolífero deve ser uma das fontes de financiamento deste fundo concebido pela ministra do Mar, Ana Paula Vitorino.

Desta forma, “podem ser afectas ao Fundo, parte das receitas do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos cobrado sobre o gasóleo colorido e marcado, a definir anualmente na Lei do Orçamento do Estado”. Por outro lado, está igualmente previsto no referido diploma a existência de “contribuições financeiras dos titulares da concessão, no domínio da Investigação & Desenvolvimento e Inovação tecnológica da pesquisa e produção ‘offshore’ de petróleo e gás, nomeadamente na segurança das operações ‘offshore’, através do pagamento de uma taxa destinada ao Fundo Azul, a ser definida por portaria aprovada pelos membros do Governo responsáveis pelas áreas das Finanças, da Economia e do Mar”.

O Fundo Azul vai começar a promover actividades ligadas ao Mar a partir de 1 de Janeiro de 2017. Nesta fase embrionária, não receberá qualquer dotação do Orçamento do Estado para 2016, mas essa deverá ser outra das fontes regulares de financiamento do Fundo Azul a partir do próximo ano, seja directamente do OE ou através de transferências de entidades do Sector Empresarial do Estado, em particular as administrações portuárias, “designadamente pela alocação de parte do produto das taxas cobradas”. Ana Paula Vitorino disse na semana passada que este ano, sem dotações orçamentais, o Fundo Azul deverá captar cerca de 10 milhões de euros de financiamento para as suas actividades.

Estão também previstas contribuições da União Europeia, “sujeitas a orientações fixadas pelas estruturas de gestão dos respectivos programas operacionais e aos regulamentos nacionais e comunitários que subordinam os capitais colocados no fundo”.

Outras fontes de financiamento do Fundo Azul derivarão de percentagens das receitas resultantes da cobrança da taxa de utilização do espaço marítimo; dos dividendos de cada administração portuária; das receitas destinadas aos cofres do Estado e de taxas cobradas por serviços prestados pelas capitanias dos portos; e das receitas destinadas aos cofres do Estado e de taxas cobradas por serviços prestados pela direcção-geral dos Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos. Todas estas percentagens serão fixadas em despachos específicos a publicar posteriormente.

O Fundo Azul terá por finalidade o desenvolvimento da economia do mar, a investigação científica e tecnológica e a protecção e monitorização do meio marinho e a segurança marítima.
Ler mais/Fonte: economico.sapo.pt

 

Porto de Sesimbra mantém liderança na pesca

Porto de Sesimbra mantém liderança na pescaO porto de Sesimbra, localizado a cerca de 30 km de Setúbal, continua a ser um dos portos de pesca mais importantes do país, quer em volume, quer em valor de pescado transacionado, assumindo particular relevância na comercialização de pescado para a área metropolitana de Lisboa. Se, por um lado, a envolvente do porto é caracterizada por uma zona de costa dominada por falésias e outros elementos geográficos com uma presença marcante, que limitam a área portuária, por outro, o porto dispõe de um boa acessibilidade marítima, condições de abrigo, boas profundidades e escassas necessidades de dragagens.

A lota de Sesimbra, em funcionamento desde 1995, está equipada com importantes e modernas infraestruturas de apoio à comercialização de pescado. O leilão está todo informatizado, não permitindo qualquer tipo de irregularidade. Este é feito por afixação em painel eletrónico, com contagem decrescente e licitação por telecomando. A lota dispõe ainda de modernos e eficazes meios de operação de pesagem, transporte, transação, conservação e comercialização do pescado desembarcado, garantindo um funcionamento eficaz de todo o processo.

O porto de Sesimbra constitui, indiscutivelmente, um forte indutor de desenvolvimento local não só pela riqueza gerada pela pesca como pelas especificidades culturais introduzidas por aquela atividade e que tornam Sesimbra atrativa para o turismo. A grande mais-valia do porto para a geração de riqueza, integrada numa perspetiva de desenvolvimento harmónico e respeitador dos equilíbrios naturais, surge, precisamente, da exploração de atividades ligadas ao mar para o desfrute de belezas naturais, para o consumo turístico e para o lazer.

A estratégia da APSS, SA para o desenvolvimento do porto de Sesimbra, face aos constrangimentos, nomeadamente de ordem financeira, e as oportunidades existentes, assenta no reordenamento, modernização e ampliação das infraestruturas e condições de segurança e funcionamento do porto de pesca, visando potenciar o desenvolvimento da atividade piscatória, fomentar a náutica de recreio e interceder no sentido de melhorar as acessibilidades terrestres ao porto pelo lado poente.
Ler mais/Fonte: portodesetubal.pt

 

Executivo celebra protocolos no contexto do conhecimento do mar e da literacia para os oceanos

Executivo celebra protocolos no contexto do conhecimento do mar e da literacia para os oceanosEntre as várias medidas hoje aprovadas em Conselho de Ministros, com incidência nas necessidades sector do Mar e das suas metas pendentes, o Executivo celebrou dois protocolos no âmbito do desafio do conhecimento sobre o mar e da literacia para os oceanos - o Protocolo que estabelece o Prémio Nacional Mário Ruivo - Gerações Oceânicas e Protocolo de cooperação entre o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e a Ministra do Mar.

O primeiro premiará anualmente um projecto original no tema «Conhecer e Interagir com o Oceano», firmado entre o Ministro da Cultura, o Ministro da Educação e a Ministra do Mar, focando-se na "sensibilização e promoção da Literacia para o Oceano nos programas educativos e formativos, através de campanhas e acções de sensibilização e divulgação de conhecimento, numa perspectiva educacional, mas também social, científica, cívica e ambiental", como explicita o comunicado.

O segundo prende-se com a aplicação de "esforços na promoção de sinergias entre os departamentos governamentais e a sociedade civil, em particular com a comunidade académica e científica em ciências e tecnologias do mar. Estes esforços traduzir-se-ão no desenvolvimento do conceito do Centro de Observação Oceânica, bem como do fomento do desenvolvimento de tecnologias e de novos materiais indispensáveis à intervenção em offshore e na promoção da sensibilização e promoção da Literacia para o Oceano".
Ler mais/Fonte: cargoedicoes.pt

 

 

   

Fevereiro 2016

MSC Cruzeiros adquire Ilha nas Caraíbas

MSC Cruzeiros adquire Ilha nas CaraíbasA firma MSC Cruzeiros, a companhia de cruzeiros com sede em Genebra, na Suíça e número um em Portugal e na Europa, na América do Sul e Sul de África, revelou planos ambiciosos para criar uma experiência exclusiva numa ilha das Bahamas.

Este projecto visionário foi anunciado em 16 Dezembro, em Nassau, capital das Bahamas, onde o primeiro ministro Perry Christie e o Presidente Executivo da MSC Cruises, Pierfrancesco Vago assinaram um contrato de aluguer por 100 anos, que permitirá à MSC Cruzeiros ocupar uma pequena ilha, que será chamada de Ocean Cay MSC Marine Reserve.

Ao longo dos próximos dois anos, a MSC Cruzeiros vai trabalhar em conjunto com o Governo das Bahamas para desenvolver a pequena ilha de Cay, que pela primeira vez, estará dentro de uma próspera reserva marinha e irá coexistir em harmonia com o ecossistema local. Este projecto vai ajudar a transformar a base da economia local, criando numerosos empregos qualificados no setor do turismo.

A ilha irá oferecer aos passageiros algumas das melhores praias no mundo, entre um variado conjunto de experiências inspiradas nas Caraíbas. A MSC Cruzeiros, uma das companhias de cruzeiro com mais consciência ecológica, vai investir cerca de 200 Milhões de dólares (USD) na criação de um paraíso natural numa ilha deserta. Pierfrancesco Vago, Presidente Executivo da MSC Cruises, afirmou que ...este é um progresso natural para a nossa companhia, que está a crescer muito rapidamente,

Todas as instalações e experiências na ilha, que está situada a cerca de 60 milhas a leste de Miami, na Florida, serão solidárias com a cultura3514 01 e tradições das Bahamas. Um plano paisagístico abrangente pretende plantar por toda a ilha mais de 80 tipos de árvores indígenas das Caraíbas, flores, arbustos e mangais. Haverá também uma aldeia semelhante às das Bahamas, vários restaurantes e bares oferecendo especialidades locais, uma grande variedade de lojas e um centro de chegadas, animado com música temática local.

A MSC Cruzeiros prevê iniciar os desenvolvimentos na ilha em Março de 2016e a Ocean Cay MSC Marine Reserve será aberta aos passageiros em Dezembro de 2017.

Este projecto proporcionará uma presença permanente da MSC Cruzeiros nas Bahamas. O Cay será ideal para todos os navios que estiverem a realizar itinerários nas Caraíbas, nomeadamente o MSC DIVINA e o MSC SEASIDE, o navio de próxima geração que se encontra ainda em construção, ambos com partidas de Miami, e ainda o MSC OPERA e o MSC ARMONIA, que navegarão a partir de Cuba.
Ler mais/Fonte: revistademarinha.com

 

Porto de Leixões atingiu novo recorde de mercadorias em 2015

Porto de Leixões atingiu novo recorde de mercadorias em 2015O movimento de mercadorias no porto de Leixões atingiu em 2015 um novo valor recorde de 18,7 milhões de toneladas. Este total representou um crescimento de 3,7% face ao ano anterior. Considerando o porto de Viana do Castelo, que está integrado na APDL - Administração dos Portos do Douro e de Leixões, o total de mercadorias movimentadas no ano passado ascendeu a 19,2 milhões de toneladas.

Em 2015, o porto de Leixões cresceu 6,7% na movimentação de granéis líquidos (combustíveis), 12,1% na carga fraccionada e 10,5% em granéis sólidos (cimento, cereais, carvão, etc).

Mas o segmento de carga que registou maior crescimento no porto de Leixões no ano passado foi o de ‘ro-ro’ (embarque e desembarque de automóveis), com uma subida de 73% face a 2014.No segmento de contentores, verificou-se uma quebra de cerca de 8% face ao ano precedente: -6,4% no movimento de contentores e, dimensão (TEU – unidade–padrão equivalente a contentores com 20 pés de comprimento) e -7,5% em número.

A APDL explica, em comunicado, a quebra da carga contentorizada com “a redução significativa das exportações para Angola”. “Com exportações para 184 países e uma média mensal de 1,6 milhões de toneladas de mercadorias a circular em Leixões, este porto fecha 2015 com o melhor resultado de sempre, atingindo recordes na movimentação de granéis líquidos, sólidos e carga ‘ro-ro’”, sublinha o referido comunicado da APDL.
Ler mais/Fonte: economico.sapo.pt

 

Comissão Europeia quer reduzir lixo marinho em 25%

Comissão Europeia quer reduzir lixo marinho em 25%A Comissão Europeia (CE) adoptou hoje, dia 2 de Dezembro, um novo pacote da economia circular para incentivar a transição da Europa para uma economia circular, que «reforçará a competitividade a nível mundial, promoverá um crescimento económico sustentável e criará mais emprego», segundo consta de um comunicado da instituição.

«Os planos aproveitarão ao máximo o valor e a utilização de todas as matérias‑primas, produtos e resíduos, promovendo poupanças de energia e diminuindo as emissões de gases com efeito de estufa. As propostas abrangem todo o ciclo de vida: da produção ao consumo, à gestão dos resíduos e ao mercado das matérias-primas secundárias», acrescenta o comunicado.

A transição será apoiada pelos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento, «por 650 milhões de euros do Horizonte 2020 (programa da UE de financiamento para investigação e inovação), por 5,5 mil milhões de euros de fundos estruturais para a gestão dos resíduos e por investimentos na economia circular a nível nacional».

Entre as principais medidas agora adoptadas ou a aplicar «durante o mandato desta Comissão», consta uma estratégia para o plástico na economia circular e, neste contexto, o objetivo de reduzir o lixo marinho em, pelo menos 25 por cento, através da aplicação da legislação relativa aos resíduos.
Ler mais/Fonte: jornaldaeconomiadomar.com

 

 

   

Janeiro 2016

Fluviário de Mora com novos habitantes

Fluviário de Mora com novos habitantesO Fluviário de Mora abriu portas para receber novos moradores, um total de 12 novos peixes de água salgada que habitam agora naquele espaço. Doze novas razões para conhecer ou voltar a visitar aquele que foi o primeiro grande aquário de água doce na Europa, criado a 21 de Março de 2007.Os novos habitantes do fluviário são duas raias (Raias undulata), quatro corvinas (Argyrosomus regius) e seis pargos (Pagrus pagrus).

Para além de conhecer as novas atracções, não perca a oportunidade de ver todos os outros animais do Fluviário, como as lontras ou conhecer o tanque que alberga peixes gigantes. Ou, então, participar no programa “O Mistério de Natal” feito especialmente para esta época natalícia, com actividades para todas as idades.

Ao fim de oito anos, por onde passaram mais de 730 mil visitantes, crianças, famílias, escolas e outros grupos, o Fluviário de Mora continua a inovar e a renovar-se como a maior e mais reconhecida instituição em Portugal, e também na Europa, de divulgação do maravilhoso mundo dos Rios e dos Lagos.
Ler mais/Fonte: nauticapress.com

 

2015 foi o melhor ano de sempre na movimentação de mercadorias no Porto de Aveiro

2015 foi o melhor ano de sempre na movimentação de mercadorias no Porto de AveiroO total de mercadorias movimentadas em 2015 no Porto de Aveiro atingiu 4.656.103 toneladas, passando este a constar como o melhor ano de sempre no que diz respeito ao tráfego de carga. O crescimento registado face a 2014, ano onde foi obtido o anterior máximo, foi de 3,57 pontos percentuais.

Representando 49,52% do tráfego de mercadorias do Porto, as exportações cresceram 0,23 pontos percentuais em relação ao ano transacto, alcançando 2.305.540 toneladas. Com um peso de 50,48% no total de mercadorias movimentadas, as importações somaram 2.350.563 toneladas, revelando um crescimento de 7,08 pontos percentuais.

Salienta-se o crescimento de 18,63 pontos percentuais (mais 304.922 toneladas) em relação a 2014, verificado nos Granéis Sólidos, com um total de 1.941.946 toneladas movimentadas, que constituem 41,71% do agregado do Porto. No segmento da Carga Geral foram movimentadas 1.685.911 toneladas, representando 41,71% do movimento total e nos Granéis Líquidos verificou-se um tráfego de 1.026.706 toneladas, perfazendo 22,05% do movimento anual.

No que diz respeito ao número de escalas no Porto de Aveiro e às dimensões dos navios, 2015 apresenta valores assinaláveis. Um total de 1.093 navios visitaram o porto durante o ano, o que representa um crescimento de 9,85 pontos percentuais (mais 98 navios) em relação a 2014. Ainda em relação a 2014, a arqueação bruta total destes navios apresenta um crescimento de 12,87 pontos percentuais (mais 560.699) e o comprimento total uma subida de um 9,92 pontos percentuais (mais 10.145 m).
Ler mais/Fonte: portosdeportugal.pt

 

Calypso, o navio do comandante Cousteau vai voltar ao mar

Calypso, o navio do comandante Cousteau vai voltar ao marA associação proprietária do Calypso, o célebre navio de exploração oceanográfica do comandante Jacques-Yves Cousteau, ao abandono desde 2007 num porto francês, anunciou esta quinta-feira que a embarcação vai regressar ao mar. “Estamos a trabalhar para tirar o navio de Concarneau (Bretanha, oeste de França) no prazo de três meses. O nosso objetivo é reparar completamente o navio e que volte a navegar para ser o embaixador dos oceanos, como queria o comandante”, disse a associação Equipa Cousteau.

“Consideramos serem necessários entre 12 e 18 meses para pôr o Calypso a navegar. Já contactámos empresas para esta empreitada”, acrescentou. A bordo do Calypso, o explorador Jacques-Yves Cousteau percorreu, a partir de 1950 e durante mais de 40 anos, os oceanos para realizar filmes sobre os fundos marinhos, vistos em todo o mundo.

Com o seu barrete vermelho de escafandrista, Cousteau realizou vários documentários, sendo provavelmente o mais famoso “Le Monde Du Silence”, que ganhou a Palma de ouro no festival de cinema de Cannes, em 1956. Em janeiro de 1996, o Calypso naufragou em Singapura. Posto a flutuar, foi colocado em Concarneau em 2007, onde devia ter sido restaurado. Divergências entre o estaleiro naval Piriou, encarregado dos trabalhos, e a Equipa Cousteau interromperam a recuperação do navio.

Em dezembro de 2014, a justiça francesa determinou que a associação devia retirar o Calypso do estaleiro antes de 12 de março deste ano e pagar à Piriou os trabalhos já efetuados, no valor de cerca de 300 mil euros. A Equipa Cousteau indicou que o navio podia ser exposto no Mónaco, na água ou em doca seca, enquanto a empresa ameaçava leiloar o Calypso. “A Equipa Cousteau conseguiu sentar, à mesma mesa, vários mecenas internacionais generosos e muito motivados”, disse a associação na sua página digital.

“Quando o Calypso regressar ao Mediterrâneo, estará a navegar com os seus próprios motores, como queria o comandante Cousteau”, acrescentou Francine Cousteau, segunda mulher do explorador e presidente da Equipa Cousteau. Em comunicado, o estaleiro Piriou garantiu que fará “tudo ao seu alcance para permitir a saída do Calypso da doca nas melhores condições”, apesar de afirmar desconhecer o projeto de retirar o navio durante o primeiro trimestre. O estaleiro confirmou ter recebido, em dezembro, a soma devida pela associação.
Ler mais/Fonte: observador.pt

 

 

   

Dezembro 2015

Rockport patrocina única equipa Portuguesa feminina de Vela

Rockport patrocina única equipa Portuguesa feminina de VelaA Rockport, empresa americana pioneira em calçado cosmopolita com tecnologia desportiva integrada, patrocina as velejadoras Sara Mota Carmo e Matilde Pinheiro de Melo no seu percurso para representarem Portugal nos próximos Jogos Olímpicos, a decorrerem no Rio de Janeiro em 2016.

Fundada em 1971, a Rockport continua a apresentar nas suas coleções calçado náutico, construído segundo avançada tecnologia que permite aos velejadores conquistarem os mais desafiantes mares e oceanos do mundo. Integrada no espírito das aventuras marítimas, a marca patrocina a equipa constituída por Sara Mota Carmo e Matilde Pinheiro de Melo.

Segundo Cátia Tomé, Responsável de Marketing da Rockport Portugal “A marca nasceu nos EUA com uma história ligada à náutica e estamos muito orgulhosos de poder escrever um novo capítulo ao apoiar duas esperanças da Vela Portuguesa. A Sara e a Matilde são atletas dedicadas e de grande talento. Neste momento, estão a competir por um lugar nos Jogos Olímpicos de 2016 sendo a única representação nacional feminina na Vela. Torcemos pela participação de Portugal no Rio 2016.”
Ler mais/Fonte: local.pt

 

Turismo fluvial bate recordes

Turismo fluvial bate recordesOs sinais são evidentes. O turismo no Douro está a crescer”, afirma Raquel Maia, responsável pela Delegação do Douro da Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL).

Num balanço sobre o turismo fluvial no Douro em 2015, a administradora da APDL referiu à agência Lusa que, até outubro, passaram pela via navegável cerca de 760 mil passageiros, mais 145 mil do que em todo o ano de 2014 (615 mil).

Depois da apresentação será feita a demonstração do dispositivo, que decorrerá no Porto de Abrigo da Nazaré, por volta das 12H30.A sessão será acompanhada de um cocktail.

Falta ainda contabilizar os meses de novembro e dezembro, pelo que, segundo Raquel Maia, os valores de 2015 podem “chegar a uma ordem de grandeza a rondar os 900 mil passageiros”. “Está claro que o rio Douro vai de vento em popa enquanto canal de navegação turística”, sublinhou.

O bom desempenho registou-se em todos os segmentos de negócio ligados ao turismo fluvial, onde existem 38 operadores e 99 embarcações. Em 2010 operavam neste rio 58 embarcações.
Ler mais/Fonte: expresso.sapo.pt

 

Portugal presente na Boot Duseldorf 2016

Portugal presente na Boot Duseldorf 2016Também em 2016, Portugal estará presente na Boot Düsseldorf, através de quase três dezenas de empresas que ocupam cerca de 300 m2 de área. Mais de uma dezena de empresas dos Açores, e de Norte a Sul do Continente, empresas como a FeelDouro, a PalmaYachts, a Marina de Lagos, a Mermaid Ideas, a Rulis / Silenwind, e a Sun Concept se farão representar, bem com uma região estreante, Sagres / Vila do Bispo, que apresenta seis expositores, a Cape Cruiser, a Divers Cape, a Mar Ilimitado, a Pura Divehouse, Sagres Natura e a SeaXplorer.

A Boot Dusseldorf, a maior feira europeia de desportos náuticos e atividades associadas, terá lugar no perído de 23 a 31 de Janeiro, nos arredores da cidade de Dusseldorf, perto de Colónia, na Alemanha, no Estado da Renânia – Westfália.

Os dezassete pavilhões que a integram vão receber mais de 1.700 expositores, a maioria alemães, mas muitos, cerca de 47%, de mais de sessenta países, designadamente3498 01 o Reino Unido, a França e a Holanda.

ela primeira vez estarão representados todos os Estados do Caribe Oriental, um destino turístico considerado exótico e muito atraente.
Ler mais/Fonte: revistademarinha.com

 

 

   

Abril 2015

Sines recebe um dos maiores navios porta contentores em operação

Sines recebe um dos maiores navios porta contentores em operaçãoNo passado dia 22 de março a PSA Sines operou o maior navio porta contentores que alguma vez fez escala no terminal de contentores de Sines, no Terminal XXI. O navio EVELYN MAERSK é um mega porta contentores que atinge quase os 400 m de comprimento, 56 m de boca e um calado de 16 m. Tem uma capacidade de transporte de 14.770 TEUs, dos quais 1286 contentores refrigerados.

Sines foi o seu primeiro porto de escala na Europa, tendo partido da Malásia a 6 de Março, seguindo-se agora uma escala no porto de Le Havre. Desde Janeiro deste ano que os serviços efetuados no âmbito da Aliança 2M entre os armadores MSC e Maersk, começaram a fazer escala no Terminal de Contentores de Sines, sendo expectável que tal contribua para um incremento nos volumes de carga manuseados.

O aumento na quantidade e frequência de serviços das linhas de navegação que fazem escala no Terminal de Contentores de Sines será benéfico para os exportadores Portugueses, dotando-os assim de um acesso atempado e de baixo custo aos mercados internacionais. Neste contexto, o porto de Sines ficaria também beneficiado com ligações ferroviárias diretas ao interior da Península Ibérica.
Ler mais/Fonte: revistademarinha.com

 

Nazaré acolhe apresentação pública e lançamento do Wave Glider

Nazaré acolhe apresentação pública e lançamento do Wave GliderRealizou-se dia 27 de março, no auditório da Biblioteca Municipal da Nazaré, a partir das 10h00, uma sessão informativa sobre o “Wave Rider”, um projeto da Maretec, destinado a criar uma indústria próspera que irá ajudar a reduzir as causas das alterações climáticas e criar empregos a longo prazo, enquanto protege o ambiente costeiro e marinho.

Entre os convidados presentes na sessão estarão o Presidente da Câmara Municipal da Nazaré e de Peniche, as Autoridades Marítimas da Nazaré e de Peniche, os responsáveis da Zona Piloto para o aproveitamento das energias marinhas, a coordenadora do projeto a nível Europeu, o responsável do projeto a nível nacional e os responsáveis pela instalação e missão do dispositivo.

Depois da apresentação será feita a demonstração do dispositivo, que decorrerá no Porto de Abrigo da Nazaré, por volta das 12H30.A sessão será acompanhada de um cocktail.

O dispositivo Wave Glider, movido a energia das ondas e pilotado remotamente, tem por missão recolher dados sobre as ondas, correntes, condições atmosféricas e presença de aves e mamíferos marinhos, será lançado ao mar, no sábado, dia 28, às 12h00, no Porto de Abrigo.

O Wave Glider fará trajetos na zona costeira da Nazaré, Peniche e São Pedro de Moel em zonas com potencial para a implementação de projetos de energia renovável marinha. Esta ação enquadra-se no projecto Europeu sobre o estudo das Energias Renováveis Marinhas de nome Turnkey no qual é parceiro o MARETEC, um grupo de investigação do Instituto Superior Técnico. O dispositivo irá fazer observações até ao início do mês de Maio.
Ler mais/Fonte: cm-nazare.pt

 

Estaleiro da Sustentabilidade é uma das atrações culturais da Volvo Ocean Race em Santa Catarina

Estaleiro da Sustentabilidade é uma das atrações culturais da Volvo Ocean Race em Santa CatarinaDe 3 a 19 de abril crianças e jovens participarão de oficinas, workshops e da formação de líderes sustentáveis na Vila da Regata do Itajaí Stopover. Amyr Klink e Izabel Pimentel são alguns nomes já confirmados dentro do programa. Estaleiro, embarcadouro, alto mar, deriva, tormenta e volta ao mundo. Através de metáforas ligadas ao mundo da navegação serão ministradas oficinas, workshops e formações de líderes sustentáveis a crianças e jovens que passarem pela Vila da Regata do Itajaí Stopover – parada brasileira da 12ª Volvo Ocean Race – durante o período de 3 a 19 de abril. O projeto chamado de “Estaleiro da Sustentabilidade” deve receber mais de 3 mil pessoas e é desenvolvido pela Agência Brasileira de Inovação e Sustentabilidade (ABIS) em parceria com a Quíron Educação.

O Estaleiro da Sustentabilidade está a ser montado nos antigos contentores de transportes marítimos que já tiveram sua vida útil esgotada. O ambiente interno será composto por mesas feitas com catracas; a iluminação escolhida é a fria devido à economia de luz e os lustres são de material ecológico. “Trazer o nosso projeto para dentro da Volvo Ocean Race é uma grande conquista. Acreditamos que as características de um velejador estão ligadas a de um líder sustentável entre elas: inovar e criar dentro das dificuldades, lidar com as incertezas, gerir recursos e pessoas e, principalmente, ser ético e responsável”, explica o diretor de inovação e estratégia de negócios da ABIS Daniel Isfer Zardo. A partir dessas semelhanças foram desenvolvidos os projetos para crianças e jovens. Conheça a seguir a programação desenvolvida:

Oficinas para crianças de 4 a 12 anos serão abertas ao público - As oficinas para as crianças serão de curta duração, mas com mensagens impactantes. De 30 a 45 minutos, os pequenos farão a “Volta ao Mundo” onde será apresentada a realidade do mundo atual e projeções do que pode acontecer caso não ocorra uma mudança de atitude. A partir disso, elas serão desafiadas a encontrar soluções práticas para a resolução desses problemas e maneiras de incorporá-las ao quotidiano. As atividades serão realizadas através de histórias e muitas brincadeiras interativas. “As crianças são a base para a mudança de comportamento da sociedade. Através do trabalho desenvolvido é possível formar cidadãos mais conscientes, capazes de se preocuparem não apenas com si mesmos, mas com todo o entorno”, explica Zardo. As oficinas serão realizadas de segunda a sexta-feira das 14 às 17 horas. E nos finais de semana em horários alternados com os workshops.

Formação de jovens líderes sustentáveis - Ao contrário do trabalho desenvolvido com as crianças, o processo de formação de jovens líderes sustentáveis será restrito. Estão em processo de seleção 50 jovens de 15 a 21 anos das cidades de Itajaí, Navegantes, Balneário Camboriú e Camboriú que já atuam em organizações locais focadas em trabalhos voltados à comunidade. “Nosso objetivo é transformar a vida dos jovens, e para isso fazemos um processo de seleção bastante criterioso para identificação de possíveis talentos. Isso se faz necessário porque nosso processo é seleto e focado no desenvolvimento de habilidades e competências humanas capazes de criar líderes sustentáveis independentemente da área de atuação”, destaca Zardo. Para a etapa da Volvo Ocean Race serão mais de 50 horas de trabalho, de segunda a sexta-feira, das 18 às 21 horas.
Ler mais/Fonte: nauticapress.com

 

 

   

Março 2015

Alentejo Litoral 2014-2020

Alentejo Litoral 2014-2020A CIMAL – Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral está a elaborar a Estratégia de Desenvolvimento Integrado de Base Territorial para o Alentejo Litoral 2014-2020. Esta Estratégia destina-se, por um lado, à preparação do próximo período de programação comunitária, mas também a dotar o território dos instrumentos necessários para a prossecução de um modelo de desenvolvimento integrado que concorra para a competitividade, emprego e coesão.

Nesse sentido, um dos pressupostos para o desenvolvimento desta Estratégia é a valorização das valências do território e a dinamização do potencial dos recursos endógenos, infraestruturais e humanos. A metodologia adotada visa o envolvimento dos atores relevantes da sub-região, procurando a elaboração de diagnóstico participado e de uma Estratégia que seja apropriada pelos principais agentes de desenvolvimento. A elaboração da Estratégia de Desenvolvimento Integrado de Base Territorial para o Alentejo Litoral 2014-2020 comporta duas etapas:

1. Elaboração da Estratégia de Desenvolvimento Territorial 2014-2020, incluindo um diagnóstico sintético e as grandes linhas estratégicas para o Alentejo Litoral. Nesta fase incluiu-se, igualmente, todo o processo de acompanhamento e negociação com as entidades regionais e da Administração Central no âmbito da preparação das estratégias NUTS II Alentejo e nacionais para o período programação comunitária 2014-2020.

2. Plano de Ação para o Desenvolvimento da Estratégia Territorial 2014-2020, incluindo a elaboração dos planos de investimento para aplicação dos fundos comunitários do próximo quadro de apoio. Transversalmente, desenvolve-se uma proposta de modelo de governação sub-regional que garanta a coerência das intervenções e que prossiga os objetivos centrais definidos pela Comissão Europeia para o período de programação 2014-2020, enquadrando-se nos novos instrumentos previstos para a gestão e aplicação de fundos de forma integrada.
Ler mais/Fonte: cimal.pt

 

O 78º aniversário da Revista de Marinha

O 78º aniversário da Revista de MarinhaTeve lugar no passado dia 4 de Fevereiro, no Clube Militar Naval, em Lisboa, a comemoração do 78º aniversário da Revista de Marinha. O seu primeiro número, recorda-se, foi publicado em 31 de Janeiro de 1937, tendo então como Director, Mauricio de Oliveira.

O evento em apreço teve início pelas 18h30 com palavras de boas-vindas proferidas pelo Cte. Miguel Picoito, Presidente da Direcção do Clube, a que se seguiu uma curta intervenção do Diretor, V/Alm Alexandre da Fonseca, que agradeceu as muitas presenças e se referiu ao ano de 2014, assinalando que a revista... seguiu em regime de navegação corrida, no inicio do ano com mar cavado, que foi amainando... . Como referido pelo seu Diretor, foram publicados os habituais seis exemplares, apenas aumentando o número de páginas das 68 para as atuais 72. O último número da revista, a RM 983, teve 1703 envios pelo correio, a que se devem somar algumas assinaturas em formato digital. A revista é também vendida em cerca de 400 bancas.

Seguiu-se a oferta ao N.R.P. CORTE REAL, na pessoa do seu Comandante, CFrag Cortes Lopes, de uma aguarela daquele navio, que serviu de capa à RM 983, numa feliz composição do pintor de arte e estimado assinante, Sr. Fernando Lemos Gomes, presente no evento. Nesta ocasião, foi tamb3282 03ém prestada uma breve homenagem ao nosso amigo e fiel colaborador, Cte. Joaquim Ferreira da Silva – a quem desejamos uma pronta e total recuperação e cuja presença, na companhia de seus filhos, muito apreciámos - através da oferta de um objeto decorativo – um astrolábio náutico, cortesia da firma Nautique - em agradecimento pela sua estimável colaboração na revista, ao longo de muitos anos!

Teve então lugar um sorteio, seguido com muita curiosidade pelos presentes, de quatro viagens de cruzeiro entre os assinantes da revista, cortesia das firmas MSC-Cruzeiros, DouroAzul, Portuscale Cruises e agência MELAIR-Cruzeiros a cujas administrações muito agradecemos. Parabéns aos premiados: a jovem assinante Inês Santos Fernandes, Cte. Pedro Proença Mendes, Dra. Raquel Sabino Pereira e Cte. João Carmo Silva, nossos estimados assinantes, respetivamente, com os números 4747, 5872, 5550 e 4295, com sinceros votos de viagens tranquilas e repousantes !

Por fim, teve lugar a entrega do prémio literário “Revista de Marinha 2014” ao autor do melhor artigo original publicado na revista no ano passado. O Presidente do Júri, Alm. António Balcão Reis, referiu-se aos trabalhos de seleção, dificultados pela grande qualidade da maioria dos artigos, tendo na ocasião palavras de muito apreço para os nossos colaboradores. Informou que o Júri deliberou atribuir o prémio ao artigo “O Shipping, o Ambiente e a Poluição Atmosférica da Costa Portuguesa”, de que foi autor o Engº Jorge Antunes, e ainda uma menção honrosa ao texto “A Rota do Ártico”, do Sr. Dieter Dellinger. O prémio consistiu num objeto decorativo de pendor náutico, cortesia também da firma Nautique, sendo a me3282 01nção honrosa agraciada com um exemplar do livro “Fábrica das Naus”, editado pela Academia de Marinha; as entregas destes prémios foram saudadas pela assistência com calorosas salvas de palmas.

A comemoração terminou com um bem servido cocktail, cujo catering foi responsabilidade dos serviços do CMN, a quem agradecemos, e que permitiu uma agradável confraternização a um grupo de cerca de 75 convidados.
Ler mais/Fonte: revistademarinha.com

 

Símbolos Cósmicos: o Mar

Símbolos Cósmicos: o MarEntre 5 de março e 26 de abril, o Museu Dr. Joaquim Manso tem patente ao público “Símbolos Cósmicos: o Mar”, inserida na exposição “A Realidade do Imaginário”, que assinala os 30 anos do Centro Português de Serigrafia.

A exposição “A Realidade do Imaginário”, que assinala os 30 anos do Centro Português de Serigrafia, inaugura às 18h30 de 5 de março, simultaneamente em seis museus nacionais e num mosteiro emblemático da região Centro do país, com uma seleção das suas edições, num total de cerca de duzentas obras de igual número de artistas.

Associam-se a esta celebração, para além do Museu Dr. Joaquim Manso, na Nazaré, os Museus de Aveiro e Guarda, Museu Francisco Tavares Proença Júnior de Castelo Branco, Museus José Malhoa e da Cerâmica nas Caldas da Rainha, e o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha em Coimbra, numa iniciativa da Direção Regional de Cultura do Centro e do Centro Português de Serigrafia (CPS).

A exposição, comissariada por Maria João Fernandes (A.I.C.A., Associação Internacional de Críticos de Arte) e com direção artística de Alexandra Silvano, desenvolve em diversos núcleos, tematicamente, os motivos e os símbolos dos grandes Regimes Diurno e Noturno da Imagem, tal como são abordados pelo grande ensaísta e antropólogo francês Gilbert Durand. O Museu Dr. Joaquim Manso, na Nazaré, recebe um conjunto alusivo ao mar, “Símbolos Cósmicos: o Mar”, enquanto alguns dos mais belos livros e álbuns de arte editados pelo CPS se espalham pelos vários espaços.
Ler mais/Fonte: nauticapress.com

 

 

   

Fevereiro 2015

SGL promove viagem a Ceuta

SGL promove viagem a CeutaNo programa das Comemorações do 6º Centenário da Tomada de Ceuta, que ocorreu em 1415, há 600 anos, e que a Sociedade de Geografia de Lisboa vem realizando desde 2013, está prevista a realização, este ano, de um cruzeiro aquela cidade do Norte de África, a bordo do lugre SANTA MARIA MANUELA. A viagem em apreço, com partida e chegada a Lisboa, está previsto decorrer de 28 de Março a 3 de Abril.

Após cruzar o Cabo de S. Vicente e a Ponta de Sagres, haverá uma paragem simbólica na baía de Lagos, e uma estadia de 2 dias em Ceuta, onde estão programadas visitas históricas e conferências. Durante a viagem terão lugar a bordo aulas de marinharia e de palestras sobre os Descobrimentos Portugueses.

O SANTA MARIA MANUELA é um bonito veleiro, um antigo navio da pesca do bacalhau, construido em 1937, em boa hora recuperado pela empresa Pascoal e Filhos, de Aveiro, tendo sido dotado de confortáveis alojamentos, camarotes de 2, 4 e seis pax, e está equipado para a realização de cruzeiros de grande qualidade.

Os interesados em participar neste cruzeiro deverão contactar com a SGL, tel 21 342 45 40 ou 21 345 5068, e-mail 3271 Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar . O numero de lugares disponiveis é limitado, tendo os sócios da SGL prioridade na reserva de camarotes.
Ler mais/Fonte: revistademarinha.com

 

OCEANO XXI realiza série documental sobre o Mar

OCEANO XXI realiza série documental sobre o MarA Oceano XXI, na qualidade de entidade dinamizadora do Cluster do Conhecimento e da Economia do Mar em Portugal, promoveu a realização de uma série televisiva, “Mar, a Terra Prometida”, que está a ser transmitida na SIC Notícias e que tem envolvidos diversos associados e parceiros do Cluster.

“Mar, a Terra Prometida” é uma série documental constituída por 13 episódios, com cerca de 10 minutos cada, que abarca um diverso conjunto de temáticas relacionadas com o Mar. São abordadas fileiras como a aquacultura e a sua crescente importância na Economia do País; a biotecnologia marinha e a valorização de subprodutos do Mar; a importância da sustentabilidade do recurso Mar; os recursos minerais e geológicos, desde a sua exploração à prospeção; os portos e o turismo náutico; as energias renováveis e seu desenvolvimento; a importância da extensão da plataforma continental e a consequência da aprovação nas Nações Unidas; as ameaças, emergências e segurança no Mar Português; os serviços ligados às operações marítimas; e também a formação e competências necessárias para se operar no Mar.

A série é da autoria de Augusto Barata da Rocha (Professor na FEUP, Diretor do OCEANUS – Centro de Competências da UP e Diretor da Oceano XXI), Eduardo Silva (Professor no ISEP e Investigador no INESC-TEC) e Rui Azevedo (Professor na FEUP e Diretor Executivo da Oceano XXI), e foi produzida pela POCC – Produção de Conteúdos Científicos, Lda.. Para a sua realização colaboraram os associados APDL – Administração dos Portos do Douro e Leixões, S.A., CIM Alto Minho – Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, CIRA – Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro, INESC PORTO – Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto, ISCIA – Instituto Superior de Ciências da Informação e da Administração, ISEP – Instituto Superior de Engenharia do Porto e UP – Universidade do Porto, e ainda os parceiros WaveC – Wave Energy Centre e Clube de Vela Atlântico. Estão também associados à série um conjunto de projetos e programas de financiamento, nacionais e estrangeiros, que cofinanciaram a realização dos episódios, a saber, o projeto ATLANTIC BLUE TECH através do programa Espaço Atlântico, o projeto OceaNET através do programa Marie Curie Actions, a FCT e os programas nacionais ON.2 – O Novo Norte e COMPETE. “Mar, a Terra Prometida” é transmitida semanalmente na SIC Notícias (aos sábados pelas 09h45, com repetição às 02h45 de domingo, 15h45 de terça feira e 20h30 de sexta feira).
Ler mais/Fonte: pofc.qren.pt

 

Cursos de Astronomia e Astrofísica 2015

Cursos de Astronomia e Astrofísica 2015Abriram as inscrições para os Cursos de AeA realizados no OAL em 2015. São ministrados por professores da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço. Durante o ano há cursos de Iniciação à AeA, sobre Evolução das Estrelas e de Galáxias e Cosmologia, Teoria da Relatividade além de Sistemas Planetários. Os Cursos de Observação Astronómica, dividem-se em Iniciação (há 3 por ano) e de Técnicas de Observação e Análise de Imagem.

O primeiro começa já a 24 de Janeiro com a tutoria dos Profs. Drs. Rui Agostinho e José Afonso:Iniciação à Astronomia e Astrofísica. O objetivo deste curso é explorar conceitos em todas as áreas da AeA modernas, as grandes questões atuais, mostrando as bases científicas do conhecimento com eventual recurso a cálculo simplificado. Se se interessa pelos fenómenos astronómicos, a sua observação e entendimento, então pode usufruir muito com este curso deveras abrangente.

Destina-se a qualquer pessoa e não requer formação numa área científica. Porém, a familiarização com noções de física básica poderá ser uma vantagem e, por isso, é muito recomendado a docentes do EBS que pretendam consolidar e desenvolver conhecimentos.

az-se uma introdução à utilização de telescópios em montagem equatorial motorizada. Observa-se o Sol usando diversas técnicas e, numa noite, fazem-se observações de objetos celestes. Inscrições em http://oal.ul.pt/inscricoes/
Ler mais/Fonte: nauticapress.com

 

 

   

Dezembro 2014

Veolia inicia desmantelamento de Jeanne d'Arc

Veolia inicia desmantelamento de Jeanne d'ArcApós ter ganho o concurso público europeu para o desmantelamento completo das embarcações Jeanne d’Arc e Colbert, a Veolia iniciou as operações de desmantelamento do antigo navio Jeanne d’Arc no Grande Porto Marítimo de Bordéus (GPMB).

O ciclo de trabalhos de 32 meses resulta de um investimento de 11.500 milhões de euros e incluirá a despoluição, desconstrução, valorização representando a reciclagem de mais de 90% do antigo navio de treino da Marinha Nacional de França. Está neste momento a ser implementada a despoluição, sendo que serão posteriormente necessários dez meses para remover completamente o amianto do casco antes de dar início à desconstrução completa do navio de 240 metros de comprimento, 35 metros de largura e 15 metros de altura, que levará seis meses para o corte, preparação, recuperação e eliminação de materiais.

“Estamos a apontar para uma taxa de recuperação de mais de 90% de materiais” anunciou Pascal Tissot, CEO da Bartin Recycling Group, filial da Veolia, responsável pela operação de desconstrução. “Incluindo sucata, metais não-ferrosos, resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos, cabos, madeiras." Já os resíduos não recicláveis, como amianto e outros resíduos serão enviados para as respectivas unidades de tratamento e valorização.

Depois do casco de 9.000 toneladas do Jeanne d’Arc, será a vez do casco de 8.500 toneladas do navio de guerra Colbert de iniciar o mesmo processo de desconstrução e reciclagem.

mbos os trabalhos são demonstrativos da capacidade de mobilização da experiência da Veolia numa actividade industrial em franca expansão. "Estamos presentes no desmantelamento de navios, mas também em plataformas offshore, aeronaves e comboios", afirmou Bernard Harambillet, CEO Veolia França Reciclagem e valorização de resíduos. “O nosso objectivo é propor soluções completas, agindo "
Ler mais/Fonte: ambientemagazine.com

 

OCEANO XXI reconhecida como Entidade Pública

OCEANO XXI reconhecida como Entidade PúblicaA Oceano XXI – Associação para o Conhecimento e Economia do Mar, assumiu o estatuto de Associação de Utilidade Pública, por Despacho n.º 12762/2014, publicado no Diário da República, 2ª série, n.º 202 de 20 de outubro de 2014, decisão que a sua Direção saúda vivamente.

Segundo a Presidência do Conselho de Ministros, pelo Decreto-lei n.º 460/77 de 7 de novembro de 1977, uma pessoa coletiva é considerada de Utilidade Pública “… caso prossiga fins de interesse geral, ou da comunidade nacional ou de qualquer região ou circunscrição, cooperando com a Administração Central ou a Administração Local, em termos de merecerem da parte da Administração a declaração de “Utilidade Pública.” (in Diário da República, 1ª série, n.º 257 de 7 de novembro de 1977).

esde 2009 que a Oceano XXI, entidade gestora do Cluster do Conhecimento e da Economia do Mar, mantém ligações às Autoridades Portuguesas e assume o papel de uma das maiores promotoras da cooperação nacional e internacional, bem como intersectorial, entre diversas entidades públicas e privadas, centros de I&D e empresas ou associações empresariais.
Ler mais/Fonte: noticiasdomar.pt

 

Economia azul é o desafio para as próximas décadas

Economia azul é o desafio para as próximas décadasInserido no Dia Nacional do Mar, a Biblioteca Municipal Rocha Peixoto recebeu a Conferência "Os desafios do Mar", por Miguel Marques, Partner da PwC e responsável pelo centro de competências da consultora para assuntos de economia do mar, na segunda-feira, dia 17, às 18h00.

Miguel Marques defende que a economia azul desempenhará um papel fundamental no crescimento dos países costeiros e será vital para aumento do emprego.

Miguel Marques sustenta que existem inúmeras oportunidades na economia do mar, em particular, nas indústrias relacionadas com transporte, portos e logística, energia, alimentação e abastecimento de água, bem como no turismo. No entanto, mais trabalhadores têm que ser formados e treinados nas profissões marítimas. Se devidamente aproveitado, o mar será vital na redução do desemprego.

Dada a sua localização privilegiada junto à costa marítima, a Póvoa de Varzim encontra-se no foco do grande desafio nacional das próximas décadas: o desenvolvimento da economia azul.

A Biblioteca Municipal desenvolveu ainda outros eventos na Póvoa de Varzim, entre 14 e 17 de novembro, comemorativos do Dia Nacional do Mar: a sessão “O MAR em versos” e a Mostra de livros “Conhecer o Mar” (no Diana Bar).
Ler mais/Fonte: cm-pvarzim.pt

 

 

   

Novembro 2014

"Posso estar em alto-mar e comer um bom caldo-verde português"

"Posso estar em alto-mar e comer um bom caldo-verde português"Ricardo Diniz estreia-se na mítica Rota do Rum, prova de vela solitária que liga a França ao México. Espera fazer travessia em 24 dias.

"Há uns anos trabalhava nos barcos que iam participar na Route du Rhum, agora vou participar. Às vezes não acredito! Foi muito duro chegar aqui..." Foi assim que o velejador solitário, Ricardo Diniz, abriu o coração ao DN, dias antes de começar a mítica prova transatlântica, que liga St. Malo (França) a Guadalupe (México), desde 1978, a cada quatro anos, e que o português espera cumprir em 24 dias ou 21 "se tiver vento e mar a favor"...

É o primeiro português a fazer a travessia e não está habituado a tanta atenção. "Há milhares de pessoas nas docas, querem ver os barcos, tirar fotografias, pedir autógrafos, falar connosco. Para ter algum sossego estes dias só saindo incógnito, de gorro e roupa informal. É uma atenção muito boa, mas eu estou doido para ir para o mar e ficar sozinho", confessa o velejador... solitário. Desta vez, vai ter a companhia de mais de 90 embarcações em alto-mar, desde os F1 à vela aos pequenos veleiros como o dele: "O barco é a minha ligação à vida. O mar por vezes é injusto, mas o barco nunca!"

Ricardo vai encarar o mar pela primeira vez em competição: "Para mim competir é chegar ao fim." E assim que partir de St. Malo, no domingo, entra "em modo militar". Ou seja, esquece o frio, a fome e o sono, porque o primeiro objetivo é "sobreviver à primeira semana!". E esperam-no "dias muito duros" em alto-mar. "Nos primeiros dias vou estar quase sempre acordado. Durmo quatro horas por dia, 10 a 15 minutos de cada vez. Mas pela previsão do tempo, acho que nem isso vai dar. Está previsto um temporal na zona de França nos primeiros dias e ninguém vai dormir com medo de bater noutro barco ou afastar-se da rota", contou.

Para estar alerta é essencial manter-se hidratado, beber muita água e ingerir suplementos vitamínicos. Apesar de ter uma alimentação cuidada "por norma", durante a preparação para a prova o velejador preocupou-se em recuperar os sete quilos perdidos na expedição ao Brasil em junho: "Já sei que os vou perder outra vez!"
Ler mais/Fonte: dn.pt

 

Portugal quer investir no mar mas faltam marinheiros

Portugal quer investir no mar mas faltam marinheirosMário Ferreira, proprietário da Douro Azul, anda numa azáfama para encontrar comandantes e chefes de máquinas portugueses para integrar as tripulações dos dois navios que vão começar a operar na Amazónia em 2016.

"Em Portugal, há falta de comandantes e, mais do que isso, chefes de máquinas que estejam familiarizados com máquinas modernas. Quando existem, estão a trabalhar em companhias de cruzeiros internacionais", lamentou o empresário, ao Dinheiro Vivo.

Em Portugal há apenas uma escola a formar marinheiros e as taxas de empregabilidade são de quase 100%: a Escola Superior Náutica Infante D. Henrique (ENIDH), em Oeiras. Mas a dificuldade em encher os cursos agravou-se, desde 2012, quando passaram a ser obrigatórios exames de Matemática e Física para o acesso, e o fim dos subsídios aos armadores que recebiam estagiários deixa muitos recém-licenciados sem poder embarcar e, consequentemente, obter a carta de oficial.
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Um edifício, dois gigantes do surf e uma família: o futuro da estalagem Narciso

Um edifício, dois gigantes do surf e uma família: o futuro da estalagem Narciso decide-se esta semanaUm concurso para a reabilitação do antigo estabelecimento da praia de Carcavelos reacendeu uma antiga disputa entre a família e a autarquia. Pelo meio, há duas marcas de surf interessadas no espaço.

A praia de Carcavelos já está habituada a grandes duelos de surf, mas aquele que opõe a Quiksilver e a Billabong será talvez dos maiores a que a praia já assistiu – e também um dos mais controversos. O desafio é a reabilitação e futura exploração do edifício onde funcionou a antiga estalagem Narciso – e aquelas duas marcas de surf apresentaram projetos a concurso, cujo vencedor será anunciado na próxima sexta-feira, 31 de outubro. Só que a família Narciso, que explorou a estalagem até 2000, diz-se vítima de roubo e promete não desistir da propriedade do edifício.

A iniciativa do concurso partiu do Centro Recreativo e Cultural Quinta dos Lombos, cuja secção náutica já está instalada no edifício Narciso, que desde setembro do ano passado é o Cascais Surf Center, acolhendo diversas instituições ligadas à modalidade e ao bodyboard.

Falta agora recuperar o que resta do Narciso. “Vai ser um elemento icónico, fazendo a devida homenagem a toda a história ligada ao senhor Narciso que desenvolveu aquele espaço”, disse, na apresentação dos projetos, no início de outubro, Miguel Luz, vice-presidente da autarquia. A homenagem a Narciso Luíz Grave Júnior é merecida, mas não desta forma, defende Luís Narciso Félix, neto do construtor e primeiro proprietário do edifício, que foi erguido nos anos 1950 e encerrou ao público em agosto de 2000.

Nesse ano, o espaço viu-se forçado a fechar portas depois de uma inspeção sanitária ter concluído que não reunia as devidas condições para estar em funcionamento. Mas os problemas do Narciso terão começado em 1998, quando foi aprovado o Plano de Ordenamento da Orla Costeira de Cascais, segundo o qual a estalagem se encontrava em domínio público marítimo, o que tinha duas consequências. Por um lado, a estalagem passava para a propriedade do Estado. Por outro, a família era obrigada a fazer obras no espaço para não perder a concessão. “Os projetos tinham de ser aprovados pelo Ministério do Ambiente e pela câmara”, relata Luís Narciso, que acusa o município de nunca ter dado o seu aval aos trabalhos.

A câmara de Cascais confirma que o atual proprietário do edifício é o Estado, “como em todas as restantes concessões no domínio público marítimo”. A família, no entanto, não concorda e escuda-se numa licença de utilização do estabelecimento por 99 anos que teria sido entregue a Narciso Júnior e que, entretanto, terá desaparecido.
Ler mais/Fonte: observador.pt

 

 

   

Outubro 2014

Porto de Lisboa, Marítimo-Turística crescimento de 41% comparativamente a 2013

Porto de Lisboa, Marítimo-Turística crescimento de 41% comparativamente a 2013A atividade marítimo-turística no Porto de Lisboa, comparativamente ao mesmo período do ano anterior, registou um crescimento de 41% nas licenças atribuídas, evidenciando assim a forte tendência de crescimento registada este ano.

No âmbito da prossecução dos objetivos estratégicos da APL, a atividade de Marítimo-Turística e ensino de vela desempenham um papel importante. É neste sentido que a APL vem colaborando com entidades que utilizam as Docas de Recreio para exercer a atividade marítimo-turística, incrementando relações de parceria e potenciais sinergias, criando e desenvolvendo as condições físicas necessárias, quer em terra quer no plano líquido, para o incremento desta atividade.
Ler mais/Fonte: nauticapress.com

 

Rebocadores. As máquinas que trazem os barcos a bom porto

Rebocadores. As máquinas que trazem os barcos a bom portoPodem parecer as personagens secundárias de um filme ou mesmo os duplos que fazem o trabalho mais difícil sem receber os louros. Mas a verdade é que sem a força de um rebocador os grandes navios que todos os dias chegam ao Porto de Lisboa não atracavam com a pompa (e a segurança) que faz parar quem passeia pela zona ribeirinha da cidade. Basta entrar a bordo de um dos rebocadores da Svitzer, uma das empresas a operar no Porto de Lisboa, para perceber que o trabalho dos três membros da tripulação é digno de passadeira vermelha, cor que até predomina no local, tanto nos tons escolhidos para pintar as embarcações como nas centenas de contentores que enchem o cais.

No total são 12 os rebocadores que operam no principal terminal de transporte marítimo português. Estão encarregados de rebocar os navios que chegam em toda a área de jurisdição do Porto de Lisboa, entre a torre do Forte de São Julião da Barra e a ponte de Vila Franca de Xira. Apesar da extensa área, o trabalho acaba por se fixar mais na área comercial, entre Alcântara e Santa Apolónia.

O i deu início à viagem a partir do terminal de cruzeiros da Rocha Conde de Óbidos, numa iniciativa da Ciência Viva, que organiza visitas guiadas durante o mês de Setembro. Sete dos rebocadores do porto fazem parte da frota da Resistência, a única empresa concorrente da Svitzer, uma empresa internacional que opera em mais de 50 portos em 35 países. Em Portugal, a empresa mantém cinco rebocadores em Lisboa e dois em Sines. Subimos então a bordo do Leixões, deixando no cais o Lisboa, o Funchal, o Sines e o Montebelo, todos os nomes seguidos de Svitzer, neste caso o denominador comum das embarcações.

A tripulação de cada rebocador é composta por três elementos: o mestre, o marinheiro e o maquinista. Ao seguir de perto o mestre é fácil perceber que caem nele todas as responsabilidades de navegação. Na sala envidraçada de onde controla os comandos, Luís Filipe mantém a calma de quem trabalha no mar há 24 anos. "Fazemos em média sete a dez manobras por dia", explica ao i, enquanto olha atentamente para o radar no qual só o olho clínico do mestre consegue decifrar rotas. "Estamos a passar perto do Terreiro do Paço e é neste ecrã que conseguimos acompanhar as movimentações à nossa volta. Cada triangulozinho que aqui aparece corresponde a um barco que se aproxima. Ao clicar percebemos todas as informações sobre cada um deles", referiu. Atrás de uma mesa cheia daquilo que parecem botões, números e vozes que saem de intercomunicadores, Luís decifra rapidamente os objectos enquanto vai apontando para cada um: joystick de controlo de navegação, ponteiros que indicam a rotação das máquinas e hélices, ecrãs que mostram a pressão de ar e os telefones de ligação ao porto. Aprendida a lição e já com o rebocador de novo em terra, descemos até à casa das máquinas, o centro de onde sai a força de uma embarcação de ferro que pode chegar às 600 toneladas. Júlio Laranjeiro é o maquinista de serviço e garante que, apesar da complexidade do trabalho para quem vê os instrumentos pela primeira vez, "é um motor que funciona quase como o de um carro". O responsável está encarregado de pôr a embarcação a funcionar, accionando todos os comandos, mas depois de dado o arranque tem de sair do local. "É um calor quase insuportável", garante. Como uma espécie de ajudante para todo o serviço está ainda a bordo o marinheiro. Sobre ele recai a tarefa de articular os trabalhos entre o mestre e o maquinista e é ele quem passa a linha entre o rebocador e o outro navio, fazendo a ligação entre as embarcações para que seja feito o reboque.

Apesar das 600 toneladas de ferro parecerem já em si um peso de respeito, a verdade é que é capaz de manobrar barcos com um tamanho bastante superior. "O truque está no facto de o barco flutuar, ou seja, não é puxado o peso em bruto. Além disso, proporcionalmente, apesar de mais pequeno que o navio, o rebocador tem um motor muito mais potente", explicou ao i Eduardo dos Santos, director de operações da Svitzer Portugal. O responsável trabalha na parte administrativa há pouco mais de um ano, depois de décadas em alto mar. É tudo uma questão de perspectiva, garante: "Em vez de ser eu a chegar, fico a ver chegar."

A visita não fica completa sem a passagem pelas acomodações da tripulação, com cinco camaratas - operações mais complexas exigem mais trabalhadores - além de cozinha e sala de estar equipadas com computadores, aparelhagens e televisões. "É quase como uma segunda casa?", questionamos. "Tendo em conta as horas que passamos aqui com os nossos companheiros, muitas vezes é a primeira", ironiza o mestre Luís Filipe.

A reivindicação já era antiga mas o rebocador só chegou ao porto do Algarve este Verão. A embarcação atracou no porto de cruzeiros de Portimão em Junho, depois de a Administração dos Portos de Sines e do Algarve terem assinado um contrato de licenciamento com a empresa de reboques portuários Svitzer. A primeira solicitação do serviço aconteceu em Agosto, coincidindo com a primeira escala de um navio de cruzeiro, confirmou ao i fonte da administração dos portos.

A presença de um rebocador no litoral algarvio era, segundo os trabalhadores do porto, uma necessidade urgente. Em Janeiro, devido à falta deste serviço que ajudasse na manobra de entrada no porto e de atracagem, um navio de passageiros que regressava da passagem de ano na Madeira e deveria ter seguido directamente para Lisboa, teve de ficar atracado ao largo de Portimão durante dois dias.

Em 2013, o governo anunciou o investimento de 10 milhões de euros nos cinco anos seguintes para que o porto de Portimão pudesse receber navios de grande porte, o que não acontecia por falta de desassoreamento dos canais de navegação e de um rebocador. Já para Faro está prevista a requalificação do cais, para que dois navios possam operar em simultâneo, o que actualmente não acontece, e também a realização de trabalhos para melhorar os acessos ao canal de navegação.

O avanço nos investimentos poderá ter novo impulso com a integração dos portos algarvios na Administração do Porto de Sines, transferência aprovada em Janeiro. À nova entidade, denominada Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS, S.A.), são atribuídas as responsabilidades que até aqui cabiam ao Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM).
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Os novos Porta-Aviões classe FORD da U.S. Navy

Os novos Porta-Aviões classe FORD da U.S. NavyNo dia 11 de Outubro de 2013, a filha do ex-presidente Gerald R. Ford carregou no botão para alagar a doca de construção dos estaleiros Newport News Shipbuilding, a fim de pôr a flutuar o novo porta-aviões CVN 78 GERALD R. FORD; o primeiro navio do programa CVN 21 destinado a substituir o já retirado CVAN 65 ENTERPRISE de 1961 e os igualmente gigantes da classe NIMITZ, cujo navio que dá o nome à classe faz agora 39 anos de serviço pois entrou ao serviço em 1975.

Ao todo, a U.S. Navy pretende ter 10 a 11 FORD até 2040 a 2050, devendo o primeiro estar concluido em 2015 ou 2016 e o segundo, o CVN 79 JOHN F. KENNEDY em 2019.

A nova classe está envolvida em várias polémicas. A primeira é que, para muitos pensadores militares e políticos norte-americanos, trata-se de navios demasiado grandes, caros e pouco numerosos. Muitos estrategas preferiam que a Navy viesse a ter uma vintena, ou mais, de porta-aviões mais pequenos para evitar uma catástrofe em caso de ataque e afundamento de algum dos novos navios com cerca de 100 mil tons de deslocamento, ainda mais que os NIMITZ, e uma guarnição de cerca de cinco mil almas. Contudo, a marinha americana possui uma apreciável quantidade de navios de assalto que são pequenos porta-aviões com a versão americana dos Harrier britânicos e que poderão levar os F-35 Lightning STOVL de descolagem muito curta, logo que estejam disponíveis.

Já nos anos 70 do século passado, as administrações Carter e Ford apresentaram ao Congresso os projetos do Alm. Zumwalt então empenhado em reduzir os custos dos grandes navios e evitar a contínua tendência para o gigantismo. Nessa altura apresentaram os planos do “Medium Aircraft Carrier Project” (CVV) que previa unidades de 45 a 59 mil tons de deslocamento médio, sem propulsão nuclear e suscetíveis de serem construídos em maior número porque uma unidade num teatro de operações significa ter três, ou seja, uma em manutenção e outra a navegar para ou do local em causa. De qualquer maneira, o projeto CVV mostrou que teria muitas falhas em termos de equipamento, velocidade e número de meios aéreos que seriam da ordem dos 50 em vez dos 90 da classe NIMITZ ou do seu antecessor único ENTERPRISE. Com duas catapultas a vapor, esses porta-aviões propulsionados a turbina a vapor veriam a sua velocidade reduzida sempre que tivessem de lançar muitos aviões para o ar.

A favor dos porta-aviões mais pequenos e em maior número militam hoje aqueles pensadores que admitem ataques assimétricos de aviões de comando remoto ou mísseis de cruzeiro suscetíveis de serem construídos por potências de “segunda classe”. Seriam “Kamikazes” em grande quantidade e de modo a saturarem as defesas de um porta-aviões. Os americanos, contudo, confiam na observação por satélite e em aviões de deteção antecipada e na possibilidade de a sua superior eletrónica conseguir anular as radiações eletromagnéticas de comando a grandes distâncias, tendo ainda algo “na 3165 02manga” para anular a aproximação de ameaças robotizadas ou comandadas à distância.

Outra controvérsia que foi lançada pela Associação dos Veteranos dos Porta-Aviões é a denominação das novas unidades, pois muitos dos antigos marinheiros estão contra o fato de se darem nomes de políticos de “segunda classe” (ex-presidentes), no seu entender, esquecendo nomes de navios que fizeram história na marinha americana como SARATOGA, YORKTOWN, HORNET , etc., cujos nomes gostariam de voltar a ver nos cascos das novas unidades.
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Setembro 2014

XVIII Regata Internacional Canárias-Madeira

XVIII Regata Internacional Canárias-MadeiraA Madeira acolhe mais uma edição da Regata Internacional Canárias-Madeira, um verdadeiro intercâmbio cultural que junta centenas de amantes da prática de vela.

Trata-se de um dos mais antigos e maiores eventos desportivos realizado desde 1978 por iniciativa do Clube Naval do Funchal, numa coorganização com o Real Clube Náutico de Gran Canária, e que conta com o apoio do Turismo da Madeira, da APRAM – Portos da Madeira, entre outros. A partida oficial está agendada para o dia 9 de setembro a partir de Las Palmas de Gran Canaria.

O programa integra, entre outras atividades lúdicas, a Festa da Cerveja Coral, a decorrer na Marina do Funchal entre os dias 12 e 14 de setembro, e o II Torneio de Golfe/Regata Madeira-Canárias, com o qual se pretende divulgar o património natural da ilha, desde o mar até à serra, para além de diversos passeios a pé pela Floresta Laurissilva.

No dia 13 realizar-se-á na Quinta Calaça a cerimonia de entrega de prémios e o jantar de encerramento, seguido da “Festa Branca”, com a qual o Clube Naval assinala o final da época balnear.
Ler mais/Fonte: visitmadeira.pt

 

“Swim Challenge” regressa a Cascais

“Swim Challenge” regressa a CascaisCascais volta a ser palco de mais um evento desportivo de excelência, o Swim Challenge, competição de natação em águas abertas, agendado para 13 de setembro.

Com o apoio da Câmara Municipal de Cascais, a prova organizada pela 3 Iron Sports, reúne os melhores atletas de natação em águas abertas, estimando-se a participação de 600 nadadores e afirmando-se já como uma referência no universo desportivo.

Orientado para profissionais e amadores, o Swim Challenge Cascais, que vai na sua 3ª edição, conta com quatro provas: Milh Open, com a presença dos melhores nadadores nacionais; Milha Cascais, aberta a todos os que queiram participar; e as provas Kids 400 metros e Kids 200 metros, destinadas a crianças entre os 7 e 15 anos.

As provas têm início a partir das 9h00. O prazo normal de inscrições decorre até dia 7 de Setembro em www.swim-challenge.com. São permitidas confirmações de última hora no dia e local da prova entre as 08h00 e as 08h30, com um acréscimo ao valor da inscrição.
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Sines, Leixões e Lisboa entre os 200 principais portos de contentores do mundo

Sines, Leixões e Lisboa entre os 200 principais portos de contentores do mundoOs portos portugueses de Sines, Leixões e Lisboa estão entre o top 200 dos maiores portos de contentores do mundo, posicionando-se no 108º, 123º e 131º lugar, respectivamente. Em termos globais, os portos chineses continuam a liderar o ranking com uma quota de mercado de 34,9%.

Num recente estudo realizado pelo jornal espanhol “Transporte XXI”, os 200 portos de contentores do mundo movimentaram 557 milhões de TEUS em 2013, o que corresponde a um crescimento de 3,15% face a 2012. 37% deste tráfego foi captado pelos 10 primeiros portos, num total de 205 milhões de TEUS. O porto chinês de Xangai perdeu a liderança do ranking para Singapura, que volta assim a recuperar uma posição de destaque. Singapura cresceu 14% nos últimos três anos, tendo movimentado 34,3 milhões de TEUS, contra o porto de Xangai que movimentou 33,7 milhões. Nas primeiras 10 posições encontramos ainda os portos de Shenzhen, Hong Kong, Busan, Ningbo-Zhoushan, Quingdao,Guangzhou e Dubai.

A campanha espanhola, além dos dois, terá os espanhóis Ñeti Cuervas-Mons e Rafa Trujillo, além do francês Nico Lunven. Outro francês, Michel Desjoyeaux, ajudará na preparação. “Temos sorte de contar com o Desjoyeaux. Ele tem um conhecimento muito grande da modalidade e vai nos ajudar nesse projeto”.

Em termos mundiais assiste-se a uma clara liderança dos portos chineses, com um total de 177,5 milhões de TEUS movimentados, seguidos pelos portos norte-americanos, com 36,2 milhões. Entre os principais países europeus encontramos a Alemanha com 18,1 milhões de TEUS, Holanda, com 11,6 milhões, Bélgica, com 10,6 milhões, e Espanha com 10,4 milhões. Na 108º posição encontramos Sines com 931.037 TEUS, seguindo por Leixões, na125º posição, com 626.194 TEUS, e Lisboa, na 131º posição, com 549.302 TEUS.
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Agosto 2014

Um mar de oportunidades

Um mar de oportunidadesA Imagens de Marca mergulhou numa das maiores riquezas do país: o mar. É este o mote para uma emissão especial que vai aprofundar conhecimentos sobre a importância da economia do Mar.

O setor representa cerca de 2,5% do PIB português mas a estratégia nacional do Mar pretende duplicar este valor até 2020. O país mais atlântico de toda a Europa procura alargar as suas fronteiras marítimas para reforçar a sua aposta em áreas como o Turismo ou as Pescas mas também em novas áreas em crescimento como as Energias Renováveis, a Biotecnologia ou a exploração dos fundos oceânicos.

O peixe português é apontado por muitos como o melhor do mundo, razão pela qual vamos conhecer uma das empresas do setor. Nascida em 1977 a Gelpeixe leva os sabores do peixe congelado português e internacional a diferentes pontos do globo.

A Inovação é um dos pilares fundamentais para o crescimento da Economia do Mar e aliada ao conhecimento científico, várias empresas conquistam o mundo através de algas nacionais… De produtos comestíveis à dermocosmética passando pelos biocombustíveis, as algas afirmam-se como uma mais-valia no mundo dos negócios.

Sem algas no mar mas com muitas ondas para surfar. Esta pode ser a premissa da Ahua, marca portuguesa que produz pranchas de surf inspiradas na tradição do Havai. Mas se até aqui este pode ser apenas mais uma marca, a verdade é que Nuno Mesquita, fundador da marca, desenvolveu um novo conceito de surf: as handplanes, pranchas que se utilizam nas mãos e permitem uma melhor prática para quem gosta de apanhar ondas com o próprio corpo, as chamadas carreirinhas. É a fórmula de sucesso de quem conseguiu juntar a paixão pelo surf e pela arquitetura num só desporto.
Ler mais/Fonte: imagensdemarca.sapo.pt

 

Registo MAR cresce no I Semestre de 2014

Registo MAR cresce no I Semestre de 2014 Os dados finais do primeiro semestre de 2014 relativos ao registo MAR revelam um conjunto de indicadores de grande relevância.

No total, a 30 de Junho de 2014, estão registadas no MAR 302 navios e embarcações, englobando navios de comércio, iates comerciais e iates de recreio. Este valor representa um aumento de 30 unidades em relação ao fim do primeiro trimestre de 2014, quando com um total de 272 navios e embarcações registadas o MAR atingia o maior número de registos desde o momento da sua criação no âmbito do Centro Internacional de Negócios da Madeira (CINM). Trata-se de um balanço que, a exemplo do final de 2013, assinala de forma inequívoca uma das evoluções mais positivas do registo MAR.

Neste quadro, destaca-se, em particular, o crescimento de cerca de 30% no número dos navios de comércio registados, com relação ao período homólogo do ano anterior. Com efeito, a 30 Junho de 2013 estavam registados 155 navios de comércio, enquanto que, no fim dos primeiros seis meses de 2014, o MAR alcançou os 200 navios deste tipo. O aumento do número de novos navios e a consequente melhoria da qualidade da frota, o crescimento da tonelagem de arqueação bruta (TAB)e a diminuição da idade média dos navios (para 14 anos), apresentam igualmente indicadores interessantes que atestam as potencialidades do MAR para impulsionar a marinha mercante com bandeira nacional. A este título, note-se que a evolução da TAB no período em análise é outro dos dados importantes a reter, já que passou de um total de 1.653.620 para 3.472.826, o que corresponde a uma variação positiva de 110%. É de salientar que na sua larga maioria os navios registados são de países europeus, com tradição muito vincada nas actividades marítimas, sendo de sublinhar que no final do semestre o mercado alemão assegurava 46 % dos registos, o italiano 20 % e o espanhol 11%.

Para o crescimento sustentado do MAR muito têm contribuído as acções promocionais desenvolvidas nos diversos mercados pela S.D.M. enquanto entidade concessionária do CINM, pugnando sempre pela implementação das melhores práticas internacionais no sector. Neste particular, a parceria estratégica levada a cabo pela S.D.M. com a Euromar - EU Registry (uma empresa de capitais alemães, com uma vasta experiência no sector do transporte marítimo), concretizada no final do ano passado, para além de reforçar a promoção do Registo Internacional de Navios da Madeira, tem vindo a conferir um novo e forte impulso à competitividade e eficácia deste sector de actividade. Este sucesso, no entanto, não deve obliterar que, tendo em conta a estratégia integrada que Portugal tem procurado desenvolver no quadro da denominada "economia do mar", o contributo do MAR para a marinha mercante nacional no plano mundial poderá ser ainda mais vincado.

Para o efeito, é importante que o País e respectivas entidades oficiais adoptem medidas para aumentar a sua competitividade, tais como a pronta e adequada ratificação por Portugal da Convenção Internacional do Trabalho Marítimo - MLC (2006) e, também, a adopção das melhores práticas internacionais quanto ao reconhecimento dos certificados dos oficiais com funções de gestão, medidas fundamentais para atribuir ao MAR condições de competitividade, pelo menos idênticas às verificadas nos outros registos marítimos europeus de qualidade com que tem de concorrer. Nesse sentido, apesar dos resultados já alcançados, a S.D.M., em articulação com o Governo Regional, tem procurado de forma constante e assertiva, designadamente junto da Secretaria de Estado do Mar, encontrar formas de ultrapassar os constrangimentos operacionais que ainda prejudicam a competitividade do Registo, e, logo, as suas condições de promoção e atractividade num sector altamente dinâmico a nível mundial.
Ler mais/Fonte: revistademarinha.com

 

Campeão olímpico aceitou o desafio de levar a Espanha ao título da Volvo

Campeão olímpico aceitou o desafio de levar a Espanha ao título da VolvoIker Martínez será, mais uma vez, o comandante da campanha espanhola na Volvo Ocean Race, repetindo a temporada 2011-12, quando foi o líder do Telefónica nas regatas. O velejador de 37 anos já estava na equipe, mas não tinha a intenção de assumir o comando. Iker Martínez faz campanha olímpica de Nacra 17, categoria que estreia nos Jogos de 2016. Ele venceu recentemente o europeu da classe. Com o foco novo para a Volvo Ocean Race, Iker Martínez e sua equipe já trabalham na Galícia para conquistar o título da edição 2014-15 da regata. Na temporada passada, o Team Telefónica esteve com a mão na taça, mas foi superado pelo Groupama nas pernas finais.

“Estou muito feliz em ser o comandante em mais um projeto. Levar a bandeira do meu país é um orgulho”, disse Iker Martínez. “Será um grande desafio por vários motivos, incluindo a dificuldade da regata e o pouco tempo de preparação até a largada, em 11 de outubro. Sabemos que corremos contra o tempo em relação aos outros times”. Iker Martínez foi campeão olímpico em Atenas-2004 na classe 49er, ao lado de Xabi Fernández, também companheiro de equipe na Volvo Ocean Race. Em Pequim-2008, a dupla ficou com a prata.

A campanha espanhola, além dos dois, terá os espanhóis Ñeti Cuervas-Mons e Rafa Trujillo, além do francês Nico Lunven. Outro francês, Michel Desjoyeaux, ajudará na preparação. “Temos sorte de contar com o Desjoyeaux. Ele tem um conhecimento muito grande da modalidade e vai nos ajudar nesse projeto”.

Michel Desjoyeaux é especialista em navegação em solitário. No seu currículo estão as participações em eventos como Vendée Globe, Solitaire du Figaro e Route du Rhum. O francês já correu a Volvo Ocean Race/Whitbread Round the World Race em 1985-86 (Cote d’Or), em 1989-90 (Charles Jourdan) e na temporada 1993-94 (La Poste). No próximo sábado (19), a equipe irá disputar a Volta das Ilhas Canárias. Além dos espanhóis, outras duas equipes da Volvo Ocean Race estarão na regata: Team Brunel e Team SCA. A Volvo Ocean Race 2014-15 começa em 4 de outubro deste ano com a In-port Race de Alicante, na Espanha. Foto: María Muñia
Ler mais/Fonte: nautica.com.br

 

 

   

Julho 2014

Espanha na Volvo Ocean Race 2014-15

Espanha na Volvo Ocean Race 2014-15Iker Martinez e Xabi Fernandez voltam à regata à volta do Mundo – Volvo Ocean Race, para tentar a partir de Outubro próximo uma vitória.

Espanha, sede da Volvo Ocean Race, não podia ficar de fora desta mítica regata e nesta quinta-feira, dia 19 de Junho, confirmou o sxto braco para a Volta ao Mundo, que terá os campeões olímpicos Iker Martinez e Xabi Fernandez na tripulação. O patrocinador do barco ainda não foi definido, mas o empresário Pedro Campos, um dos principais patronos da vela mundial, confirmou a campanha espanhola na edição 2014-15, que começa em outubro com a in-port race de Alicante.

Os medalhados olímpicos Iker Martinez e Xabi Fernández, ouro em Atenas-2004 e prata em Pequim-2008 na classe 49er, terão a chance de reescrever a história da Volvo Ocean Race, já que na edição 2011-12, o Telefónica liderou boa parte da competição, mas a quebra do leme na penúltima etapa tirou as chances de título, que ficou para o Groupama, da França.

A regata, que começa em 4 de outubro, terá, além da equipa espanhola, as equipas do Abu Dhabi Ocean Racing, Dongfeng Race Team, Team Brunel, Team Alvimedica e Team SCA.
Ler mais/Fonte: mundonautico.pt

 

APSS e Associação Portuguesa do Património Marítimo com Protocolo de Cooperação

APSS e Associação Portuguesa do Património Marítimo com Protocolo de CooperaçãoA APSS – Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra, SA e a APPM – Associação Portuguesa do Património Marítimo celebraram um Protocolo de Cooperação, com o objetivo da promoção e conservação do património marítimo de onde se distinguem as embarcações tradicionais do estuário do Sado a navegar.

Concretamente, o Protocolo permitirá a promover a sustentabilidade da conservação do Património Marítimo Histórico e Cultural Português e a recuperação e conservação das embarcações tradicionais do estuário do Sado a navegar, denominadas “Hiate de Setúbal”, “Zé Mário”, “ Pego do Altar” e “Riquitum”.Concretamente, o Protocolo permitirá a promover a sustentabilidade da conservação do Património Marítimo Histórico e Cultural Português e a recuperação e conservação das embarcações tradicionais do estuário do Sado a navegar, denominadas “Hiate de Setúbal”, “Zé Mário”, “ Pego do Altar” e “Riquitum”.

O Turismo Náutico é uma forte aposta da APSS, que tem vindo a ser desenvolvido em harmonia com as restantes atividades do Porto de Setúbal.O Turismo Náutico é uma forte aposta da APSS, que tem vindo a ser desenvolvido em harmonia com as restantes atividades do Porto de Setúbal.

Para além de outras iniciativas, destaca-se o lançamento da campanha de comunicação “Passeios no Sado” com o objetivo de reunir e divulgar, em diversos suportes de comunicação, informação sobre a atual oferta de passeios em embarcações no rio Sado, contribuindo para a captação de clientes regionais, nacionais e estrangeiros.
Ler mais/Fonte: portosdeportugal.pt

 

Náutica de recreio e AEP no mesmo barco

Náutica de recreio e AEP no mesmo barcoO debate está lançado: o que fazer para dotar Portugal de uma estratégia colectiva que acelere a organização da fileira da náutica de recreio, capacitando-a para competir no mercado global? Foi esta a principal questão suscitada nas reuniões que a Associação Empresarial de Portugal (AEP) levou a cabo nas últimas semanas, de Norte a Sul do país, para apresentar o projecto Portugal Náutico a agentes institucionais, operadores económicos, clubes e federações desportivas.

Trata-se do contributo que a AEP, em parceria com a Oceano XXI - Associação para o Conhecimento e Economia do Mar, pretende dar para que o país possa rentabilizar o enorme potencial do seu território hídrico (2.830 quilómetros de costa atlântica e 620 quilómetros quadrados de bacias em águas interiores). O projecto está em execução até meados do próximo ano e foi desenhado numa lógica agregadora, para promover o envolvimento de todas as entidades relacionadas com um universo de interesses identificado pela sigla MAR: mar, albufeiras e rios.

Isto mesmo foi realçado na recente apresentação pública do projecto, no I Encontro Portugal Náutico, que teve lugar, na Exponor, em Matosinhos, durante o 4.º Fórum do Mar. Em encontro prévio, o secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu, ficou a conhecer as acções e os propósitos da iniciativa, que lhe mereceu todo o apoio.

Na mesma ocasião, o arquitecto naval português radicado em Inglaterra Tony Castro, que se tem notabilizado na cena náutica internacional pelas suas arrojadas embarcações de recreio, aceitou ser o embaixador do projecto, ajudando a promover o nosso país além-fronteiras.
Ler mais/Fonte: economico.sapo.pt

 

 

   

Junho 2014

O único cargueiro à vela do mundo

O único cargueiro à vela do mundoEntre as dezenas de embarcações ancoradas na marina da Horta, na ilha do Faial, o bergantim 3 Hombres , com os seus 32 metros de comprimento e altos mastros, chama a atenção de quem passa. À primeira vista, parece um navio deslocado no tempo, que remete para a época das epopeias marítimas, mas o seu objetivo é bem atual.

Concebido pelo austríaco Andreas Lackner e pelos holandeses Jorne Langelaan e Arjen Van der Veen, o projeto 3 Hombres pretende alertar para as "brutais emissões de gases tóxicos provocadas pela marinha mercante contemporânea". É, atualmente, o único navio cargueiro sem motor a realizar transporte internacional de mercadorias, numa lógica não só de comércio justo mas também de transporte justo, um conceito que pretendem disseminar por todo o mundo.

"Quando chegamos a um novo destino, a primeira impressão dos habitantes é que somos um bando de hippies com ar de piratas mas, depois de explicarmos o nosso projeto, tudo muda", afirma o capitão Lammert Osinga, 35 anos. E já se começou a espalhar a palavra, como constataram ao aportar pela primeira vez em Manaus, no Brasil. "Havia muita gente à nossa espera, para nos mostrar produtos que poderíamos trazer para a Europa", recorda. A embarcação, com capacidade para 35 toneladas de carga, foi construída de raiz e à mão, segundo os métodos tradicionais, por mais de 100 voluntários de 25 países. Opera todo o ano entre a Europa, as ilhas do Atlântico, Caraíbas e América. Este ano, expandiu a sua rota até à Noruega, de onde trouxe bacalhau para Portugal. Pelo caminho, passou também por França, a fim de carregar barricas de vinho biológico, que irão envelhecer nos seus porões.

Em paralelo com o transporte de mercadorias, o 3 Hombres funciona como navio-escola. À tripulação profissional de sete elementos juntam-se oito estudantes, que começam por aprender o básico da marinharia à vela. Os alunos iniciam o programa no "degrau mais baixo da escada", como refere Lammert, e, depois, vão evoluindo de acordo com o tempo a bordo. No final do curso, recebem um certificado, "que pode ir de marinheiro comum a capitão".

Além de dar nome ao navio, a marca 3 Hombres expandiu-se para o sector alimentar, através da comercialização de chocolate e rum, adquiridos a produtores locais, nas Caraíbas, de acordo com as regras do comércio justo, e, depois, vendidos na Europa, onde se têm revelado um sucesso especialmente o rum de 15 anos, amadurecido a bordo, em barricas de carvalho, durante cinco meses.
Ler mais/Fonte: visao.sapo.pt

 

Achado arqueológico em Esposende

Achado arqueológico em EsposendeA mais recente situação de mau tempo, durante o último Inverno, com violenta ondulação na costa, pôs a descoberto um achado inédito, em Esposende, que tem vindo a ser recuperado e tratado pelo núcleo arqueológico da Camara Municipal, composto por traves de madeira pertencentes a navio ou navios ali naufragados, com destaque para munições de vários tipos e grande quantidade de artefactos em estanho e latão.

Neste achado foi determinante a acção responsável de uma família residente próximo à praia de Belinho, em S. Paio de Antas, cujo empenho na recolha dos artefactos e posterior comunicação à Camara Municipal merece um público louvor. Os materiais encontrados poderão estar eventualmente ligados a dois sinistros, um na Época Romana, com centenas de materiais cerâmicos, e um outro na Época Moderna (contemporânea ao período dos descobrimentos), de que fazem parte as peças da própria embarcação e a já citada larga quantidade de artefactos metálicos.

Toda a costa marítima de Esposende tem servido de palco ao longo dos anos a diversos tipos de sinistros marítimos, estando referenciadas numerosas situações de navios encalhados nos “Cavalos de Fão”, onde alguns acabaram por se perder. São conhecidos também sinistros resultantes da formação de densos mantos de nevoeiro, durante o verão, e inevitavelmente outros tantos provocados por vaga alterosa durante a passagem de violentos temporais. E da mesma forma terá de ser considerado o afundamento de navios mercantes por submarinos, em ambos os períodos das duas guerras mundiais, tal como antes, pela acção do corso, que no passado aterrorizou os marítimos do norte do país.

Este e outro património cultural previamente recolhido, encontra-se protegido através da entidade que tutela o respectivo património, i.e. a Direcção Geral do Património Cultural (DGPC), através do Centro Nacional de Arqueologia Náutica3057 02 e Subaquática (CNANS) – a tutela do território onde ocorrem os achados – Parque Natural do Litoral Norte (PNLN), Capitania do Porto de Viana do Castelo e a União de freguesias de Belinho e Mar – para além da tutela da segurança territorial - Polícia Marítima, Delegação Marítima de Esposende, GNR – Posto Territorial de Esposende e Subdestacamento de Controlo Costeiro de Esposende.

Por força deste extraordinário achado, neste ano, o grupo de investigação foi alargado, integrando especialista nesta área, casos da Doutoranda Maria Luísa Pinheiro Blot, Prof. Dr. Jean-Yves Blot, Prof. Dr. Luís Filipe Castro e Doutorando José António Bettencourt. Paralelamente o grupo conta com o valioso contributo de José António Samuel, desenhador naval e especialista em réplicas de embarcações quinhentistas. Uma nova infraestrutura logística apoia este projeto, constituida por uma biblioteca especializada (Centro de documentação) e por um laboratório de conservação – em rede com o Museu D. Diogo de Sousa (Braga), o Museu Marítimo de Esposende e o Gabinete de Arqueologia da Camara Municipal de Vila do Conde, três equipamentos que através de protocolo otimizam os recursos e o conhecimento de cada um – e a criação de um grupo de investigação permanente para o estudo e divulgação cultural, nos quais se destacam os consultores Prof. Dr. Carlos Alberto Brochado de Almeida, o Prof. Dr. Rui Morais, a Prof. Daª Helena Granja e os arqueólogos da autarquia de Esposende, Drª Ana Paula Almeida, Drª Ivone Magalhães e Rui Cavalheiro.
Ler mais/Fonte: revistademarinha.com

 

Tripulação mais jovem da Volvo Ocean Race terá Paul Cayard como monitor

Tripulação mais jovem da Volvo Ocean Race terá Paul Cayard como monitorO Team Alvimedica, barco de bandeira dos EUA e Turquia, será a equipe mais jovem da Volvo Ocean Race 2014-15. A tripulação, formada por velejadores com até 30 anos, terá o comando dos norte-americanos Charlie Enright e Mark Towill. A novidade foi a escolha de Paul Cayard, um dos maiores nomes da modalidade, que será uma espécie de mentor dos jovens atletas do Team Alvimedica. O ícone da vela mundial já participou de testes com a equipe em Cascais, em Portugal, base de treinos do time. “Escolhemos o lendário Paul Cayard, que venceu a regata de 1997-98, e é um dos grandes da vela. Ele sabe tudo sobre a Volvo Ocean Race e sobre a modalidade. É um especialista em oceano e em regatas curtas. Vale a pena absorver seus conhecimentos”, disse Charlie Enright.

Paul Cayard, como citou Enright, venceu a edição 1997-98 da regata a bordo do EF Language. Agora com o chancela de mais experiente e campeão, o velejador norte-americano quer passar seus ensinamentos ao time mais novo da Volvo Ocean Race. “Esses caras me fazem lembrar de quando comecei. Eles ainda estão ‘verdes’, mas estão abertos a aprender tudo o que podem. Foi importante esse período de testes em Cascais”. O velejador Paul Cayard, além da vitória na Volvo Ocean Race, já correu a America´s Cup e os Jogos Olímpicos.

“Esses meninos já mostraram coragem de sobra pra fazer essa campanha. Agora eles vão precisar de treinos para enfrentar essa aventura, por isso precisam pensar fora da caixinha, inovando. Foi assim que fizemos em 1998 com o EF Language, que foi flexível e se adaptou bem às regras. O Team Alvimedica está tomando o mesmo caminho”, finalizou Paul Cayard. A equipe ainda não foi 100% definida, mas certamente o Team Alvimedica pulou na frente ao escolher esse ícone da vela para se juntar ao time.

A Volvo Ocean Race começa em 4 de outubro com a primeira in-port race em Alicante, na Espanha, antes da primeira perna até a Cidade do Cabo, na África do Sul. A regata tem ao todo 38.739 milhas náuticas e termina em Gotemburgo, na Suécia.
Ler mais/Fonte: trilhaseaventuras.com.br

 

 

   

Maio 2014

Cacilheiro Trafaria Praia vai fazer cruzeiros no Tejo

Cacilheiro Trafaria Praia vai fazer cruzeiros no TejoO cacilheiro Trafaria Praia, transformado em obra de arte pela artista plástica Joana Vasconcelos para a Bienal de Veneza 2013, começa no sábado a fazer cruzeiros no Tejo, que funcionarão de terça-feira a domingo.Fonte da empresa DouroAzul, a actual proprietária do cacilheiro, contactada pela agência Lusa, indicou que o barco vai ser inaugurado no dia 25 de Abril e começará a funcionar para o público no dia seguinte.

O antigo cacilheiro da Transtejo, que transportou milhares de passageiros no Tejo, estava desactivado desde 2011, tendo a artista Joana Vasconcelos reconvertido o barco em "pavilhão flutuante" de Portugal para a Bienal de Veneza 2013. Em seis meses, o Trafaria Praia, com capacidade para 120 pessoas, foi visitado em Veneza por cerca de 100 mil pessoas. A partir de sábado, o cacilheiro vai receber visitas e realizar viagens turísticas entre o Terreiro do Paço e a Torre de Belém, de terça-feira a domingo, encerrando à segunda-feira. Ainda segundo a DourAzul, os cruzeiros vão funcionar de terça-feira a sexta-feira às 11h00, às 16h00 e às 19h00, e aos sábados e domingos às 11h00, 15h00, 17h00 e 19h00. As visitas ao cacilheiro vão funcionar de terça-feira a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00.

Os bilhetes são gratuitos até aos quatro anos. Para o público entre os cinco e os 12 anos e para os maiores de 65 anos há um desconto de 50 por cento sobre o preço de adulto, que é de seis euros só para visita e de 18 euros para visita com cruzeiro. A inauguração, apenas para convidados, está marcada para sexta-feira, a partir das 14h00.

Depois da exposição de Veneza, o Trafaria Praia esteve em trânsito no mar Mediterrâneo durante três meses, uma viagem que demorou mais do que o previsto pelas paragens em portos intermédios, forçadas pelo mau tempo. Chegou a Lisboa em Março e foi enviado para um estaleiro naval, onde foi alvo de remontagem dos painéis de azulejos retirados durante a viagem, por precaução.
Ler mais/Fonte: publico.pt

 

Feira Náutica do Tejo 2014

Feira Náutica do Tejo 2014A Feira Náutica do Tejo está de regresso, agora na sua terceira edição, entre 29 de Maio e 1 de Junho, na Doca de Pedrouços, em Algés. Marcam a edição de 2014 deste evento exposições de embarcações à vela e a motor, em seco e dentro de água, o teste de equipamentos náuticos, áreas especialmente dedicadas ao surf, kitesurf, stand up paddle, windsurf, wakeboard, bodyboard, jetski, kayak, skimboard e mergulho, e atividades outdoor para os visitantes.

Este ano vamos inovar ainda mais. Aproveitando a localização ímpar da Doca de Pedrouços, que nos permite diversificar o conceito da Feira, estamos a preparar várias surpresas para o público e até para os expositores. O nosso objectivo é dinamizar todas as atividades náuticas cujo potencial em Portugal é enorme e a Feira Náutica do Tejo é a ferramenta ideal, .... destaca Francisco Lufinha, o conhecido praticante de kitesurf e um dos responsáveis pela organização. Depois do sucesso das duas primeiras edições, de que juntamos algumas imagens, o evento é já uma referência na região de Lisboa e mesmo no país, no que respeita ao desenvolvimento das várias vertentes do sector náutico, como Turismo, Lazer e Desporto.

Para continuar a incrementar o crescimento desta Feira, a organização está a fazer uma forte aposta na mobilização de expositores, o que passa por captar a um custo acessível a participação do maior número possível de empresas ligadas ao mar, seja de grande ou de pequena dimensão, garantindo assim a agregação da melhor oferta náutica num mesmo local, de fácil acesso e com atividades para toda a família. As inscrições para expositores estiveram abertas até 11 de Abril.

Esta edição da Feira Náutica do Tejo é organizada pela + Mar – Associação Portuguesa de Turismo e Desportos Náuticos e conta com o apoio institucional do Porto de Lisboa e da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa.
Ler mais/Fonte: sportall.blogs.sapo.pt

 

O naufrágio do vapor VERONESE

O naufrágio do vapor VERONESEEstá a decorrer na Biblioteca Municipal Rosa Peixoto, na Póvoa de Varzim, uma exposição documental relacionada com o naufrágio do vapor inglês VERONESE, onde se evidencia o propósito altruísta, a abnegação e a coragem dos socorristas poveiros, cuja participação, liderada pelo destemido arrais do salva-vidas Patrão Lagoa, nunca é demais digna de realçar.

A inauguração da exposição teve lugar no passado dia 12 de Abril e vai estar aberta ao público até ao próximo dia 21 de Maio. Entre os diversos objectos expostos, alguns dos quais já apreciados numa primeira exposição sobre o mesmo tema, no Salão Nobre da Sociedade Humanitária – Bombeiros Voluntários de Matosinhos-Leça, conforme previamente noticiado nas páginas da revista digital, pode agora ser também apreciado um ex-voto relacionado com a participação do Patrão Lagoa nas operações de salvamento do naufrágio, que faz parte da colecção particular do Dr. Fernando F. Lima, vindo de Ponta Delgada exclusivamente para o efeito.

Na tarde de sábado, dia da inauguração da exposição, teve lugar uma sessão solene, tendo a apresentação do material exposto e dos diversos convidados a estarem presentes, ficado a cargo do Dr. Manuel Costa, director da Biblioteca, que após breve alocução passou a palavra ao Sr. José Azevedo, para dar a conhecer um pouco da vida ligada ao mar do homenageado Patrão Lagoa, e da sua meritória acção de socorrista ao longo de algumas décadas e muito principalmente pelos salvamentos efetuados com o salva-vidas, aquando dos naufrágios do já referido paquete VERONESE e do N.R.P. SÃO RAFAEL, em Vila do Conde.

Acto contínuo teve início a sessão solene, cabendo ao Dr. Luís Diamantino, Vereador do Pelouro da Cultura 3013 01da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim dar as boas vindas e cumprimentar os presentes, tendo igualmente usado da palavra o Dr. Fernando Rocha, Vereador do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Matosinhos, o Prof. Cunha e Silva, o Engº Ercílio Azevedo, em representação dos Bombeiros Voluntários de Matosinhos-Leça e o Dr. Pinto da Silva, que se propõe publicar brevemente um livro, para memória futura e simultaneamente das actividades levadas a cabo, relacionadas com as respectivas comemorações, na passagem deste primeiro centenário do naufrágio.
Ler mais/Fonte: revistademarinha.com

 

 

   

Abril 2014

Roberto Chuny é do Abu Dhabi na Volvo Ocean Race

Roberto Chuny é do Abu Dhabi na Volvo Ocean RaceO navegador espanhol Roberto ‘Chuny’ Bermúdez, ex-companheiro de Torben Grael no Brasil 1, confirma participação em mais uma Volvo Ocean Race, agora a bordo do Abu Dhabi. O velejador galego tem experiência de sobra para ajudar Ian Walker e sua tripulação a buscar o título da edição 2014-15. No currículo, seis participações na Volta ao Mundo e na antiga Whitbread, além de campanha olímpica na classe Star e participações em America´s Cup. Com 44 anos, Chuny vem de um vice-campeonato em 2011-12 com o Camper.

“Chuny tem uma experiência incrível na Volvo Ocean Race. O velejador é um dos mais requisitados entre os profissionais da vela, além disso é um cara bem legal, se encaixando perfeitamente na nossa tripulação”, disse Ian Walker. Recordista em participação envolvendo espanhóis na Volvo Ocean Race com seis regatas, Chuny Bermúdez acredita que dá para ser campeão desta vez. “Eu conheço a tripulação e já naveguei com muitos antes. É um time forte e sinto orgulho de fazer parte”, falou o galego.

Para o velejador espanhol, a parte mais difícil da Volvo Ocean Race é ficar distante de sua família. Chuny é casado com Lola e tem três filhos: Lola (11) , Carlos (9) e Pepa (7). “Eu sinto falta da minha família, é claro “, disse ele. “Mas eu não gosto de ser distraído por pensamentos do que se passa em casa. Em uma regata como essa você tem que se concentrar 100%.” Bermúdez completa a tripulação do Abu Dhabi de Ian Walker. Os outros integrantes do Abu Dhabi são Justin Slattery (Irlanda) , Phil Harmer (Austrália), Simon Fisher (Grã-Bretanha ) , Luke Parkinson (Austrália), Andrew McLean (Nova Zelândia) e Adil Khalid (Emirados Árabes Unidos). O grupo está em Cascais, em Portugal, base de treinos nos próximos dois meses e meio. É a segunda vez consecutiva que o Azzam corre a Volvo Ocean Race. Foto: Justin Chisholm/Abu Dhabi Ocean Racing
Ler mais/Fonte: nautica.com.br

 

Panerai Transat Classique 2015: 3000 milhas náuticas de vela clássica

Panerai Transat Classique 2015: 3000 milhas náuticas de vela clássicaAproximadamente 3000 milhas náuticas separam as duas ilhas: uma extraordinária e desafiante rota atlântica, na qual dezenas de Grandes Damas do Mar travarão uma heroica batalha. A lendária corrida será novamente organizada pelo Atlantic Yacht Club (França), numa parceria com a marca de alta-relojoaria desportiva Officine Panerai, revelando já ter uma forte presença no mundo da vela clássica ao patrocinar o Panerai Classic Yachts Challenge. Este último celebra o seu 10.º aniversário em 2014 e a Panerai Transat Classique 2015 trará um epílogo espetacular a esta excecional temporada dedicada a uma década de paixão inabalável pelo mar, pela beleza e pela gloriosa história da qual todos os veleiros clássicos são parte.

A frota reunir-se-á na Marina de Lanzarote, o primeiro porto de escala para os veleiros que chegam às ilhas Canárias. Lanzarote adquiriu uma reputação sólida enquanto destino europeu para a vela, sendo muito apreciado pelos melhores velejadores de corridas do mundo. A ilha oferece uma vasta e profissional infraestrutura para os visitantes e a mais recente instalação de Calero Marinas encontra-se convenientemente a apenas alguns minutos de distância da capital marítima da ilha. Com o aeroporto internacional à distância de alguns minutos e serviços de reparação e manutenção dotados de uma grua que levanta 820 toneladas, a Marina de Lanzarote oferece tudo o que é necessário para preparar uma travessia transatlântica. Os participantes e suas famílias serão convidados a desfrutar da calorosa e colorida cultura das Canárias, nomeadamente através de visitas por esta fascinante ilha e das vibrantes festas populares dos «Três Reis» a 5 de janeiro.

A chegada à Martinica será uma experiência única e autêntica. Apelidada de «Flor das Caraíbas», a Martinica surpreende o visitante pela diversidade das suas paisagens: montanhas dominadas pelo célebre vulcão Pelée e ainda uma floresta tropical… e praias que são a encarnação da beleza e um convite à descoberta, banhadas por águas quentes e cristalinas, cuja temperatura está sempre acima dos 25ºC. Localizada no centro do arquipélago das Antilhas, a Martinica é uma das Ilhas do Vento. O seu litoral oriental é banhado pelo Oceano Atlântico, enquanto a costa ocidental é flanqueada pelo Mar das Caraíbas. Graças aos ventos alísios vindos de leste e nordeste, corre constantemente uma brisa fresca e agradável. A Martinica é realmente uma terra rica em tradição e cultura, nomeadamente no que toca à cultura, à literatura – tendo autores reconhecidos e célebres poetas –, à música e à dança, aos costumes e à gastronomia. Uma receção calorosa e animada será reservada aos participantes da Transat Panerai Classique 2015 na capital, Fort-de-France, cuja baía pertence ao «Clube das mais belas baías do mundo».
Ler mais/Fonte: espiraldotempo.com

 

Voluntários recolhem 6 toneladas de resíduos nas praias e zonas ribeirinhas

Voluntários recolhem 6 toneladas de resíduos nas praias e zonas ribeirinhasCerca de 6 toneladas de resíduos foram recolhidas das praias, dunas e estuários do concelho de Esposende na ação de voluntariado ambiental, que decorreu no passado dia 22 de março, envolvendo a participação de aproximadamente 300 voluntários.

Apesar das condições climatéricas adversas, estes voluntários, de várias faixas etárias e oriundos de várias localidades, quiseram colaborar nesta grande ação de limpeza, que envolveu diversas entidades e associações. Para além da Esposende Ambiente, da Câmara Municipal de Esposende, do Parque Natural do Litoral Norte, da Surfrider Foundation Porto e da Associação Rio Neiva, a iniciativa contou também com a colaboração e participação dos Grupos de Escuteiros do concelho, da Esposende Surf Team, das Juntas de Freguesia e da Associação Assobio, entre outros. A Junta de Freguesia e algumas associações de Castelo do Neiva – Viana do Castelo também se juntaram a esta causa, concretamente na margem direita do Rio Neiva.

A ação de limpeza abrangeu toda a faixa costeira do concelho, desde a Foz do rio Neiva, em Antas, até à Praia da Ramalha, em Apúlia, já perto do limite com o concelho da Póvoa de Varzim, numa extensão de aproximadamente 8 km. O inverno rigoroso e as sucessivas tempestades deixaram a sua marca e “devolveram” muitos dos resíduos arrastados pelos rios e linhas de água. A força do mar também empurrou para terra muitos artefactos utilizados normalmente pelos pescadores. Com a colaboração e a boa vontade de todos os participantes, foi possível retirar das praias e dunas tão elevado volume de resíduos, o que contribuiu para preservar os habitats abrangidos e melhorar significativamente a imagem destes locais.

O avançado estado de degradação de muitos resíduos condicionou a sua separação no local, tendo sido sobretudo recolhidos separativamente os materiais ferrosos. O balanço da iniciativa é bastante positivo, atendendo à quantidade de resíduos recolhidos e ao elevado número de participantes que, individualmente e coletivamente, contribuíram para o sucesso desta ação de limpeza e mostraram um forte empenho na realização das tarefas propostas, muitas das quais exigiram bastante esforço físico. Devido ao mau tempo, as atividades de limpeza agendadas para o dia 21 de março foram anuladas. Contudo, os estabelecimentos de educação e ensino inscritos manifestaram intenção de participar numa ação idêntica, que terá lugar previsivelmente no início do 3.º período letivo, para que todos tenham oportunidade de dar o seu contributo em prol desta causa.
Ler mais/Fonte: esposendeambiente.pt

 

 

   

Março 2014

2013 foi o melhor ano de sempre nos portos nacionais

2013 foi o melhor ano de sempre nos portos nacionaisOs sete principais portos do continente registaram, em 2013, “o maior valor anual de sempre” de mercadorias movimentadas, anunciou o IMT – Instituto da Mobilidade e Transportes. No total, atingiu-se cerca de 79,3 milhões de toneladas movimentadas, a que corresponde um aumento de 16,7 por cento em relação a 2012. O crescimento mais significativo registou-se no porto de Sines, (+27,8%), seguindo-se o porto de Aveiro, Figueira da Foz e Setúbal, com taxas de crescimento de 19,2 por cento, 18 por cento e 15,7 por cento, respetivamente.

Nos portos de Lisboa e de Leixões estes indicadores são de 8,2 por cento e 3,4 por cento, respetivamente. No posicionamento relativo destaca-se o porto de Sines cujo movimento global representa 46,1 por cento do total dos portos em análise, tendo reforçado essa posição, aumentando 4,1 pontos percentuais relativamente a 2012. Já o movimento de contentores registou “uma evolução ainda mais expressiva”, refere o IMT, com um aumento em TEU de 25,8 por cento, relativamente a 2012, “sublinhando-se, para este indicador, a contribuição do porto de Sines, com 68,3 por cento e do porto de Setúbal com 43 por cento”.

Ao nível do número de navios que escalaram os principais portos do Continente, verificou-se um crescimento de 8,1 por cento, associado a um aumento de 18,3 por cento em GT (Gross Tonnage). O aumento global da carga movimentada reflete aumentos em todas as classes, sendo mais significativo o registado na carga geral, com um aumento de 28,4 por cento relativamente a 2012 (com a carga contentorizada a crescer +30,8%), sendo que os granéis líquidos cresceram 15 por cento e os sólidos 1,5 por cento.
Ler mais/Fonte: transportesemrevista.com

 

ZENITH junta-se ao Spindrift Racing

ZENITH junta-se ao Spindrift RacingA Zenith torna-se a Cronometrista Oficial da equipa Spindrift e do maior trimarã de corrida oceânica do mundo e espera assim contribuir para bater recordes importantes, incluindo a travessia do Atlântico Norte, as 24 horas de navegação e a Route du Rhum. Esta é uma ocasião única para a marca com a estrela acompanhar novamente uma extraordinária aventura humana e exprimir os seus valores – Autenticidade, Audácia e Prazer – através de um projeto altamente tecnológico.

Incentivar o verdadeiro espírito empreendedor, superar os limites, agora e sempre. Tentar atingir constantemente a perfeição, conquistar novos espaços, mostrar-se ousado. Desde a sua criação que a Manufatura Zenith cultiva esta capacidade de olhar mais além e explorar novos horizontes e isto permitiu-lhe acompanhar algumas das mais extraordinárias aventuras humanas ou partilhar o destino de personalidades excecionais.

De Louis Blériot a Felix Baumgartner, a Zenith deixou a sua marca na história da aviação e do espaço. Ao ritmar os passos de Gandhi, a Manufatura atravessou a história. Ao equipar vários exploradores, contribuiu para grandes avanços. Tantas epopeias fabulosas, partes integrantes do património desta marca que influenciam o espírito que a inspira.
Ler mais/Fonte: nauticapress.com

 

Turquia e Estados Unidos patrocinam barco para Volvo Ocean Race

Turquia e Estados Unidos patrocinam barco para Volvo Ocean RaceIstambul , Turquia – O barco Alvimedica disputará a Volvo Ocean Race 2014-15. O veleiro, patrocinado por uma empresa de medicina turca e idealizado por dois norte-americanos, é o quinto confirmado para a Volta ao Mundo, que começa em outubro deste ano. No anúncio oficial, que ocorreu nesta quinta-feira (30), em Istambul, sede da companhia, os idealizadores definiram que o time terá atletas de até 30 anos apenas. O novo barco da regata é nada mais nada menos que um sonho de dois jovens fanáticos pela vela oceânica: Mark Towill e Charlie Enright. Os norte-americanos, do Havaí e de Rhode Island, respectivamente, se conheceram num set de filmagens para um longa metragem da Disney e, desde então, dividiram o sonho de correr a Volvo Ocean Race.

Nas gravações do filme Morning Light, em 2007, os dois recorreram a veteranos de Volvo Ocean Race, como Mike Sanderson e Jerry Kirby para ter subsídios para o longa, que contou a história de uma travessia pelo Oceano Pacífico. “Nós nos conhecemos durante a preparação do filme e o sonho começou a tomar forma. Os veteranos da regata montaram a base do projeto pra gente”, disse Charlie Enright. “Tudo isso nos serviu de motivação”, acrescentou Mark Towill, que ao lado do parceiro Charlie Enright montou a All-American Ocean Race, que tem sede em Rhode Island, uma das paradas da Volvo Ocean Race. “Não foi fácil chegar até aqui, mesmo com a realização do filme da Disney. Tentamos viabilizar essa campanha por bastante tempo. Também tivemos muita ajuda de muitas pessoas que fizeram nosso sonho se tornar realidade”.

O sonho, literalmente, começou a ganhar forma em 2011, quando o CEO da Volvo Ocean Race, Knut Frostad, convidou os jovens velejadores para assistir a largada da regata passada, em Alicante, na Espanha. Motivados, os dois deixaram compromissos e foram atrás dos patrocinadores, chegando num denominador comum, a Alvimedica. O objetivo da empresa é dominar o mercado global de tecnologia médica e a Volvo Ocean Race é um dos caminhos. O próximo passo da equipe Alvimedica será testar os atletas no mar. “Vamos recrutar velejadores jovens dos Estados Unidos inicialmente e depois abrir o leque para os estrangeiros, incluindo Turquia e Itália”, disse Mark Towill, que será um dos tripulante do Alvimedia. O comandante será Charlie Enright.
Ler mais/Fonte: murillonovaes.com

 

 

   

Fevereiro 2014

LEME apresentada no Pavilhão do Conhecimento

LEME apresentada no Pavilhão do ConhecimentoMiguel Marques, sócio da PwC, apresentou, no passado dia 16 de janeiro, no Pavilhão do Conhecimento, a 4ª edição do LEME - Barómetro PwC da economia do mar, partilhando com uma interessada audiência algumas das principais conclusões deste documento, como por exemplo, o facto de que a maioria dos gestores de topo inquiridos considerar que o conhecimento técnico e científico tem elevada margem de progressão, em Portugal, para o desenvolvimento da economia do mar.

Os índices PwC de variáveis da economia do mar apontam para a quebra do ciclo de decréscimo das vendas da construção naval, para a continuação do crescimento do movimento de contentores nos portos nacionais, do número de escalas de navios de cruzeiro e de passageiros nos portos nacionais e da produção nacional de aquacultura. As medidas orçamentais restritivas têm afetado a despesa da Marinha e consequentemente o número de horas de missão e de navegação das unidades navais.

O evento de apresentação do LEME contou com a presença do Secretário de Estado do Mar, Profº Drº Manuel Pinto de Abreu e incluiu um painel-debate onde marcaram presença Alexandra Mendonça (Presidente do Conselho de Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira), Edgar Bastos Ribeiro (Comandante da Escola Naval), João Guerreiro (Professor da Universidade do Algarve), João Pedro Azevedo (Presidente do Conselho de Administração da Soja de Portugal) e Ricardo Serrão Santos (Pró-reitor da Universidade dos Açores), tendo como moderador António José Teixeira (Diretor da SIC Notícias).
Ler mais/Fonte: revistademarinha.com

 

Dehler 38 premiado nos EUA

Dehler 38 premiado nos EUAO novo Dehler 38 é um sucesso a nível mundial e a prova-lo está o galardão que recebeu no Estados Unidos da América, na eleição do “Best Cruising Sailboat Under 38 Feet”.

Ultrapassado as grandes dificuldades dos últimos anos da Dehler, que culminou com a sua aquisição pelo Grupo Hanse, um novo folgo para esta prestigiada marca alemã, que com este novo Dehler 38 volta a ribalta dos veleiros de cruzeiro/regata.

Um modelo muito elegante e que consegue conciliar de uma forma excelente as performances, importante para as regatas, com o luxo e os óptimos acabamentos, tão importantes nos barcos de cruzeiro.
Ler mais/Fonte: mundonautico.pt

 

Velas Solares para Grandes Navios

Velas Solares para Grandes NaviosA empresa japonesa “Ecco Power” deu a conhecer o seu novo conceito inovador de propulsão naval constituído por painéis voltaicos solares instalados na plataforma da coberta e que servem para produzir energia elétrica para alimentar os acumuladores e, ao mesmo, são velas impulsionadoras do navio. Deste modo, um navio de alto-mar pode navegar sem qualquer emissão de dióxido de carbono e sem consumo de combustível.

Um sistema de comando central permite manobrar os painéis de modo a estarem na melhor posição para a direção do vento ou para a incidência dos raios solares.

Com o navio atracado em porto, os painéis pode produzir continuamente a eletricidade necessária ao funcionamento de bombas de trasfega, iluminação elétrica e carregamento de baterias que alimentem os motores elétricos na navegação.
Ler mais/Fonte: alutablog.blogs.sapo.pt

 

 

   

Dezembro 2013

Ben Ainslie quer contratar designer da F1

Ben Ainslie quer contratar designer da F1O velejador olímpico inglês mais condecorado, Sir Ben Ainslie, está em Abu Dhabi para o Grand Prix de F1 e já anunciou que quer o designer Adrian Newey (atualmente na equipa tetracampeã Red Bull, com Sebastien Vettel) para integrar sua equipa na campanha para a 35ª America's Cup. Ambos deverão encontrar-se no Domingo para conversações e Newey já admitiu seu interesse em trabalhar com Ainslie no evento que é considerado a Formula 1 do mar.

«Ter alguém com a experiência de design de Newey na nossa campanha é importantíssimo.», disse Ainslie, cuja papel de tático a bordo do Oracle Team USA garantiu a vitória na 34ª America's Cup em São Francisco.

Ainslie está a tentar compor uma campanha para a próxima America's Cup para conquistar o troféu para a Inglaterra depois de 162 anos de história do evento. O pentacampeão olímpico está a tentar angariar 80 milhões de libras inglesas para arrancar com a campanha até Dezembro.
Ler mais/Fonte: nyssearrudasailing.com

 

Thomas Coville a solo ao redor do mundo

Thomas Coville a solo ao redor do mundoO skipper solitário francês Thomas Coville iniciou hoje ao largo de Ouessant, costa francesa, a sua 4ª tentativa de recorde de circum-navegação sem escalas em solitário a bordo do maxi trimarã Sodebo. Com dois rizes na vela grande e ventos de quadrante norte de 25 nós, Coville pretende superar o recorde estabelecido em 2008 por Francis Joyon (57 dias, 13 horas, 34minutos e 6 segundos), regressando a Ouessant antes do dia 9 de Janeiro de 2014 às 04:06:14 h (hora francesa). Veja o vídeo da entrevista com o skipper solitário antes da partida na página seguinte.

Sob um céu de chumbo, Coville partiu de Ouessant e seguiu num longo bordo rumo ao cabo Finisterra onde os ventos devem atingir 30 nós de velocidade esta noite. O skipper solitário pretende navegar na margem do anticiclone e manter a velocidade num mar difícil, redobrando a vigilância na costa espanhola onde o tráfego marítimo é intenso. Por esta noite, Coville permanece no leme e a alimentação será frugal – salada de massa, frutas, charcutaria e quiche.

«É sempre difícil partir. Meus filhos estão mais crescidos e tenho de explicar as coisas para eles. Estas primeiras horas de rota estão a decorrer bem. O pôr do sol foi bonito e a lua já está a brilhar no céu enquanto sigo para a baía da Biscaia.», disse Coville, emocionado com a despedida no canal da Mancha, onde uma flotilha aérea francesa sobrevoou seu barco.

O recorde à volta do mundo em solitário é o único recorde que falta ao palmarés de Coville, que já detém os recordes de travessia do Atlântico Norte, sentido Este-Oeste, em 2005, de travessia do Atlântico Norte recorde de navegação em 24 horas (619,3 milhas), em 2008, além de duas tentativa de recorde da volta ao mundo à vela em solitário, em 2008-2009,com 59 dias,20 horas, 47minutos e 43 segundos (2 dias a mais que Joyon) e em 2011 com 61 dias, 7 minutos e 32 seconds (3 dias a mais que Joyon).
Ler mais/Fonte: nyssearrudasailing.com

 

ISAF Rolex World Sailor of the Year Awards

ISAF Rolex World Sailor of the Year AwardsA dupla de vleejadoras neozelandesas Jo Aleh e Polly Powrie e o velejador australiano Mathew Belcher, da classe 470, receberam os prémios de velejadores do ano 2013 na cerimónia realizada hoje em Muscat, Omã. Belcher já havia sido nomeado por duas vezes e agora conquistou o prémio para incluir noseu palmarés que conta com o título mundial e uma série de 17 regatas consecutivas na classe 470. As velejadoras neozelandesas contam com o título mundial e a medalha de ouro na classe 470, categoria feminina.

«Foi uma honra receber este prémio. É o reconhecimento dos esforços deste ano e dos resultados alcançados.», disse Belcher agradecendo a equipa de apoio e o treinador Victor Kovalenko.

Na categoria feminina, a dupla Jo Aleh e Olivia 'Polly' Powrie, campeã olímpica a mundial, declarou estar um pouco surpreendida com a premiação. «Estamos honradas por termos sido escolhidas entre uma lista de grandes velejadoras do mundo inteiro.»
Ler mais/Fonte: nyssearrudasailing.com

 

 

   

Novembro 2013

Será esta a maior onda de Portugal

Será esta a maior onda de PortugalO surfista brasileiro Carlos Burle poderá ter batido hoje o recorde de Garrett Mcnamara (30 metros) ao surfar uma onda gigante na Praia do Norte, na Nazaré, após ter ajudado no salvamento da compatriota Maya Gabeira.

"Foi sorte. Uma pessoa nunca sabe quando vai pegar a onda. Ainda não tinha surfado nenhuma e toda a equipa já tinha apanhado onda, a Maya também que quase morreu. Para mim foi uma adrenalina muito grande ter voltado lá para dentro depois dessa situação toda", afirmou Carlos Burle à agência Lusa. O surfista brasileiro, de 46 anos, ainda não sabe se bateu o recorde do havaiano Garrett Mcnamara, que em janeiro deste ano surfou uma onda de 30 metros.

Em 2011, Garrett McNamara bateu pela primeira vez o recorde da maior onda surfada, com um registo certificado pelo livro dos recordes do Guiness. Esta mesma onda valeu-lhe o prémio de maior onda da competição Billabong XXL Global BigWave Awards.

O havaiano continuou a tentar a sorte na Nazaré, tendo surfado, em janeiro de 2013, uma onda que se acredita possa ter chegado aos 30 metros. No entanto, McNamara retirou-a do concurso da Billabong por ser "fortemente contra" o consumo de álcool, e este ser patrocinado pela cerveja mexicana Pacífico.

Na altura, McNamara realçou o seu gosto pelo surf, considerando que não necessitava que um painel da Billabong medisse a dimensão da onda.
Ler mais/Fonte: dn.pt

 

Clube Naval de Cascais recebe em Belém Ordem do Infante D.Henrique

Clube Naval de Cascais recebe em Belém Ordem do Infante D.HenriqueO Clube Naval de Cascais (CNC) foi esta quinta-feira distinguido como membro honorário da Ordem do Infante D. Henrique, com o Presidente da República a destacar, na ocasião, o papel de «embaixador da prática da vela por parte dos portugueses».

A condecoração, que teve lugar na sala dos Embaixadores, no Palácio de Belém, acontece no ano em que o CNC festeja 75 anos de atividade. Cavaco Silva sublinhou, na cerimónia, o «feito de jovens velejadores do CNC que alcançaram um lugar de pódio na regata da juventude da Taça da América». A equipa, formada por Bernardo Freitas, os irmãos João e António Mello, Manuel Arriaga e Cunha, Ricardo Schedel, João Matos Rosa e Paulo Manso, esteve representada no Palácio de Belém.

Para o presidente da República, este é um exemplo de que «podemos ser competitivos a nível mundial». Cavaco Silva enalteceu ainda o papel do CNC no desenvolvimento da vela para cidadãos portadores de deficiência: «É algo que me toca de forma muito particular, porque é um contributo para dar novos horizontes a esses portugueses, que vêm limitadas as suas possibilidades em várias atividades no nosso país».

Numa cerimónia que contou com a presença, entre outros, do presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, e do Chefe do Estado-Maior da Armada, almirante José Saldanha Lopes, a bandeira do CNC foi empunhada pelo seu presidente, José Sotto Mayor Matoso.
Ler mais/Fonte: desporto.sapo.pt

 

China participará pela terceira vez na Volvo Ocean Race

China participará pela terceira vez na Volvo Ocean RaceUma equipa chinesa, patrocinada pelo contrutor automóvel Dongfeng, vai disputar a próxima edição da Volvo Ocean Race, em 2014/2015, que volta a passar por Lisboa, anunciou esta quarta-feira a organização da regata à volta do Mundo com escalas.

"A prioridade é o recrutamento e treino de velejadores chineses. O nosso grande desafio é formar uma equipa experiente e 100 por cento chinesa em apenas 10 meses", explicou o skipper da nova embarcação, Bruno Dubois, citado no site oficial da competição.

Depois do Team Sanya, em 2011/2012, e o Green Dragon, em 2009 (numa parceria com a Irlanda), o Team Dongfeng será a terceira embarcação com a bandeira da China que participará na Volvo Ocean Race.

Na edição de 2014/2015 Lisboa será novamente porto de chegada da etapa transatlântica, que em 2015 partirá de Newport, em Rhode Island.
Ler mais/Fonte: record.xl.pt

 

 

   

Outubro 2013

Momentos mágicos de ação e aventura

Momentos mágicos de ação e aventuraAcabam de ser anunciados em Hong Kong os grandes vencedores da edição de 2013 do Red Bull Illume, com destaque para uma imagem de snowboard que deu o primeiro prémio ao alemão Lorenz Holder. Portugal deixou a sua marca por duas vias - a fotografia vencedora da categoria “Energia” foi captada nos Açores - e ainda graças à presença de dois fotógrafos lusos no Top 250.

Terminou a espera de milhares de fotógrafos amadores e profissionais de 124 países, com o tão aguardado anúncio dos vencedores do Red Bull Illume 2013 - concurso que em apenas três edições conseguiu estabelecer-se como a principal referência em matéria de fotografia de desportos de ação e aventura. O anúncio foi feito com toda a pompa e circunstância em Hong Kong, seguindo-se a inauguração de uma exposição com os 50 melhores trabalhos. A avaliação das milhares de imagens submetidas a concurso, entre as quais 630 imagens de 121 fotógrafos portugueses, foi entregue a um júri internacional de 50 elementos - incluindo o editor de fotografia do prestigiado jornal norte-americano USA Today, Jym Wilson, para quem não restam dúvidas; “Há sem dúvida por aí muitos fotógrafos talentosos, com grande qualidade do ponto de vista técnico e artístico”.

O vencedor absoluto foi o alemão Lorenz Holder, que triunfou graças a um momento único de snowboard junto a uma gigantesca antena de telecomunicações: “Ainda não acredito que fui votado para número 1, vou demorar alguns dias para voltar a mim. Só posso dizer que a qualidade do Top 50 é incrível”.

Portugal acabou por marcar presença no concurso, estando associado à fotografia vencedora da categoria “Energia” - um trabalho da fotógrafa suíça Romina Amato captado no ano passado nos Açores, durante a etapa portuguesa do Red Bull Cliff Diving World Series. Além disso, Miguel Nunes e João Bracourt garantiram uma presença nacional no Top 250 - o que significa a publicação das suas fotografias no livro oficial a lançar brevemente (venda exclusiva na www.redbullshop.com).

O Red Bull Illume está organizado em dez categorias distintas; Cultura, “Playground”, Energia, Espírito, “Close Up”, Asas, Sequência, Criatividade, Experimental e Iluminação. A exposição noturna com o Top 50 em caixas de luz de 2x2 metros agora inaugurada na China vai depois rumar aos Estados Unidos da América, seguindo-se uma itinerância de dois anos à volta do mundo.
Ler mais/Fonte: redbull.com

 

Equipamento de segurança individual para a pesca lúdica

Equipamento de segurança individual para a pesca lúdicaO Decreto-Lei nº. 101/2013 de 25 de julho, com entrada em vigor a partir do próximo dia 23 de setembro (e que altera o DL 246/2000, de 29 de setembro), comporta algumas mudanças importantes no quadro jurídico que disciplina esta atividade.

Independentemente de uma apreciação sobre o conteúdo global do diploma, que relativamente a algumas matérias ainda vai ser objeto de regulamentação através de portaria; impõe-se, desde já, destacar o que se encontra expresso nas alíneas p) e q) do nº. 1 do artº. 14º., relativamente à obrigatoriedade do uso de equipamentos de proteção individual, quer no mar, quer em terra.

É uma exigência que pode gerar, compreensivelmente, alguma polémica e resistência, na medida em que confronta hábitos ancestrais, mas que a Mútua dos Pescadores, segurador que também serve a pesca lúdica nas suas três componentes (lazer, desportiva e turística) não pode deixar de saudar, em nome da salvaguarda da vida humana no mar, apanágio desta cooperativa de utentes de seguros.

Também na pesca lúdica - à semelhança do que, felizmente, vem acontecendo na pesca profissional - a utilização de coletes e outros equipamentos de proteção individual, pode salvar muitas vidas.
Ler mais/Fonte: mutuapescadores.pt

 

Cidade do Cabo substitui Recife e será a 1ª escala da Volvo Ocean Race 2014-15

Cidade do Cabo substitui Recife e será a 1ª escala da Volvo Ocean Race 2014-15A Cidade do Cabo substituirá Recife como a primeira paragem da Volvo Ocean Race 2014-15. A alteração foi anunciada recentemente, na África do Sul. Com a mudança, o Brasil, que era o País com maior número de stopovers, terá apenas Itajaí, em Santa Catarina, na rota da Volta ao Mundo. Inicialmente, a escala de Pernambuco estava relacionada com a participação de uma equipa local para correr a regata. Porém, a situação não evoluiu como o esperado.

"É claro que é dececionante não ir a Recife nesta edição, mas o Brasil está muito bem representado na Volta ao Mundo com a escala em Itajaí", disse o CEO da Volvo Ocean Race, Knut Frostad. "Recife tem o potencial para ser uma escala no futuro. As duas partes, a Volvo Ocean Race e o Comitê Organizador da cidade, pensaram essa possibilidade no momento e podem estudar uma possível volta nas próximas edições".

A decisão de ir para a Cidade do Cabo, rota clássica da Volvo Ocean Race, tem a ver com os 40 anos da Volta ao Mundo. Os sul-africanos fazem parte da história do evento com 10 participações das 12 edições. A cidade apareceu pela primeira vez na Volvo Ocean Race em 1973-74, na edição inaugural da regata, que era chamada de Whitbread. "O retorno da Cidade do Cabo à rota significa que a regata vai parar, mais uma vez, em todos os cinco continentes. O local é emblemático e a vista da Table Mountain no horizonte significará muito para os velejadores, que irão saber que o final da primeira perna se aproxima", projeta Knut Frostad.

Grant Pascoe, conselheiro do Comitê de Turismo, Eventos & Marketing da Cidade do Cabo está feliz com a volta sul-africana para a Volvo Ocean Race. "O evento não apenas aumenta a nossa exposição mundial e a consolida como destino turístico. A Volvo Ocean Race impulsiona muitas indústrias locais, pois organizadores e visitantes gastam na cidade".
Ler mais/Fonte: nauticapress.com

 

 

   

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